Morro de São Paulo - Bahia - Brasil. Blog de turismo, viagens e férias conhecendo antes de viajar

De Frente Pro Mar.

Postado Por: O Morro de Sao Paulo  :  Categoria: Tem Novidades Divulgação Gratuita.

Estakazero

Composição: Norberto

Não tem coisa melhor nesse mundo do que beijar você

Não posso ficar sempre junto

Mas um dia vou ter

O seu carinho dengoso, gostoso todinho pra mim

Pra fazer amor na areia de novo, do nosso “jeitim”

Ai é bom demais te amar nós dois deitados na areia

De frente pro mar

Ai é bom demais te amar

Eu, tu, tu e eu de frente pro mar

E você ainda vem me dizer que eu não cuido de você

Você pode me esperar

Vou dizer no seu ouvido

Quero te amar…

Encanto Frente ao Mar – Morro de São Paulo BA.

Postado Por: O Morro de Sao Paulo  :  Categoria: Vai Viajar dicas

Encanto Frente ao mar na melhor localização da melhor praia do litoral Sul.

A 100 km. de Salvador, a Praia do Encanto oferece a quem à visita, paz e tranquilidade.

Visite Foz do Iguaçu – Roteiro de viagem.

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Vai Viajar dicas

Viajando

Beleza natural... Naturalmente!Tenho me organizado aos poucos para começar a minha “fase mochileiro”, com as influências das histórias que meu pai sempre me contava da fase dele, estou começando a fazer algumas leituras e criando algumas amizades com viajantes. Entre um contato e outro, tive um convite do @DeMochila para escrever sobre Foz do Iguaçu (PR) no blog www.demochila.com.br.

Foz do Iguaçu é um interessante destino turístico tanto para turistas, como para mochileiros. Uma cidade de aproximadamente 320 mil habitantes, situada no extremo oeste paranaense, na fronteira com o Paraguai e a Argentina, caracterizada pelas suas belezas naturais é também um passo para todos aqueles que desejam desbravar o sul da América Latina.

Chegando à Foz do Iguaçu, você encontrará uma cidade simples, com um grande número de hotéis, pousadas e albergues. Você não precisa fazer sua reserva antes, com exceção dos grandes feriados, pois sempre haverá alguma hospedagem com lugares, mas vale à pena contatar os hotéis para comparar os seus preços com as pousadas e albergues, pois muitos hotéis possuem preços competitivos com os outros setores. Prefira sempre as hospedagens do centro da cidade, pois é a localidade onde se concentram os melhores restaurantes, lanchonetes e centros comerciais.

Quanto tempo você precisará ficar em Foz do Iguaçu para conhecer a cidade? Depende muito do que você quer ver. Você pode conhecer os 2 principais pontos turísticos em apenas 1 dia, mas existem blogueiros que citam mais de 100 “pontos turísticos” na cidade. Vou fazer abaixo um roteiro básico para 2 dias de passeios.

1º dia – Cataratas do Iguaçu e Parque das Aves

Cataratas do Iguaçu - Toque dos DeusesComece o dia pegando um ônibus aproximadamente às 8h, até às Cataratas do Iguaçu (lado brasileiro), eles passam pelo centro da cidade e na recepção do hotel há informações de horários. Irá demorar aproximadamente 25 minutos para chegar, desembarcando no Centro de Recepção, onde você poderá comprar a entrada no Parque Nacional que custa entre R$ 13 e R$ 22 (vale lembrar à importância de se levar a identidade com foto). O passeio começa com a ida de ônibus (valor já incluso na entrada) até as Cataratas do Iguaçu, passando pelo meio do Parque Nacional (vale à pena ficar na parte superior dos ônibus). De lá, você fará uma caminhada de 1h30 dentro por algumas trilhas (com calçadas) pelo meio das árvores até as principais quedas das Cataratas. É muito importante ir de tênis e com roupas muito confortáveis.

No fim da caminhada, estará no Centro de Visitantes, que fica ao lado do Rio, onde poderá descansar, e fazer um lanche. Neste mesmo local poderá pegar o ônibus de retorno para o Centro de Recepção, além de comprar algumas lembranças. Dentro do Parque Nacional existe uma série de passeios diversificados como Rapel, Rafting, Trilhas de Bicicleta, Passeios de Barco, mas todos têm valores adicionais.

Parque das Aves - TucanoSaindo do Centro de Recepção você poderá se deslocar até o Parque das Aves a pé (aproximadamente 2km), mas recomenda-se o uso do transporte coletivo. Neste local você poderá fazer uma caminhada de 1h30 dentro de grandes viveiros e bosques, observando uma grande variedade de aves de vários locais do Mundo. A entrada é paga, e custa entre R$ 18 e R$ 22. Após a caminhada, voltando para o Centro da cidade, poderá ainda conhecer um pouco da área central visitando a Avenida Brasil (principal rua do centro), recomendando-se que seja até as 18h, após este horário prefira algum dos bares do centro ou então o shopping da cidade. Com certeza estará cansado, porém caso queira, poderá visitar algum dos cassinos de Ciudad del Este (Paraguai) ou Puerto Iguazú (Argentina), vale a pena conhecer, mas recomendamos que seja através de alguma agência de turismo receptivo.

Festas acontecem principalmente em bares e algumas casas noturnas da cidade, podendo utilizar-se de táxi para chegar e voltar dos locais. Grande parte possui taxa de entrada e é proibida a entrada de menores.

2º dia – Paraguai e Itaipu

Organize-se para que o 2º dia não seja um Domingo, caso seja, inverta os 2 dias. Prepare-se para uma nova caminhada, saindo com tênis e roupas confortáveis. Saia do hotel às 8h ou 7h (preferivelmente), e pegue um ônibus de linha no centro da cidade, com destino à “Ciudad Del Este”. O valor é menor do que R$ 7, e você irá direto até o Paraguai, passando pela Ponte da Amizade sem precisar andar por ela. Fica a dica, se você quiser, desça do ônibus antes de entrar na ponte e cruze a pé, cansa, mas é interessante.

Chegando à Ciudad del Este, você já verá a grande quantidade de lojas que a compõe. Indicamos começar uma caminhada pelo lado direito da avenida, e depois que chegar à “Loja China” que é um ponto de referência, desça pelo lado esquerdo. Não compensa andar demais para conseguir preços menores, a diferença dos preços é mínima, e fica a dica de se fazer contatos anteriores através do www.guiadoparaguai.com.br diretamente com as lojas.

Você demorará de 1h30 à 2h caminhando. Após isso, poderá pegar um ônibus de volta para Foz do Iguaçu na principal avenida de chegada à Ponte, ou até mesmo cruzar de volta a Ponte a pé. Prefira voltar de ônibus, mesmo que esteja com ou sem produtos. Abro um parêntese aqui para avisar que existem impostos sobre as compras realizadas no Paraguai, então converse com a recepção do seu hotel para informações, ou acesse www.visitefoz.com.br para saber mais. Mas mesmo assim vale conhecer Ciudad del Este mesmo sem realizar nenhuma compra.

Voltando ao centro de Foz do Iguaçu, você pode parar no Terminal de Transporte Urbano, deslocar-se até o centro para almoçar e voltar ao terminal para pegar um ônibus até a Hidroelétrica de Itaipu, com uma linha rumo à “Vila C” (existe um balcão de informações no local). Visitar a Itaipu é algo incrível, por saber que aquela construção gigantesca foi feita pelo homem. Atualmente é a maior hidroelétrica do Mundo em produção de energia, sendo até muito pouco tempo atrás a maior do Mundo também em tamanho. Existe uma taxa de entrada de aproximadamente R$ 15, onde você irá conhecer a história da Itaipu através de um vídeo institucional, e após este, um passeio com um dos ônibus de visitantes o levará até a barragem, passando por cima da mesma.

Dependendo do horário que voltar ao Centro de Visitantes e sair do passeio, que não leva mais de 2h, você ainda poderá andar até o Eco-museu onde poderá fazer uma visita cultural. A taxa de entrada é de até R$ 10. Saindo do Eco-museu pegue um ônibus de linha para voltar ao centro da cidade. Você terá conhecido 5 dos principais pontos turísticos da cidade em apenas 2 dias.

Dicas e considerações finais:

Quati escalando árvore II1. Você poderá fazer os passeios por conta, mas aconselho entrar em contato com a Loumar Turismo, uma das principais empresas de turismo receptivo, que possui bons preços e um ótimo atendimento. Eles possuem algo que se chama “Passaporte”, que é um roteiro de passeios com diversos benefícios e descontos. Entre em contato pelo site www.loumarturismo.com.br

2. Evite andar sozinho a noite, mesmo pelo centro da cidade. Como em qualquer cidade, Foz do Iguaçu tem seus problemas, mas nada que o impeça de fazer como mais de 1 milhão de pessoas fazem ao ano: conhecer a cidade.

3. Tenha Foz do Iguaçu como uma referência para conhecer todo o sul da América Latina, dali você poderá cruzar a fronteira com o Paraguai e a Argentina e se deslocar para outros países, com valores de passagens de ônibus e avião muito mais baratos do que se fossem via São Paulo.

4. No verão a cidade tem temperaturas acima dos 40ºC, no inverno chegam a -1ºC durante as madrugadas.

MORRO DE SÃO PAULO

Serra Grande – Bahia – Hotéis, Chalés e Pousadas

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Vai Viajar dicas

Serra Grande – Bahia – Hotéis, Chalés e Pousadas

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Mais algumas dicas de viagem:

- Procure sempre ver fotos do hotel antes de viajar: com as facilidades da internet, basta entrar no site da pousada e ver as fotos. Mas não se engane, as fotos podem ter sido tiradas a muito tempo, e o local ja estar velho e mal conservado. Pergunte sobre isso quando telefonar para saber mais detalhes.

- Procure referências: de preferência, hospede-se em um lugar do qual algum conhecido seu tenha falado bem. Se não conhecer ninguém que tenha ido em Serra Grande, pergunte na cidade (para o cliente ao qual está indo visitar, por exemplo) sobre a reputação dos hotéis. Peça indicações, opiniões.

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- Controle o peso e volume de sua bagagem: não se pode levar tudo que se deseja em viagens de avião. Se for de ônibus, em geral é possível pagar um adicional pelo peso extra.

- Só leve documentos essenciais: aqueles documentos que você usa pouco (cartão Renner, comprovante de matrícula, título de eleitor, cartões de crédito extras, cartão de lojas da sua cidade, etc…) devem ficar em casa. Caso você perca a sua carteira, vai ser melhor não perder todos.

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MORRO DE SAO PAULO

Ilha Grande – caminho para Lopes.

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Vai Viajar dicas

Três horas de caminhada até Lopes Mendes

Praia de Lopes Mendes tem águas cristalinas e areia branca e fina.

Lembra que eu tinha dito que o tempo em Ilha Grande é muito relativo? Pois é, o caminho para Lopes Mendes, uma linda praia boa para surfe é prova disso. Como de costume na ilha,  existem duas formas de chegar nela: a pé ou de barco. A trilha que liga o Abraão a Lopes Mendes é famosa, mas longa. O problema é descobrir o tamanho desta distância. Alguns dizem que leva uma hora e meia, outros arriscam duas horas, e ainda tem quem exagere em quatro. Bem, deve depender do preparo físico de cada um, mas não há quem não elogie a beleza do caminho a ser percorrido. Diante destas informações desencontradas, eu e as amigas nada esportivas Jana e Paula encaramos a caminhada.

Micos são atração da trilha.

Já na primeira subida do primeiro morro, com calor entre a Mata Atlântica fechada, minhas companheiras desistiram. Eu quis ser brava e não admiti que não teria capacidade para vencer uma trilha que tanta gente fazia quase brincando. Continuei, mesmo que sem os equipamentos necessários – carregava bolsa de praia (em vez de mochila), vestia havaianas (em vez das papetes para trilhas) e não tinha nenhuma garrafinha de água para contar a história junto comigo. Admito, sofri um pouquinho. Ainda bem que lá pela metade do caminho não tinha mais volta, demoraria mais para retornar do que seguir em frente. É um tal de sobe morro, desce morro entre a mata, esquilos e micos muito fofos, e mais morro até que: “praia à vista!”. Mas ainda não a tão esperada Lopes Mendes…

Palmas,  o último ponto de chegada de barcos antes do destino final

Palmas vem antes. Uma praia pequena, muito simpática, com alguns restaurantes (onde comprei água) e último ponto de embarcações, onde todos que escolhem o meio marítimo para a locomoção também devem botar as pernas para funcionar e atravessar o último e derradeiro morro, para então chegar a Lopes Mendes. Pelo meu tempo, três horas depois da partida a pé.

Em tempo: a praia é mesmo linda, extensa (três quilômetros) com a água cristalina em tons claros. Tem ondas, areia branca e fina. E o caminho? Divino também, com vista do topo do morro para algumas das praias, vegetação intensa, mas de sensação térmica muito quente.

Vista do morro, durante a trilha

Em tempo 2: a distância da trilha Abraão-Lopes Mendes é de 12 quilômetros, segundo o site www.ilhagrande.com.br.

Finalmente, em tempo 3: Jana e Paula não ficaram sem conhecer Lopes Mendes. Alguns minutos depois que eu cheguei esbaforida na praia, elas apareceram. Pegaram o atalho de barco, com o qual obviamente eu aproveitei uma carona na volta.

Praia Preta

Alguma idéia de por que a Praia Preta, em llha Grande, tem este nome?

15 minutos pode levar cinco, 30 ou 40 minutos

Em Ilha Grande, a medida de distância é o tempo. Metros, quilômetros, polegadas ou quadras não existem. Se você perguntar: “Onde fica a Enseada das Estrelas?” A resposta pode ser: “15 minutos”. “E o centro da vila Abraaão?” “Cinco minutinhos, tranqüilo.” “A cachoeira do presídio é longe?” “Ah, leva uns 30, 40 minutos.”

Mas o tempo é relativo, não é? Ainda mais em Ilha Grande. Logo você vai caminhando, caminhando e descobre que 15 minutos podem levar 20, meia hora, ou apenas cinco minutos. Quem tá contando, mesmo?

Passeio de barco cheio de cores em Ilha Grande

Depois do perrengue, vamos às boas e importantes lembranças de Ilha Grande. No Abraão, a vila com mais infra-estrutura no local e onde fiquei hospedada, existem várias pequenas operadoras de passeios de barco. É uma das atrações obrigatórias para visitantes. A ilha é grande (sorry, saiu sem querer) e é preciso caminhar muito pelas trilhas ou se locomover de barco para conhecer as diferentes paisagens. Ou ainda fazer as duas coisas. Começamos pelo barco, é claro.

A maioria dos passeios são muito parecidos: para a praia de Lopes Mendes (onde também é possível chegar a  pé), ou um roteiro por uma das ótimas lagoas para mergulho com snorkel – a Azul ou a Verde – e mais uma ou duas paradas em outras praias. Em 2006, custavam em média R$ 30. Há ainda as saveiros que vão até a Gruta de Acaiá, um pouco mais longe. Por sorte (a vida não é só perrengue) encontramos um barco que fazia um passeio mais longo que incluía a gruta, as duas lagoas e mais uma parada para almoço, por um pouco mais: R$ 50. Fomos nessa e não nos arrependemos.

A Gruta de Acaiá…

é um show de luz sobre a água do mar com um pouco de aventura também. Para chegar até ela, é preciso descer por uma caverna bem apertada, com o corpo quase deitado, até uma espécie de praia de pedra. E aí se avista algo inexplicável. Ou melhor, pelo que o guia explicou, o espetáculo é conseqüência de uma falha geológica: uma fenda na pedra deixa a água entrar e formar tipo de um lagoa dentro da gruta. Pela mesma falha, penetra a luz do sol, que por sua vez é refletida pela areia do fundo do mar. O resultado é uma água brilhante, entre o azul e verde fosforescente linda, linda, linda!

As lagoas Azul e Verde…

são um show de água, peixes e corais. E não precisa ser mergulhador para aproveitar. É só pegar o snorkel, botar a cabeça dentro da água e se divertir. Podia ter passado o dia inteiro fazendo isso.

Praia Grossa, um refúgio preservado em Itapema.

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Vai Viajar dicas

Neste fim de semana fiz uma rápida viagem para um lugar bem conhecido. Fui a Itapema, em Santa Catarina, onde mora minha mãe e para onde vou frequentemente desde a infância. Antes de partir, torcia para que o sol aparecesse e planejava fazer o que sempre gosto: curtir praia, comer frutos do mar, ler, sestear. O tempo foi ótimo, fiz tudo isso e, de quebra, ainda aproveitei uma nova descoberta, a Praia Grossa.

A pequena baía de areia grossa e com mar de arrebentação forte bem na beira, atrás do morro do Cabeço até ilha que demarca o início do hotel Plaza Itapema faz parte de uma área particular. Já a conhecia vista de cima (do morro) ou do mar (em passeios de barco), mas nunca havia estado na praia propriamente dita. Incrível, porque é muito perto do canto de Itapema, meu velho conhecido.

Ocorre que em outros períodos chegar até o mar também implicava em fazer uma invasão a uma propriedade. Por determinação da lei, isso acabou e a passagem de pedestres a partir do topo do morro do Cabeço agora deve ser liberada. Ao decidir fazer o passeio, minha mãe e eu estávamos, portanto, preparadas para descer (e depois subir na volta) a pé, o que seria uma boa caminhada. Seria, se não tivéssemos encontrado uma guarita com um funcionário fazendo o registro dos visitantes na entrada, mas orientando-os a descer de carro. Chegando lá embaixo, uma nova surpresa foi descobrir que não éramos nem de perto as primeiras a ter a mesma ideia. Muitos carros já estavam estacionados na sombra (arriscaria em uma centena) e veranistas e moradores desfrutavam do refúgio – onde a água é incrivelmente cristalina e a mata atlântica ainda está presente – tão próximo de outras praias movimentadas e urbanas.

Carros já fazem parte da paisagem na Praia Grossa

Foi uma delícia pegar praia, como se diz, no paraíso ainda preservado, e espero voltar lá sem ter como surpresa a degradação da natureza. Para isso, é só seguir as placas!

Na volta, não me contive e parei em cima do morro, de onde se tem uma visão maravilhosa da região, para tirar umas fotos. Dá para acreditar que do outro lado da Praia Grossa tem tantos prédios na orla?

Diquinha: Não tem comércio na Praia Grossa. Se quiser passar o dia na beira do mar, leve bebidas ou lanchinhos. E depois carregue de volta o lixo que produzir, é claro.

Great images! Is a very nice place to visit. thanks for the info.

Itapema virou um lixo. Espero que preservem essa praia. Ao lado tem outra praia legal: Mato Camburiu, com ondas imensas.

Por um lado esta matéria foi importante por mostrar um lugar, ainda, praticamente virgem aqui em Itapema. Só espero que não sirva de incentivo para um turismo desenfreado e sem consciência. O paraíso é aqui.

Tatiana, quanto tempo de carro até lá? Muito stress na estrada com obras etc?Ando cabreiro de ir pra sc… Abraço

Peçanha, eu fui de ônibus à noite de Porto Alegre até Itapema, foi tranquilo. Prefiro, quando a viagem é rápida para evitar o estresse. A estrada ainda tem vários desvios, mas alguns bons trechos duplicados. O complicado mesmo é quando chove, tem engarrafamento.

Tem onda nessa praia ??

Juarez, no dia que eu fui, o mar tava bem calmo. Mas meu irmão surfista disse que tem, sim. Nas palavras dele, “quando entra o swell, tem onda em todas aquelas baías por ali”.

Tomará que esta praia não vire uma nova Bombinhas, Palmas entre tantas outras…….. O urbanos venceu a natureza nestas praias todas

Que legal que mais gente conhece essa praia, minha mãe tb mora ali pertinho, no costão de Itapema, e eu morei durante 10 anos em Itapema, até quando moravamos lá a unica maneira de chegar nesse paraiso era pelo meio do mato mesmo…realmente é muito bonito esse lugar, fui a ultima vez visitar a minha mãe, ano passado, e era mes de maio…essa deserta, me lembra a praia do seriado LOST, recomendo a todos uma visita!

Verão patagônico: pingüins e muito gelo.

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Vai Viajar dicas

 Enquanto milhares de brasileiros invadem Buenos Aires impulsionados pela valorização do real ante ao peso, minha colega Isabela Vieira aproveitou as férias de verão para conhecer outras paisagens da Argentina (e para passar um pouco de frio também!). Na volta, trouxe esta maravilhosa contribuição para o ida&volta:

“A cerca de 3 mil quilômetros de Buenos Aires, ao sul da Argentina, quase no fim do mundo. É lá que ficam El Calafate e Ushuaia, duas pequenas cidades encrustradas na Cordilheira dos Andes, na Patagônia sul argentina.

 A pequena El Calafate está localizada na Província de Santa Cruz. Devido ao intenso turismo da região (principalmente viajantes europeus), a cidade está crescendo rapidamente e hoje já tem 20 mil habitantes (eram 6 mil em 2001). A grande atração é o Parque Nacional dos Glaciares, que fica a 80 quilômetros do centro de Calafate. Lá está o campo de gelo patagônico sul, a terceira maior extensão de gelo continental do mundo, atrás apenas dos campos da Antártida e da Groenlândia.

O ideal para visitar as geleiras (ou glaciares, como dizem os argentinos) é programar excursões com as agências de turismo locais. As opções de passeios são variadas, mas, cuidado, nem todas as agências aceitam cartão de crédito. O principal passeio é a visita ao Glaciar Perito Moreno, com suas passarelas e passeios de barco nos braços norte e sul do Lago Argentino. As águas do lago, aliás, são um capítulo à parte: impressionam pela coloração esverdeada em contraste com a aridez dos campos patagônicos e com o branco das geleiras nas proximidades da Cordilheira dos Andes. Outros dois passeios são imperdíveis: o trekking pelo gelo do glaciar e o passeio de barco às outras geleiras da região, onde é possível avistar imensos icebergs flutuando ao lado do catamarã.

Pra quem gosta de aventura, uma dica é visitar o vilarejo de El Chálten, que fica a 220 quilômetros de Calafate. Lá está um dos picos mais altos da região, o Fitz Roy, com 3.375 metros de altura. No parque nacional que rodeia a pequena localidade, é possível acampar e fazer trilhas. A cidade é considerada a capital argentina do trekking.

Depois de El Calafate, meu destino foi a cidade de Ushuaia, considerada a mais austral do mundo e capital da Província de Terra do Fogo. Rodeada pela Cordilheira dos Andes, o local impressiona já na chegada de avião. A grande atração são os pingüins, que no verão desembarcam numa ilha próxima à ilha principal da Terra do Fogo. Diversas agências organizam passeios para ver os pingüins, mas apenas uma tem autorização para descer na ilha e proporcionar uma caminhada ao redor dos animais. Não é possível tocá-los, mas dá pra chegar bem perto. Informe-se, vale a pena.

Outro passeio interessante é a visita ao presídio da cidade, onde atualmente funciona um museu. Ushuaia foi originalmente planejada no final do século 19 para ser uma colônia penal. Um pouco afastado do centro, no Parque Nacional Terra do Fogo, está o Trem do Fim do Mundo, que percorre o caminho que os prisioneiros faziam para coletar lenha para o presídio. Outra atração é passear pelo Glaciar Martial. Depois de uma caminhada de quase duas horas chega-se a uma vista impressionante da cidade de Ushuaia. Para os mais consumistas, a cidade tem vários freeshops e boas opções de lojas, principalmente artigos de inverno e aventura.

Quando ir? A melhor época para conhecer a região é no verão (de outubro a abril). No inverno, as principais atrações no Calafate estão fechadas devido ao frio intenso e à neve. Em Ushuaia, não é possível ver pingüins nos meses frios porque os animais migram para outras regiões. Por outro lado, Ushuaia oferece várias atividades de inverno, como centros de esqui, snowboard e trenós guiados por cachorros.

Dica: vá bem agasalhado. Em Ushuaia, mesmo no verão, a temperatura média é de cerca de 10 graus, podendo chegar a bem menos devido ao forte vento que sopra na região. O ideal é ir bem preparado, principalmente quem quiser fazer trekking e visitar as geleiras. Luvas, casaco grosso e um bom tênis (aqueles de “aventura” são ótimos) são indispensáveis. Além disso, nas proximidades das geleiras a luminosidade é intensa: não esqueça dos óculos de sol e do protetor solar.”

Viagem entre irmãos para ilhas de Koh Phi Phi.

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Vai Viajar dicas

A Maíra Silveira, que sempre aparece aqui no blog, andou pelo outro lado do mundo em fevereiro numa viagem na companhia dos irmãos e aproveitou muito. Aqui, nos conta um pouco da passagem pela maravilhosa Tailândia. É ou não é de babar por esta viagem?

 


Água incrivelmente clara em Phi Phi Don surpreende/ Fotos: Maíra Silveira 

Koh Phi Phi é um daqueles lugares onde se chega e não se quer mais ir embora. Um complexo de ilhas na Tailândia, bem pertinho da movimentada Phuket, de onde se pega o barco para ir até lá, mas que é totalmente diferente. Não há carros ou motos (apenas barcos, carrinhos de mão para bagagens e algumas bicicletas), e as ruas são de areia ou com algum calçamento. Ótimo! É deste tipo de lugar que eu gosto. A viagem pra lá em fevereiro foi ótima, principalmente por ser a primeira de todos os irmãos juntos: eu, o Cristiano, a Jana e a candidata a caçula Rafa.

Visitamos juntos três ilhas (o Cristiano foi mergulhar em outra). Phi Phi Don é a única que possui infra-estrutura, como pousadas e hotéis. Ao chegar, escolhemos um quarto para quatro pessoas bem simples, mas com um item indispensável: ar-condicionado. O importante era ser perto da praia – Loh Dalam Bay – e ser barato – pagamos 1400 bath por dia, algo em torno de 70 reais para os quatro. Os preços lá são muito baixos, inclusive para brasileiros. O café da manhã continental sai por R$ 2, um almoço com um camarão delicioso, R$ 10, e uma hora da excelente massagem tailandesa, R$ 13. Todos estes serviços são encontrados aos montes na ilha.

Ficamos quase uma semana aproveitando sol, mar e muito calor. O mar é inacreditavelmente claro, mudando do azul pro verde, cada vez mais lindo. Ondas não existem naquele pedacinho do planeta. A vida dentro d´água é multicolorida e os peixes te cercam aos cardumes. Para se aventurar ao redor da ilha, ou nas outras em volta, os charmosos barcos de madeira dos moradores são ideais. Sempre simpáticos, os locais levam onde o turista pedir, bastando apenas combinar um valor e o horário para a volta. Para quem prefere algo mais organizado, é também possível encontrar muitas agências na ilha.


Paredões de pedra em Phi Phi Ley
A volta de Phi Phi Don nos levou a praias semi-desertas, com bungalows rústicos e sempre com restaurantes de boa comida, além de um mergulho espetacular. Phi Phi Ley, a ilha mais próxima de onde nos hospedamos, é ainda mais fabulosa. Tem enormes paredões de pedra, muitos cobertos por uma vegetação extremamente verde e baías que deixam quem entra nelas “cercado” por estes paredões verdes. Após uma parada para mergulho, fomos a Maya Bay, a praia mais famosa da ilha, onde ficamos algumas horas aproveitando muito o banho de mar. Para finalizar o dia, nada como um pôr-do-sol em alto mar, não é?


Maya Bay, a praia mais famosa em Phi Phi Ley
A terceira ilha que visitamos chama-se Bamboo Island. No caminho, mais um mergulho. Ao chegar foi surpreendente encontrar a água ainda mais clara que nas outras duas ilhas e realmente quente. E o que mais tem lá? Trilhas, como a que eu e a Rafa fizemos até o View Point, de onde é possível ver as duas baías de Phi Phi Don e ao fundo Phi Phi Ley, depois de escadarias que não acabam nunca. Barzinhos para ir à noite, onde se bebe cerveja gelada e é possível conhecer pessoas do mundo inteiro (os suecos são especialmente lindos). Locais para mergulhos, que são indispensáveis –  fiz apenas snorkeling, mas o Cristiano foi ao fundo com cilindro. Massagem, que aproveitei todos os dias, às vezes apenas para os pés, em outras no corpo inteiro. Comidas diferentes, ótimas, mas com as quais é preciso tomar  cuidado com a pimenta (o padrão deles é diferente do nosso, até o bahiano fica para trás no “quesito ardência”!). Além disso, tem que aproveitar muito a beleza que a natureza nos proporciona.


Água em Bamboo Island consegue ser mais clara que nas outras ilhas

A parte difícil foi voltar, poderíamos aproveitar tudo de novo e procurar lugares novos para conhecer. Mas assim, quem sabe a gente não volta lá para mais um almoço na beira da praia, só os quatro irmãos?!”

Morro de São Paulo

Vista para o mar.

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Vai Viajar dicas

O melhor de Ibiraquera é a vista para a lagoa

 

 Finalmente baixei e organizei minhas fotos do Ano-Novo. Antes da chuva, consegui tirar algumas do pôr-do-sol na lagoa de Ibiraquera, que ficava bem atrás da casa em que me hospedei. Não é uma vista para o mar, mas merece entrar na seleção de visuais incríveis costeiros do ida&volta. E merece bem mais que o próprio mar na Barra de Ibiraquera.

Conhecia pouco do balneário localizado em Imbituba e confesso que a praia não tá na minha lista de 10+, mas a lagoa tem seu valor. É ela que faz do lugar não ser só mais um no litoral, daqueles que a gente nem se lembra bem algum tempo depois de visitar, e dá motivos para ir até lá. Não me dei conta disso no primeiro dia, quando fiquei um pouco decepcionada com o vento da praia – evento esse que atrai muitos kitesurfistas para Ibiraquera –, mas ao fazer meu balanço de 2008 e alguns planos para 2009 na beira da lagoa, bingo, matei a charada! Muita gente se diverte nela praticando windsurf (de novo o vento, que não me atrai), andando de caiaque, nadando, ou apenas admirando a vista.


Vento é bom para o Kitesurf, e os kitesurfers são bons para a paisagem

O que mais é bom fazer em Ibiraquera

- Comer no Tartaruga, praticamente o único restaurante do balneário. Tem frutos do mar do bom e do barato.

- Surfar. Dizem que é, mas eu me abstenho de opinar mais a respeito.

- Caminhar até a Praia do Rosa. Tem que atravessar por uma trilha um morro depois da praia da Luz, bem leve, tirada de letra até pela fumante aqui. E de novo, a vista lá de cima é linda, para os dois lados.

- Descansar, relaxar, fugir da muvuca. A praia tem pouquíssima estrutura de restaurantes, comércio, bares (só um, na verdade, o Ibira Café). Em feriados movimentados, chega a ser um oásis perto da confusão que fica no Rosa, por exemplo.



A trilha para a Praia do Rosa e a vista compensadora de cima do morro

O que eu não achei tão bom

- O vento, já falei, faz a gente comer areia na beira da praia.

- O deslocamento na redondeza. A linda lagoa deixa o povo que está na Barra de Ibiraquera meio ilhado. Para ir ou voltar de Garopaba, do Rosa e até a Praia da Luz, ali do lado, só atravessando pela água. De carro, é preciso ir até a BR-101 e entrar em outro trevo.

- A falta de bares na praia. Ok, gosto de lugares pouco agitados, mas um botequinho para vender milho, caipirinha, pastel de camarão na beira do mar faz falta, né?


Praia da Luz traquila, areia bem branquinha, mas sem bares com petiscos

 

Queria estar com a Praia do Frade à vista

Praia do Dentista, na ilha da Gipoia, em AngraFoto: Roberta Santos

 

   A Roberrrrta, minha colega queridíssima e carioca, foi para a terrinha dela no fim do ano e voltou com uma contribuição de babar para a nossa seção vista para o mar. É de Angra, mais precisamente, do Hotel do Frade, na praia de mesmo nome. É lá que eu queria estar agorinha. Tu não?

De cima para baixo, da esquerda para a direita, as vistas são:

1 – Do campo de golfe no Hotel do Frade
2 – Do Pico do Frade no fim da tarde
3 - Da praia, d

o hotel e do Pico do Frade ao fundo
4 - Da Igreja da Piedade, na ilha da Gipoia
5 – Das Ilhas Botinas (cartão postal de Angra)
6 – Dos golfilhos da Baía da Ribeira
7 - Da praia do Hotel do Frade

Para curtir no mar todas estas paisagens a dica é fazer um passeio de catamarã ou lancha. Quem organiza os aluguéis é a Mambo Jungle.

 Vista para o rio, perto do mar

Na quase série de posts “vista para o mar“, uma vista para um rio. É o Bela Cruz e passa bem atrás da casa da minha mãe em Itapema, em Santa Catarina. Não é azul, como é a água salgada onde ele desemboca duas quadras depois, mas desde o Natal, enquanto curto parte das férias de fim de ano em família, me entretenho no pátio com a bela vista que ele ajuda a compor. Isso, claro, depois de pegar sol e tomar banho de mar na praia. Oohh vidão.

Amanhã, já parto para um outro ponto do litoral de Santa Catarina, desta vez para encontrar amigos. Como não garanto aparecer por aqui ainda este ano já vou deixando meu desejo para que 2009 seja de mais e mais dias de vida boa e com vistas maravilhosas para todos nós.

O Bela Cruz, que tanto embeleza a casa da minha mãe, também transborda de tempos em tempos e invade o lar. Foi o que aconteceu no fim de novembro, quando grande parte de Santa Catarina enfrentou uma trágica enchente. Um mês depois, o rio, a praia, nossa casa e o que vi da cidade está quase do jeito que eu lembrava e fico feliz que assim seja. As seqüelas da chuvarada, no entanto, aparecem pelas lembranças e relatos de experiências de quem viveu o flagelo. Com tanta história triste, não teria como ser diferente.

 

 

A vista inesquecível da Gamboa

Mais um amigo internauta não resistiu e mandou para o ida&volta uma vista inesquecível, como ele escreveu no título do e-mail. E é da Gamboa, em Garopaba(SC), por coincidência uma das minhas praias do coração. A pousada, de onde a vista foi clicada, fica no alto do morro, com casas lindas, nas palavras do Gustavo Fontanella. O contato da pousada é (48) 3254-6061.
Tá, gostei da brincadeira de trocar fotos de vistas para o mar. Acabei de criar uma categoria aqui no blog para reunir todas elas. Tá aqui ó.
Se mais alguém quiser participar, repito o meu e-mail: tatiana.klix@rbsonline.com.

 Observação: Este post foi corrigido. Constava a informação de que a Gamboa ficava em Paulo Lopes, mas a praia pertence a Garopaba, como apontou o internauta Ed.

 Eu pedi e já chegou a primeira foto de uma vista maravilhosa do mar brasileiro. É da Praia da Armação, na Penha, em Santa Catarina. Lindona, né? Quem mandou foi a amiga leitora Ângela Viegas. Olha o que ela diz:
“Esta foto foi tirada da sacada de uma pousada chamada Hotel das Pedras, na Praia de Armação em dezembro passado. Ficamos apenas três dias, o suficiente para levar o meu filho ao Beto Carrero, porém o lugar me traz uma sensação de paz tão gostosa que coloquei de tema do meu usuário e cada vez que estou cansada e “de saco cheio” lembro que daqui a pouco as férias estão de volta e a possibilidade de voltar para lá novamente já dá outro ânimo. Não é nada daquelas que tu postou, mas o charme dela está exatamente na simplicidade. Aliás, um abraço à família que tão bem nos recebeu lá. Espero que estejam bem…”
Da esquerda para a direita, de cima para baixo, vistas de: apartamento em Paihia (Nova Zelândia), resort em Taveuni (ilhas Fiji), Bed and Breakfast em Wainui (Nova Zelândia), casa na Baía de Byron (Austrália), restaurante em St Andrews (Escócia). Queria estar olhando para qualquer uma delas agorinha!Nada como os amigos para este blog não parar. A dica de hoje é da Claudia Ioschpe, do Nove. Ela até pensou em postar por lá, mas acabou me repassando o link seaviewsonly.com. E siiimmm, como ela diria, é muuuito legal! O site reúne ofertas de casas, apartamentos para vender e alugar, hotéis, pousadas, restaurantes e bares, meio que nem o hagah. A boa sacada é que TODOS os locais têm vista para o mar! E eu, que adoro vista para o mar, também adorei ficar sonhando em ficar em vários dos lugares do SeaViews only.

  • De negativo, a abrangência precária do serviço. Na capa, o texto de apresentação garante que o site britânico oferece uma seleção pelo mundo dos melhores lugares costeiros e suas vistas para o mar. Só que eu procurei e não achei nenhum link para o Brasil, que deveria estar humildemente incluído no item “rest of world”. Tem algo errado com esta seleção. Para fazer justiça às nossas vistas, fui buscar nos meus alfarrábios uma foto de uma vista linda, de uma pousada em Morro de São Paulo. É velhinha (2000), escaneada (ao vivo e na minha memória é muito mais bonita), mas dá para ter uma idéia do que se via da sacada onde o café da manhã era servido. Meus cabelos não continuam os mesmos, mas espero que a vista sim!Aliás, algum amigo do ida&volta quer contribuir com fotos de vistas inesquecíveis brazucas ou não? Meu e-mail está a disposição (tatiana.klix@rbsonline.com) e os próximos posts também.
  • Morro de São Paulo
  • França é para rico -Morro de São Paulo e Salvador

    Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Vai Viajar dicas

    Agora a viagem não foi para a França.
    Na Lua de Mel viajamos para Salvador e Morro de São Paulo, em um pacote de 7 dias da CVC.
    Algumas dicas…
    Procure andar pelo Pelourinho somente com guias de turismo. Fomos alertados várias vezes para evitar de circular sozinhos pelas ruas, por causa do perigo de assalto. Além disso um guia ajuda muito para entender a história do local.
    Faça o passeio que inclui a visita ao Projeto Tamar, o local vale uma visita.
    Em Morro de São Paulo evite as pousadas que ficam na parte central. Elas estão longe das praias e você vai precisar de uma longa caminhada pelas escadarias com crianças nem pensar. Isso dificulta muito a mobilidade e planejamento das visitas.
    Em Morro também fica a dica de fazer o passeio de Boipeba e alugar o caiaque na terceira praia para ver os peixes de coral.
    Evite o Catamarã para ir ou voltar de Morro, é comum muitas pessoas sofrerem com o enjôo na viagem. Ou então lembre de tomar algum medicamento contra enjôos.