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Morro de São Paulo: Série infantil desperta o espírito viajante nas crianças

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Série infantil desperta o espírito viajante nas crianças

Sacumé... Mariana está com um ano e cinco meses. Mais do que na hora de conhecer novos horizontes.

Estreia hoje no canal pago Discovery Kids a série Toot e Pudlle. O desenho narra as aventuras de dois divertidos, curiosos e inseparáveis amigos. Toot é um porquinho que adora viajar e encontrar novos desafios em seu caminho, enquanto Puddle é um explorador que prefere viver aventuras perto de casa. Cada viagem com Toot e Poodle é uma oportunidade de expandir as referências das crianças, não só introduzindo novos povos e lugares, mas também mostrando para elas diferentes formas de interagir e de solucionar problemas em grupo.

Toot e Poodle ajudam as crianças a observar o mundo detalhadamente, a solucionar conflitos, a identificar os problemas relacionados à importância de compartilhar, a tratar as outras pessoas corretamente. Além disso, a série destaca a importância de perguntar, de experimentar, de utilizar os erros para valorizar outros pontos de vista e aprender a pedir ajuda.Parece até a nossa crônica O que se aprende com uma viagem, só que numa versão infantil.

Onde: Discovery Kids
Horário: todos os dias, 8h e 16h.

Imagens: DiscoveryKids.com

Toot & Pudle          por Silvia Oliveira

Morro de São Paulo: Sr. Garibaldi, um ilustre curitibano

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Sr. Garibaldi, um ilustre curitibano


Móveis feitos com madeira de demolição dão aconchego ao lugar. (Foto: Raul Mattar)
Vai ser difícil você encontrar ele por lá. O Sr. Garibaldi é viajante compulsivo, homem do mundo. Nasceu em Curitiba, mas há séculos percorre todos os continentes, povoa todas as histórias. Conheceu de Marilyn Monroe a Martin Luther King. Trabalhou na Itália e afirma ser o rebelde desconhecido que deteve os tanques de guerra na Praça da Paz Celestial.

Assim, cheio de criatividade, com quatro sócios engajados e no melhor ponto do centro histórico de Curitiba, está o Bar e Restaurante Sr. Garibaldi. O personagem – que dá nome ao estabelecimento – faz o cliente viajar na história mirabolante do homem que jura ter participado da construção da Muralha da China.


Moqueca capixaba: especialidade da casa. (Foto: Raul Mattar)

Aberto há seis meses, já foi indicado pelo júri da Revista Veja como destaque gastronômico da cidade. No ambiente para 40 pessoas o aconchego fica por conta dos móveis de madeira de demolição e dos amplos janelões que permitem uma vista agradável para o Relógio das Flores.

No almoço, serve deliciosos pratos executivos elaborados pelo chef Henrique Amigo, um dos donos do restaurante. Todo dia tem uma opção diferente – o prato do dia – e cinco fixas: Penne al Alfredo, Penne al Funghi, Penne Passata, Mignon Grelhado e Frango Grelhado (filé de frango com julliene de legumes e creme de milho) . Como fui lá numa sexta-feira caí de boca na Moqueca Capixaba que acompanha uma banana da terra impronunciável. O prato sai por R$ 14,90 e é muito bem servido. Antes disso eles servem a entrada (incluída no valor do prato): uma saladinha toda decorada dentro de uma cumbuca de porcelana branca. Um graça!

Saladinha gourmet. (Foto: Raul Mattar)

Na segunda-feira, por exemplo, é a vez de Polenta com Frango por R$ 11,90 e aos sábados tem Feijoada servida em buffet por R$ 15,90 por pessoa. O Sr. Garibaldi também abre as portas para o happy hour de terça a sexta-feira. Se passar por aqui depois do trabalho não deixe de provar o Kieber de Frango (peito de frango enrolado com presunto e queijo, servido com o molho Sr. Garibaldi – feito à base de salsinha e iogurte natural) – uma porção por R$ 14,50. Para o fim da dieta há ainda Queijo Coalho (espetinhos de queijo coalho acompanhado de melado e geléia de goiaba) por R$ 7,00 e Linguiça Húngara por R$ 8,00. Confira o cardápio.

Filé de frango com julliene de legumes e creme de milho: todos os dias. (Foto: Raul Mattar) Eu fui de água mineral, mas o cardápio oferece, além de vinhos, diversas marcas de cervejas artesanais e importadas. Por dois pratos do dia, bebidas e uma mousse de chocolate (não fotografamos) gastamos R$ 42,00. No happy hour se você dividir uma porção de Kieber e tomar umas três cervejinhas Skol, a mais baratinha, deve gastar não mais do que R$ 20,00.Ah, para conhecer todas as histórias, viagens e andanças do Sr. Garibaldi navegue aqui.

SERVIÇO:
Sr. Garibaldi
Praça Garibaldi , nº 53 – Bairro São Francisco (Centro Histórico de Curitiba)
Horário do almoço: de segunda a sexta, das 12 às 14 horas; sábado e domingo, das 11 às 16 horas
Horário do Happy hour: de terça a sexta-feira, das 18 horas à meia-noite.
Tel.: 41 3224-8770.

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Morro de São Paulo: Leitura da sexta: livro Travessia da Amazônia

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Leitura da sexta: livro Travessia da Amazônia

O escritor gaúcho Airton Ortiz inaugurou há mais de uma década o que a gente chama hoje de jornalismo de aventura. Com dez livros publicados, é especializado em reportagens internacionais sobre a natureza selvagem. Já escreveu sobre Egito, Índia, Tibet, Mundo Maia, entre outros destinos considerados exóticos, inóspitos ou curiosos.


O livro Travessia da Amazônia narra uma viagem do Pacífico ao Atlântico pelos rios amazônicos. O roteiro começa em Lima, no Peru, e termina em Belém, no Pará. São quase 5 mil quilômetros de aventuras cruzando a Amazônia peruana, colombiana e toda a Amazônia brasileira. O escritor só viajou em embarcações locais. Passou três meses visitando aldeias indígenas e povoados ribeirinhos ao longo dos rios, além de fazer incursões pelo interior das floresta. Uma enorme imersão nessa realidade, ao mesmo tempo tão próxima e distante da gente.

É uma viagem que dificilmente eu faria. Mas no livro qualquer um pode embarcar!

Quanto custa: R$ 37,90
Onde comprar: Americanas.com

Morro de São Paulo: Barbadas II

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Barbadas

Barbada 01 – Feriado de Finados no Rio: Mercure cobra R$ 0,99 na quarta diária.
Barbada 02 – Foz do Iguaçu: viaje 5 dias e pague 4. Para saídas dia 1º de novembro.
Barbada 03 – Vueling: Lisboa-Madri a partir de 19 euros, taxa incluídas.

Morro de São Paulo: 12 dias entre Miami e Orlando: a Nair P. Siqueira dá todas as dicas

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12 dias entre Miami e Orlando: a Nair P. Siqueira dá todas as dicas

A Nair, sócia-fundadora do Matraqueando, acabou de chegar de uma viagem que ela mesma intitulou de SONHOS. Passou 12 dias entre Miami e Orlando, com direito a Mickey e compricthas nos mega outlets da Flórida. Num relato exclusivo para nós (obrigada, obrigada – honradíssimos estamos!), ela conta tudo – tim-tim por tim-tim – e ainda dá dicas de onde comer e, claro, comprar!

Miami e Orlando
SONHOS: de consumo e de infância
Texto e fotos: Nair P. Siqueira

Orlando: ver o castelo da Cinderela de perto – depois de crescidinho – não tem preço.

Um reconhecido colega meu de atividade, já dizia que a primeira vez a gente nunca esquece! E tenho a sensação de que a minha primeira vez na Disney, de fato jamais esquecerei e mais: comecei a achar que a Branca de Neve é sim uma princesa, que mordeu uma maça envenenada, e por sorte conheceu sete anões que a ajudaram a chegar até seu príncipe, de beijo milagroso. Afinal, eu a vi com meus próprios olhos e ela era bem real!


Começo meu relato falando isso, pois pra mim que fui pra Disney pela primeira vez agora, já bem crescidinha, foi uma experiência inesquecível. Decidimos meu marido e eu, aproveitar as férias desse ano, e visitar uns amigos que moram em Miami, e assim “esticar” até Orlando. Uma vez decidido o destino, negociamos com as empresas que trabalhamos e conseguimos 12 dias. Depois foi só combinar com os amigos uma logística para nos receberem em Miami e acomodações em Orlando.


Miami: sol, mar e coqueiros. Qualquer semelhança é mera coincidência.

Dos Estados Unidos só conhecíamos Nova York e ainda assim foi num inverno daqueles. A Flórida, com seu céu azul perfeito, superfície plana, gente a “la américa do sul”, paisagens de um verde familiar e um calor também bastante conhecido nos recebeu muito bem. Bem demais eu diria. A sensação foi de estar em casa! Lógico que estar entre amigos ajudou a deixar tudo mais aconchegante, mas achei (pra minha surpresa) que Miami é feita pra receber os turistas. E brasileiros, nesse momento, éramos aos montes!


Bom, já em Miami, escolhemos a principio entre vários passeios que nos foram oferecidos: Key West e Miami Dowtown, com tour em barco pelas ilhas dos famosos. São várias as opções. Que vão desde um parque com crocodilos (não sou muito fã desse tipo de turismo…rs), até as Bahamas. Compramos os passeios de uma empresa chamada: Amazonas Tour. Pelos dois passeios, para duas pessoas, em ônibus com ar condicionado e guia turístico pagamos US$ 200.


Key West é a cidade mais ao sul da parte continental dos Estados Unidos.

Em Key West encontrei umas das cidades que mais me impressionaram na vida. Casas de madeira, muitas flores e aquele típico ar e perfume de cidade pequena, costeira, ideal pra quando a gente pensa em sentar e escrever um livro. (Se é que isso passa pela cabeça de todo mundo…rs). Acho que sim! Lá viveu o famoso escritor Ernest Hemingway, inclusive sua casa é hoje um dos pontos turísticos da cidade.


Para chegar a Key West, que está na ponta do continente, já mar adentro, e é o ultimo ponto dos USA, sentido Cuba, passamos por muitas pontes e pela famosa ponte sete milhas, lendária, por sua história e participação em filmes de ação. (True lies, com Arnold Schwarzenegger por exemplo).


O bairro Pequena Havana (Little Havana) em Miami: concentração de cubanos.

Passeio seguinte: Centro antigo de Miami, Pequena Havana (onde os cubanos se concentraram quando decidiram trabalhar na América do Norte), os sofisticados bairros Coral Gable e Coconut Grove, Bayside e as ilhas dos famosos. Todo esse percurso chama muita a atenção pelos prédios altos, modernos, a beira mar, contrastando com lanchas e barcos incríveis.


Mansão onde viveu o estilista italiano Gianni Versace.

Bairros elegantes, com comércio variado e uma transpiração que se nota claramente voltada pro turismo e a boa vida. É bem comum, por exemplo, condomínios com extensos terrenos de campos de golf. As mansões dos famosos é muito divertido de ver, onde o curioso é saber qual mansão é de quem. Apesar de que no fim do trajeto você já não se lembre muito bem quem é a celebridade sortuda, que veraneia por ali.


Os outlets da Flórida estão entre os mais famosos do mundo.

Por falar em comércio, nesse momento a cidade (eu ouvi dizer que todo o país) está muito interessada em maximizar as oportunidades, portanto os sonhos de consumo estavam mais perto da realidade que nunca. Nos dias seguintes, já com os amigos que nos receberam a postos e depois dos tours, fomos para os famosos Outlets e confesso: é maravilhoso poder comprar coisas que você não imaginava comprar em condições tão fáceis e inacreditavelmente possíveis. É sim! O comércio norte americano está fazendo e viabilizando todo negócio.


O sofisticado bairro Coral Gable, em Miami.

O momento é de não perder venda, e pra nós: não perder compra. Aproveitei de tudo isso e além das promoções tão comuns nos Outlets (na Adidas por exemplo, tudo que você comprava a segunda peça custava 50% menos), usei do meu passaporte nas grandes lojas, e provando que era turista ainda tive mais desconto em vários produtos. YESSSS!!!

Indico:
Sawgrass Mills Outlet
Aventura Mall
Bal Harbor Shops (Esse é só pra tirar fotos mesmo, ou se você tiver interesse em comprar Cartier, Tiffanys, etc.)

Aproveitamos para comer e conhecer alguns hábitos. Somos daqueles que tentam se “misturar” pra aproveitar bem a viagem. Segundo soubemos, os points são: Las Olas – Fort Lauderdale , os tradicionais bares da Lincoln Road, que é o famoso calçadão cheio de bossa e gente bonita  e a Ocean Drive, avenida beira mar, também famosa pelos cafés e bares.

Destaco:
Johnny rockets – Rede que vende caprichados sanduiches, hambúrgueres, frango, salada e sobremesas.
Olive Garden – Restaurante italiano
Cheesecake Factory - Bar, restaurante e padaria em estilo bistrô.
*Hard Rock Café, Planet Hollywood e Starbucks, não estão na lista de indicados porque já estão incorporados aos passeios, sejam pra onde for, né?


Epcot Center, um dos parques da Disney.

Indo pra Orlando, ficamos em Lake Buena Vista, bem do lado de Dowtown Disney, no Hotel Royal Plaza, e decidimos conhecer dois parques: Epcot Center e Magic Kingdom, dizem que o Universal e Sea World também são imperdíveis. Mas estes ficaram pra próxima vez.

Pelos dois parques, dois dias, duas pessoas, pagamos: US$ 320. Não é tão barato! Mas compramos na porta e só tínhamos dois dias. (Acho que os pacotes nos hotéis da Disney devem sair mais barato). Me diverti muitooo…. e não queria mais vir embora. Parecia criança vendo o Mickey pela primeira vez. Parecia não, eu era a própria criança. Ficamos pra ver a tradicional queima de fogos no Epcot e pra ver a parada no Magic Kingdom. Valeu cada centavo de dólar.


Sonho de infância realizado: encontro com Mickey. De fato, não tem preço.

A Disney é um capítulo a parte. Tudo funciona. Não tem fila pra banheiro, as atrações te informam quanto tempo você terá de espera, tem água, refrigerante, salgadinhos, fruta e água vitaminada (eles tomam rios disso) em cada esquina, (não lembro preços) e você consegue se organizar muito bem dentro dessa indústria. Sim, a Disney funciona como uma bela e super bem montada indústria. Desde o trenzinho que vai te buscar no estacionamento (US$ 12,00 por dia/carro) pra evitar que você suba alguns degraus, até os cast-members te dando tchau com luva de mickey na saída, com um sorriso descansado no rosto. Achei genial!


Casa em Orlando. Não, a foto não está invertida.

Para compras indico:
Prime Outlets Orlando
Orlando Premium Outlets

De resto: disposição pra caminhar, praticar o idioma espanhol, filtro solar e sorriso constante! E acredite: A dream come true!

Nair, se não fosse por você, o Matraqueando estaria em falta com um dos destinos mais amados pelos brasileiros. Muito obrigada! E você aí que já foi para lá, compartilhe com a gente dicas para aproveitar ao máximo essa região da Flórida.

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por Silvia Oliveira

Morro de São Paulo: Cruzeiro: porque nós merecemos!

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Cruzeiro: porque nós merecemos!

Existem três tipos de viagem que – para mim – haviam nascido para gente rica, muito rica: resort, cruzeiro e spa. Não era bem assim. Nós, seres mortais e trabalhadores, podemos e devemos – sim – nos dar esses luxos de vez em quando. Nossa correspondente Juliana Kuriu fez um cruzeiro, daqueles chiquetérrimos e, até onde eu sei, não teve de fazer nenhum empréstimo no banco para pagar a viagem! Segue o relato, sensacional, desse passeio de dar água na boca.

Cruzeiro Fitness
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Texto: JULIANA KURIU **
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I – Como tudo começou:

Foi assim… tudo começou no final de agosto de 2006, quando precisei decidir em alguns minutos se ia ou não fazer o Cruzeiro Fitness 2007 que iria acontecer entre 23/02/2007 e 04/03/2007, navio Costa Fortuna.

O mês de agosto é um mês importantíssimo para quem pretende fechar um pacote em um cruzeiro para o próximo ano, pois é o ultimo mês com preços promocionais (e eu só soube disso no último dia de fechar o pacote).

O valor para fazer o meu cruzeiro era um pouquinho menos de R$ 1.400, divididos em 5 vezes, para uma cabine tripla, de boa localização (nos andares superiores do navio), sendo que estavam inclusas todas as refeições e as gorjetas, para 7 dias e seis noites.

Esse valor seria menor que o equivalente a menos de 7 dias em hotel de luxo sem refeições. Diante dessa tentadora motivação, não tive dúvidas e fechei o pacote. A partir de então era só torcer para sobreviver até a chegada do grande dia. E eu consegui!

II – Informações Úteis

As cabines do navio podem ser para 1, 2, 3 ou 4 pessoas. Em alguns navios a 3ª e 4ª pessoas não pagam. Existem cabines com sacada, apenas com janelas ou cabines internas que não têm nem sacada e nem janela. Obviamente essas são as mais baratas e obviamente foi numa dessas que eu fiquei. Também existe diferença de preços de acordo com os andares que se localizam as cabines, as dos andares superiores são as mais caras. (O meu navio tinha 14 andares e até o 9º andar tinham cabines, a minha ficava no 8º andar)

O meu navio partia de Santos e/ou do Rio de Janeiro – o passageiro podia escolher onde embarcar. O Roteiro era: Santos – Rio – navegação – Salvador – navegação – Ilha Bela – Santos – Rio. Tema: Cruzeiro Fitness.

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Eu saí de Santos, no dia da nossa partida (dia 23/02) tinham 07 navios saindo do porto no mesmo horário 17hrs. A cidade estava em festa, todas as pessoas estavam na orla com lencinhos brancos acenando pra nós. Os passageiros do navio também receberam os lencinhos brancos no porto para acenarem para a população santista.

No momento da partida vários helicópteros estavam sobrevoando os navios, filmando, tirando fotos e a cidade simplesmente parada na orla, o sol se pondo, muito lindo!!

III – O Navio*:

Um verdadeiro espetáculo!!!

Nome: Costa Fortuna
Bandeira: Italiana
Ano de construção: 2003
Capacidade hóspedes: 3.470 (total de camas)
Tripulação: 1027
Cabinas: 1358 (sendo 27 para deficientes físicos)
Tonelagem: 102.500
Comprimento: 272 m²
Largura: 36 m²
Pontes: 17 (13 para uso dos hóspedes)
Velocidade: 20 nós

*Fonte: www.costacruzeiros.com

A tripulação era composta por pessoas de vários lugares do mundo, brasileiros, italianos (gatos), filipinos, chineses, peruanos, holandeses… Eles usavam crachás com o nome e a bandeira do país de origem e ao lado usavam pins com bandeirinha dos países correspondentes a língua que falavam.

Era uma verdadeira loucura!!! Você saia no corredor e as pessoas falando com você: Good Morning!, Ciao!, !Buenos Dias! – e eu botei em prática todo o meu espaliano.

Cada passageiro possuía um cartão magnético com sua identificação, que era também a chave da cabine. Era usado para computar as despesas no navio e para a saída e entrada nas paradas. No primeiro dia teve treinamento para emergências: qual o melhor caminho para o bote salva vidas.

Todas as despesas do navio tinham valor em dólar.

a) Atrações:

- 03 piscinas razoavelmente grande com água salgada; em caso de chuva elas se transformavam em piscinas cobertas;
- 01 piscina para crianças (talvez 02)
- 01 tobogã gigante -eu não fui :-(
- várias jacuzis com água quente (acho que no mínimo 06)
- cassino;
- boate;
- teatro
- piano bar (acho que dois)
- elevadores panorâmicos (e vários outros elevadores),
- bares e restaurantes,
- sala de chá;
- de internet;
- uma CAPELA.

IV – A VIDA NO NAVIO

b) entretenimento

Todas as noites recebíamos um informativo com todas as atrações do navio do dia seguinte. Além da programação fitness. Tinha shows de música, espetáculos no teatro, cinema, missa, artesanato, curso de italiano, visita à cozinha, promoções do salão de beleza – ex: “SÓ HOJE mãe e pé por apenas U$ 60,00 – massagem de 30 minutos por U$ 90,00” (eu ria muito) – talvez fosse a sessão piadas do informativo.

Concomitantemente, existia a programação fitness – academia, yoga, pilates, umas aulas de danças no estilo street dance (ultima novidade do mundo das academias), de axé, de samba, box, alongamento … enfim todas essas coisas chatas para compensar o tanto que você come no navio.

c) alimentação

E por falar em comida… tudo iniciava num café da manhã monstro, tinham frutas, pães, queijos, presuntos, salams, salmão defumado, ovos cozidos, mexidos, fritos, cereais, iogurtes, brioches, folhados, croaissant, sucos, cafés, chás, achocolatados, tudo!!

Logo após o cafés nos restaurantes a beira da piscina as pessoas já podiam fazem um lanchinho, com hambúrguer, paezinhos, queijos, presuntos, salames, cahorro quente, outros petiscos e saladinhas que ficavam à disposição. Logo após o café também já estavam a disposição as maquinas de sorvetes italianos e as pizzas (as pizzas eram servidas 24 horas por dia). :-)

O almoço era servido em vários restaurantes e era um buffet composto de saladas, massas, carnes, peixes, tinha absolutamente de tudo. E em alguns cantos do navio havia alguns pratos específicos, tipo churrasco, pernil, peixe assado, paella, ou sobremesas especiais, outros tipos de sorvetes. A água era free e tinham várias máquinas onde as pessoas podiam se servir.
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O jantar: chiquérrimo!!! Havia dois restaurantes gigantes que se chamavam Rafaelo e Michelangelo, cada um tinha no teto pinturas dos seus inspiradores. Os passageiros eram divididos em 2 turnos, o primeiro turno jantava às 19 e o segundo turno às 23. (Durante o jantar havia também dois turnos de espetáculos no teatro. Dança, ópera, teatro)

Cada cabine tinha o seu turno fixo e a sua mesa, o jantar era servido à francesa, no tradicional estilo italiano, entrada, sopa, massa, prato principal, sobremesa. A jarra de água era free. (o pessoal da mesa vizinha a nossa levava um Tangue para fazer na jarra de água – hahahahah).

A opção B era: pizza servida em outro restaurante.

d) noite no navio

Após o jantar o navio oferecia várias atrações: cassino, piano bar, boate, musica ao vivo, forró, bailão, axé e cada dia tinha uma grande festa: à fantasia, baile de gala, festa tropical, rave, coquetel com o comandante.

IMPERDÍVEL:

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- O RIO DE JANEIRO VISTO DO MAR – SEM DÚVIDA O MAIS IMPERDÍVEL DE TUDO;

- O NASCER E O POR DO SOL;

- AS COMIDAS – HAHAHAHAHA

CONCLUSÃO:

Uma viagem maravilhosa e uma experiência que deveria ser obrigatória na vida de todo ser humano. Mas eu aconselho esse tipo de evento para casais, é tudo muito romântico. O glamour da vida no navio e as paisagens únicas são ideais para dividir com um grande amor! :-)

**Juliana Kuriu é advogada, ultra matraca, rebelde e comilona. Sempre racional nas decisões; é pura emoção ao falar do que ela considera sua maior conquista: os amigos que tem!

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Fotos: Juliana Kuriu, Juliana Kazik, Viviane Purcino e Max.
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por SÍLVIA OLIVEIRA

21 comentários:

Sirlene disse…

Geeente, nossa, que luuuuuxo! R$ 1400,00 divididos em cinco vezes ainda, TAMBÉM QUERO! Silvinha, pode tirar férias sossegada, qualquer coisa a Juliana te substitui!
Junho 03, 2007 1:12 PM
Muricando disse…

Relato bacana! A gente vai para dentro do navio junto!
Junho 03, 2007 2:47 PM
Júnior disse…

Ju! Mentindo de novo pra puxar papo?

A gente sabe que vc tava em Matinhos nestes dias!

rsrsrsrsrs
Junho 04, 2007 12:32 AM
SÍLVIA OLIVEIRA disse…

Eu também quero! Isso é o paraíso na terra.. além do que nao somos obrigados a enfrentar PRAIA! Tem um monte de piscina e com toboga, ainda por cima! Iççaaa!
Junho 04, 2007 8:20 AM
SÍLVIA OLIVEIRA disse…

Ó só o Júnior… Julianaaaa, aparece aqui para se defender!
Junho 04, 2007 8:21 AM
Alana disse…

Ai, fiquei morrendo de vontade! E agosto está próximo… já é hora de ir se preparando, ao invés de deixar para o último dia… hehehe
Junho 04, 2007 9:48 AM
Gisela Garcia disse…

Eu quero! Preço bacana, parcelamento legal, muita coisa pra se fazer, gostei! E não pode esquecer do TANG pra jogar na água grátis! EEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!
hahahahahahaha…
Junho 04, 2007 9:59 AM
Guiga disse…

Não dá pra fazer em mais vezes?? Sabe como é né, ainda sou estagiário….hahahhahahahaha. Mas esse navio vale mto a pena, na verdade todos da Costa são mto bons.
Junho 04, 2007 10:15 AM
SÍLVIA OLIVEIRA disse…

Ihhh, dá para parcelar em até 12 vezes, mas aí tem um jurinho… :-)
Junho 04, 2007 10:36 AM
SÍLVIA OLIVEIRA disse…

Gi-se-la!!!! Vou te denunciar!
Junho 04, 2007 10:37 AM
Ju disse…

Silvinha, como eu ja te disse é uma honra pra mim ter uma matéria publicada no seu blog!
Sirlene: acho melhor eu ficar tirando férias e ficar mandando matéria para o Matraqueando.
Junior vulgo Hermann: seu invejoso!! Só porque agora eu estou ficando famosa vc quer me desmoralizar.
Junho 04, 2007 2:06 PM
SÍLVIA OLIVEIRA disse…

Isso mesmo, JU! Mandou bem! ;-)
Junho 04, 2007 2:09 PM
Ju disse…

Alanis: Você ia amar!!
Guiga: Estagiário não tem nada que viajar, tem que ficar trabalhando enquanto as chefes é que vão fazer cruzeiro!
Gisela: Eu percebi que tinha escrito errado, mas ja estava postado… o problema é que eu não gosto de TANG, eu gosto é de Cligth e agora tem doses individuais que da pra por direto no copo. Acho que dá pra lever umas rodelinhas de limão ou laranja para enfeitar o copo e manter todo o “chiquê” do jantar à francesa. hahahhaha
Junho 04, 2007 2:11 PM
SÍLVIA OLIVEIRA disse…

Ju! Nao se preocupe: deu para entender direitinho que o pessoal da mesa ao lado, com seu Tangue, era um bando de farofeiro!!!!! Nós, claro, com nossa porçao individual do Cligth íamos causar outra impressao!
Junho 04, 2007 2:21 PM
…. Margareth Bastos disse…

Gente, vocês estão esquecendo do Nutrinho Guaraná. Com pedrinhas de gelo fica mais parecido com refrigerante. Ai, lamento, mas eu adorei mesmo foi a vista do Rio. Ah, cidade sofrida, mas ma-ra-vi-lho-sa!
Junho 04, 2007 4:50 PM
SÍLVIA OLIVEIRA disse…

Depoimento suspeito!
Margareth, A CARIOCA!
Junho 05, 2007 1:03 PM
Gisela Garcia disse…

Ó! Eu nem tinha reparado que vc tinha escrito errado!!! Comentei porque achei engraçado esse lance de levar suco em pó pra misturar na água e economizar!
E eu tb prefiro CLIGHT…até porque eu não tô com essa bola toda de ficar tomando esses trecos engordantes…
Sem falar que dá pra tirar a maior onda tomando cada dia suco de uma fruta diferente,hahahahaha…
Junho 05, 2007 1:32 PM
SÍLVIA OLIVEIRA disse…

Nem eu achei que estava errado (e nao está). Escrever Tangue é a cara do manual de estilo do Matraqueando. ;-)
Junho 05, 2007 1:55 PM
fernanda braga disse…

Oi, como eu já disse em outra época, aqui no Matraqueando, eu tb sou chique.
Eu já fiz um Cruzeiro maravilhoso para comemorar os meus 15 anos de casada. UAU!!! Foi de mais. Me senti uma verdadeira Cinderela. Mas depois o sapatinho perdeu e voltei para lavar, passar e cozinhar.
A minha compania era, Royal Caribbean internacional. Majesty of The Seas. Sai de Miami.
Viu! Professora mineira tb é chique.
Junho 05, 2007 7:54 PM
SÍLVIA OLIVEIRA disse…

Milhô nóis, agora!
Se cruzeiro já é um trem chique, imagine saindo de Miami… Affff!FErnanda, você é minha ídola!
Junho 06, 2007 1:46 PM
Lana Cristina disse…

Viajei no relato…
Apesar do relato já ter mais de 2 anos só agora que vi….rs
Alias lamento nao ter conhecido o MATRAQUEANDO antes….
Silvia vc está de parabens!
Obrigada!

Morro de São Paulo: 15 dias na Europa pela primeira vez e por conta: a Danielle Lamoço conta tudo!

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15 dias na Europa pela primeira vez e por conta: a Danielle Lamoço conta tudo!


Veneza: uma das cidades do roteiro da Dani. (Foto: Raul Mattar)

A fofa da Dani Lamoço acaba de fazer um tour maravilhoso pela Europa e deixou carinhosamente seu relato na caixa de comentários do post Como montar sua viagem pela Internet. Além de trazer o testemunho de quem foi, ela dá dicas incríveis (descontos de 50% para subir de trem o Jungfraujoch – na Suíça – apresentando o ticket do Trem do Corcovado, por exemplo) que quase ninguém nunca ouviu falar. Como nem todo mundo tem o costume de fuçar os comentários, deixo aqui para você babar:

Texto: Danielle Lamoço

Sou prova desse planejamento de viagem!!! Eu e o maridão nos aventuramos durante 15 dias na Europa. O primeiro passo foi adquirir o Guia Visual da Folha e o Guia do Viajante Independente. Depois, as intemináveis e deliciosas pesquisas na internet sobre as cidades que iríamos conhecer: Paris, Florença, Roma, Veneza e Interlaken (na belíssima Suíça). E juro, as consultas nos blogs foram fundamentais. Dicas sobre os passeios óbvios (que para uma primeira visita é o que interessa) e alguns toques sobre lugares singulares.

Amamos tudo de paixão!!!

Como foi a nossa primeira viagem internacional, confesso: a emoção começou já com a tirada do passaporte!! Bom, fizemos as reservas dos hotéis utilizando basicamente o Booking.com. Sim, consultávamos o booking, e depois entrávamos no site do hotel para checar a tarifa. No caso do hotel de Veneza, foi melhor fechar diretamente. Buscamos hotéis com preço médio de 50 euros a diária, com café da manhã.

Só não utilizamos o booking em Paris, onde ficamos nua rede chamada Kyriad, simples mas muito boa (um café da manhã delicioso) – pois essa foi a indicação de uma amiga. E em Interlaken, que optamos por ficar em um hostel (Backpackers Villa Sonnenhof), já que lá tudo é mais caro. Eu tinha lido que os albergues na Suíça eram muito bons, e de fato esse foi maravilhoso.

Para quem quer saber de tudo sobre Paris e ainda tirar algumas dúvidas, eu indico o Conexão Paris!! É de uma brasileira que vive lá, a Lina, que gentilmente respondeu todas as minhas inquietudes.

O percurso entre as cidades, escolhemos fazer de trem. Sabíamos que não era a forma mais barata, mas queríamos esta experiência (e foi muuito bacana)!! Como fomos em agosto, mês em que eles estão em férias, acatamos a dica do Viaje na Viagem de sair daqui com tudo comprado.

A mega dica que descobrimos na internet, é para quem quer subir o Jungfraujoch em Interlaken, que é considerado o top da Europa. Se vc levar o ingresso do Trem do Corcovado, vc ganha 50% de desconto no ingresso do trem do Jungfraujoch e vice-versa!!! A diferença é que o trem do Corcovado custa R$ 45 e do Jungfrau 180 francos suíços!! E digo mais, o pessoal de lá precisou consultar a nota no site deles para conferir essa barbada!! Pelo visto os brasileiros que se aventuraram por lá não costumam utilizar esse benefício.

Outra coisa bacana que agilizamos pela internet, foi a compra de ingressos para a Academia e Uffizzi (em Florença) e o Museu do Vaticano, dessa forma praticamente não pegamos filas. Uma outra coisa legal, foi o Paris Pass Museum e o Roma Pass: nadica de filas!!!

Viajar por conta faz com que o planejamento seja intenso e quase exaustivo, mas garanto é bárbaro!!! Na verdade vc começa a viajar muito antes de chegar ao seu destino e tudo se torna mais gostoso, mais relevante, mais valioso. Admito que até então, tinha uma visão simplista de viagem, no sentido de achar que era somente uma oportunidade de lazer. Hoje também posso afirmar que viajar é uma oportunidade fantástica de crescimento. E mais: vicia! hahahaha.


Dani, querida! Muito obrigada por compartilhar tamanha experiência. E se alguém aí tiver histórias de viagens planejadas e vitoriosas, conte pra gente. Roubadas? Sim, também são bem-vindas! Porque sem elas, nenhuma viagem seria perfeita! :-)

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por SÍLVIA OLIVEIRA

4 comentários:

Margarida Nobre disse…

Silvia

Eu nem imagino viajar de outra maneira que não seja planeando eu própria a viagem!!Já fiz viagens enormes aqui na Europa,planeando tudo ao promenor,muitas vezes são meses de pesquisas…hehe…mas isso também faz parte!
Gostei muito do relato da Danielle!

Bjs
Outubro 12, 2009 5:35 PM
Anônimo disse…

Coincidência. Eu, meu marido e mais dois casais fizemos um roteiro parecido e também viajamos por conta. Foi nossa primeira viagem pela Europa e achei tudo deliciosamente divertido e simples. Usamos o booking.com para algunas cidades, indicação de amigos para Paris. Compramos os ingressos pela internet e os cartões (Roma Passe e Paris Museum) e nos livramos das filas. Também compramos daqui as passagens de trem. Deu tudo muito certo e a todo momento tínhamos a sensação de que a mão divina colocava pequenas surpresas em nosso caminho. Alugamos uma van e nos aventuramos pela Toscana. Roma, Florença, Veneza, Verona e cidadezinhas medievais da Toscana. Fomos ao belíssimo Lago Di Garda, ao pé dos Alpes e terminamos em Paris. Foi simplesmente maravilhoso.
Alessandra Pajolla
Outubro 14, 2009 7:27 PM
Vitor disse…

Muito bom o seu blog!
Poderia colocar um link do meu aí no seu blogroll?
www.victortrotamundo.wordpress.com

Grande abraço e parabéns!
Outubro 18, 2009 10:43 PM
Dani Lamoço disse…

Noooossa que tudo meu relato no seu mega-blaster-master-ultra-top-plus blog!!!
Que honra!!
Bom, como eu disse: viajar vicia, agora vou aproveitar suas valiosas dicas de Foz e provar a chipa!!
Um beijo grande e obrigada
Dani

Morro de São Paulo: Amplie seu vocabulário: “garçonete” em chileno é…

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Amplie seu vocabulário: “garçonete” em chileno é…

Foto: Matraca’s Image Bank

Morro de São Paulo: No Atacama fique atento ao “solmáforo”

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No Atacama fique atento ao “solmáforo”

Raios ultravioleta: índice extremo.

Foto: Matraca’s Image Bank

Morro de São Paulo: Se a Mariana tivesse vindo…

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Se a Mariana tivesse vindo…

Não ia passar necessidade. (Comida internacional, ainda por cima!)

Foto: Matraca’s Image Bank

Morro de São Paulo: Balé no deserto

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Balé no deserto

Momento Bolshoi no Deserto do Atacama.

Foto: Raul-Num-Aguento-Mais-Fazer-Foto-De-Por-Do-Sol-No-Deserto

por Silvia Oliveira

Morro de São Paulo: Café da manhã em Santiago do Chile

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Café da manhã em Santiago do Chile

O bom de ficar em apart-hotel (diárias a US$ 54,00 – aguardem informações a respeito) é poder fazer a festa no supermercado. O Raul e eu adoramos fuçar nas gôndolas para encontrar alguma coisa diferente. O bom mesmo é poder preparar um delicioso café da manhã. Simples, mas do jeito que a gente gosta.

Fotos: Raul Mattar

Café da manhã, Chile, Santiago                por Silvia Oliveira

Morro de São Paulo: Mais um..

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Mais um..


Coleção de carimbos no passaporte: paixão de todo viajante. (Foto: Matraca’s Image Bank)

Ahhh, vai me dizer que você não tem (ou já teve) esse momento dããããrd: passa pela imigração, vai em direção às esteiras de bagagem, continua andando como quem não quer nada, dá uma disfarçadinha… e abre o passaporte para ver o mais novo carimbo da sua coleção. Rá!

Alfândega, passaporte             por Silvia Oliveira

Morro de São Paulo: Expedição Chile

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Expedição Chile

Começa hoje. Uma viagem de 10 dias pelo Chile (Santiago e Deserto do Atacama). Desde 2007 planejamos ir para lá. Cheguei a emitir as passagens naquele ano com seis meses de antecedência… e fiquei grávida três meses antes do embarque.

Não, a gente não cancelou o passeio. Apenas adiamos as férias. :-)

Até a madrugada de amanhã estaremos entre aeroportos, bagagens e check-in. Sempre que puder vou atualizar o Twitter, que nesta temporada chilena ficará aqui, do lado esquerdo do coração – mesmo que o tempo e a distância digam “não”. Rá. Tá bom, eu paro de gracinha.

Se você ainda não está no Twitter poderá me acompanhar aqui no blog mesmo, lendo as bobagens que a gente fala no widget adicionado na barra lateral.

ATENÇÃO:

É proibido ao leitor do Matraqueando deixar de ler este blog durante a ausência temporária de seus autores. A inobservância desta lei implicará em penalidades ao infrator, como multa e pragas (tipo, dois anos sem viajar!), suspensão e até a perda do título de matraquete.

Expedição Chile, twitter        por Silvia Oliveira

Morro de São Paulo: Inglaterra a 50 euros por dia – Parte 3

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Inglaterra a 50 euros por dia – Parte 3

ONDE FICAR NA INGLATERRA

Os afamados Bed & Breakfast – espalhados por todos os cantos mundo – são patrimônio britânico. Está para a Inglaterra assim como a pensión está para a Espanha. Não significa que será a opção mais barata, mas, provavelmente, a mais típica.

Aqui, e principalmente aqui, a tradução deve ser literal: cama e café da manhã. Sem chorumelas. Você pode até encontrar lençóis engomados. Os detalhes que determinam “o” tipo de cama ou “o” tipo de café vão refletir no preço da diária.

Você vai achar B&B a partir de 25 libras. Lembre-se da regra. Ninguém faz caridade na indústria turística, muito menos o setor hoteleiro. Ao pagar pouco neste tipo de hospedagem você poderá levar algo como localização menos privilegiada, quartos claustrofóbicos ou até um serviço de segunda.


Londres: vista noturna do Parlamento britânico. (Foto: A. Schaeffer)

HOSPEDAGEM ECONÔMICA NA INGLATERRA

Para um orçamento mão-de-vaca-muquirana a opção de hospedagem barata na Inglaterra vai cair na rede dos albergues. São muitos, nas principais cidades do país, alguns com estrutura de fazer inveja a muito hotelzinho três estrelas. Mas estão entre os mais caros do continente.

Muitos dos hostels londrinos, por exemplo, dão descontos para quem reserva sete dias. Ou cobram uma tarifa menor ou dão uma noite grátis. (Dica, aliás, que vale para outros países europeus. Informe-se sempre.)

Em Londres, o novíssimo London Central, da Hostelling International levou no ano passado o prêmio de melhor hospedagem econômica da cidade, dado pela Visit London Awards 2008. Diárias a partir de 19,95 libras por pessoa em quarto coletivo. O café da manhã não está incluído, mas tem cozinha disponível para o hóspede e internet wi-fi. Metrô Great Portland. Outro da mesma rede é o London St. Paul’s. Perto da catedral. Diárias a partir de 18 libras nos dormitórios. Café da manhã incluído. Metrô: St. Paul’s.

Entre os hostels independentes da capital temos o Millenium Lodge com diárias a partir de 16 libras nos quartos coletivos. Cobram 2 libras a mais no fim de semana. Quartos para casal – um achado – a partir de 35 libras (valor em março de 2010). Agora em novembro o mesmo quarto duplo sai por 42,50 libras. Ainda assim, nada mal. Café da manhã incluído. Curiosidade: tem um restaurante com comida… brasileira. Fica em frente ao metrô Kensal Green. Se sua opção é um B&B, assim, só para dizer subi na vida – mas na verdade você não está podendo tanto, tente o Ealing Guest House. O quarto para casal está 40 libras, sem banheiro. Com banheiro, fica 55 libras. Café da manhã – simplérrimo – incluído. Os quartos são franciscanos e os banheiros não reclamariam se recebessem uma reforminha.

Em Liverpool, o Youth Hostel Liverpool é um dos mais modernos da Europa. Além de ser extremamente organizado, o café da manhã (mais britânico impossível) vale por um almoço: ovos fritos, bacon, salsinha e lombo de porco. Para ajudar, está muito bem localizado: perto do Albert Dock (região do porto recém revitalizada), Tate Modern e Museu Marítimo. Sem falar que a decoração faz toda uma referência aos Beatles. Diárias em quarto coletivo a partir de 15,95 libras. Quem for para York, uma das cidades de maior importância na história da Inglaterra, pode se surpreender com o B&B The Bar Convent , instalado dentro do convento mais antigo do país. O café da manhã – com suco, cereais, torradas, croissants, iogurtes e frutas – está incluído no preço. Quarto de casal a partir de 50 libras, sem banheiro.

No balenário de Brighton (vai fazer sol, vai fazer sol, vai fazer sol…) fique no charmosinho hostel St Christopher’s Inn’s. Bem localizado, perto da praia e das estações de ônibus e trem. Diárias em quartos coletivos a partir de 13 libras. O quarto para casal sai a partir de 41 libras. Café da manhã incluído.

ONDE COMER NA INGLATERRA


Chá de cinco: servido a partir das 14h. E não só o chá. (Foto: Sam Weng)

Assim como você come coxinha no Brasil, kebab na Grécia, salsichão na Alemanha e crepe na França você não vai escapar do fish & chips – peixe com batata frita – na Inglaterra. Mas foi-se o tempo em que a cozinha britânica era malfadada e sem classe. Hoje, só a capital londrina tem quase 40 restaurantes estrelados pelo Guia Michelin.

Claro que você, proprietário do modelo 5.0 de viagem, não vai nem passar perto de algum deles (a não ser no seu momento extravagância). Mas isso não quer dizer comer mal, comer pouco ou viver à base de rosbife.

Sinceramente? O país é tão diverso, recebe tanto imigrante, a cozinha é tão diversificada e são tantas as opções que não acho tão caro assim comer na Inglaterra, principalmente em Londres. Começando pelos supermercados, qualquer um deles será seu amigo de fé, seu irmão camarada. Tem o Tesco, o Sainsbury e o Sommerfield. O supermercado mais barato da Inglaterra é o Netto, com sucos de 200ml por 0,25 centavos de libra (juro!), massas prontas (para levar ao microondas do albergue) por 1 libra! Dificuldade: em Londres estão em zonas mais afastadas.

A rede Deep Pan Pizza tem várias unidades na cidade. Não achei o site da empresa, pode? Mas há filiais bem ali no centrinho: uma na Piccadilly Circus, outra na Trafalgar Square e outra na Leicester Square. Ou você pede só uma fatia de pizza por uma média de 3 libras cada ou opta pelo “rodízio”: pizza, massa e salada à vontade por 9 libras.

Os restaurantes da rede Stock Pot também pipocam pela cidade e estão próximos dos principais pontos de visitação. Vive lotado e você vai ter que dividir a mesa com algum estranho. O prato do dia pode ser uma cremosa sopa de camarão, peixe com massa ou um risoto por no máximo 10 libras. Cozinha de primeira pelo preço que cobra. Já a cadeia de fast food ligth Pret a Manger é uma opção tão feliz que dá para passar todo dia em alguma das várias unidades de Londres para comer um saboroso sanduíche com pasta de salmão e saladinha… por 3 libras!

O Nando´s, uma rede fundada por portugueses, tem uma decoração que oscila entre o bom gosto e o esquisito. Mas sua porção philippestarckiana vai por água abaixo ao se deparar com um cardápio delicioso, original e baratíssimo. Saladas a partir de 3,70 libras. O prato da casa, frango piri-piri (com um tempero bem hot), para duas pessoas sai por 10,95 libras. Ou uma porção pequena por 3,30. De sobremesa, tortinha de côco por 1,30 libra. São várias unidades pela capital. Ainda em Londres, o charmoso Bistrô 1, com cozinha de influência mediterrânea, oferece entrada e prato principal por 7,90 libras no almoço e 10,90 no jantar. Tem três unidades no Soho e uma no Covent Garden.

Para não perder o costume de comer um pratinho exótico em Londres – herança da forte imigração asiática – experimente o restaurante Cây Tre com pratos vietnamitas todos enfeitadinhos (tipo alta gastronomia) por uma média de 7 libras. Fica em Hoxton. Bem, falamos basicamente de Londres, mas a maioria das redes e supermercados mencionados aqui está nas mais diversas cidades inglesas como Liverpool, Bath, Manchester e Brighton. Acesse os sites dos estabelecimentos para descobrir qual a filial mais perto de você.

SESSÃO MÃO-DE-VACA-MUQUIRANA

Conheça a rede Neals’yard Dairy que vende toda a sorte de queijos britânicos. Há duas unidades em Londres: uma no Convent Garden e outra no Borough Market. Ambos, clássicos mercadões da cidade. Aproveite para fazer uma boquinha na degustação gratuita de queijos para quem for conhecer a fábrica, que fica do lado da filial do Borough Market.

MOMENTO EXTRAVAGÂNCIA

Alugar um carro – cuidado, a mão é invertida – e correr (modo de falar) para o norte da Inglaterra, a quatro horas de Londres. No condado de Cumbria, quase já chegando à Escócia fica o Distrito dos Lagos. Uma região com diversas vilinhas beirando 16 lagos (vá parando por eles) que darão as melhores fotos da viagem. Não deve ficar absurdamente caro, mas qualquer slow travel para mim é um verdadeiro luxo!

Ó QUE CURIOSO

O metrô de Londres – também chamamdo de tube – é de 1863, o primeiro do mundo.


O metrô mais antigo do mundo. (Foto: Matthew Trow)

UM FILME PARA INSPIRAR

A Rainha, de Stephen Frears. (2006)

INGLATERRA LEMBRA

Charles Chaplin, soldadinho de chumbo e Diana. To be or not to be: that is the question.

MELHOR ÉPOCA PARA IR

Seria o verão. Calor, tempo mais firme. Mas também, como em toda alta temporada, os preços vão explodir. Em setembro ainda há um clima festivo com alguns eventos culturais importantes. Mas por tudo o que o país oferece, qualquer época é época em Londres.

Site do país: www.visitbritain.com
Embaixada brasileira: 32, Green Street, (44-20) 7399-9000. www.brazil.org.uk

PRÓXIMA PARADA: ITÁLIA! Tan tan ram ram (som de tarantella…)

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Morro de São Paulo: Inglaterra a 50 euros por dia – Parte 2

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Inglaterra a 50 euros por dia – Parte 2

+ 15 DICAS DA INGLATERRA
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1. Londres tem cinco aeroportos. Vindo do Brasil – ou para voos internacionais em geral – você provavelmente descerá em Heathrow . Há um metrô na porta que lhe deixa no centro da cidade em 40 minutos. A passagem custa 4,8 4,0 libras. A Picadilly line faz o percurso. O mesmo trajeto de trem é mais rápido (15 minutos), mas também custa mais caro: 13 libras. Caso chegue à noite, quando o serviço de metrô não está mais disponível, pegue o night bus 97 que vai até a Picadilly Circus por 2 libras. De Gatwick – um aeroporto muito usado pelas companhias europeias low cost – são 30 minutos de trem por 15 libras ou uma hora de ônibus por 13 libras (ida e volta).
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2. A maneira mais rápida e eficiente de circular pela capital londrina é de metrô. Mas a passagem individual custa cabeludas 4,80 4,00 libras. No aeroporto mesmo compre o cartão Oyster, um magnético que dá 50% de desconto nas passagens. Se você carregar por uma semana sai por 28 libras para circular pelas zonas 1 e 2, onde estão as principais atrações. Caso prefira use o Day Travelcard, bilhetes que valem por um dia e que custam 6,60 libras. Oferece transporte ilimitado nas zonas 1 e 2.

3. Os célebres ônibus vermelhos de dois andares são mais em conta, mas o trânsito afobado de Londres não ajuda muito. De qualquer maneira, dar uma voltinha lááá em cima, no deck, está para uma viagem a Londres como a voltinha de camelo está para uma viagem ao Egito. Pegue as linhas 8 ou 11. Você terá um ótimo city tour, passando por vários pontos turísticos pelo custo de uma passagem: 2 libras.

4. Garanta sua Internet de graça em alguma das dezenas de bibliotecas públicas espalhadas por Londres. Quando você estiver caminhando e avistar alguma enorme construção vitoriana escrita Library na entrada, pode saber: ali tem Internet free. Só no bairro de Westminster – por onde você com certeza vai circular várias vezes – existem mais de 10 bibliotecas. Em algumas delas é possível “reservar” para usar a Internet durante sua estada na cidade. É necessário fazer uma carteirinha, mas não é cobrada nenhuma taxa pelo “membership”. Mas às vezes podem pedir comprovante de endereço e, então, você vai ficar a ver navios. Para saber qual biblioteca pública está mais perto de você acesse “What’s in London Libraries”.


As tradicionais cabines de telefone vermelhas. (Foto: Zsombor Benko)

5. A popular revista TNT traz muita informação sobre barbadas – hotéis, passeios, voos domésticos , etc – em Londres. A publicação é gratuita e você pode encontrar a sua nas principais estações de metrô da cidade. Para quem não abre mão de saber tuuudo sobre a vida cultural londrina, compre a revista Time Out, publicada às quartas-feiras. Custa 2,50 libras e é vendida em todos os cantos da cidade.

6. Já existem tantos brasileiros na Inglaterra que não para de pipocar diversas revistas em português cheias de dicas e promoções direcionadas a este público, nós! Elas ajudam muito a decifrar a cidade sob os olhos de quem – com os mesmo códigos culturais da gente – mora lá. A mais famosa é a Leros,  mas existem outras como a Revista Real e a Brasil Net. São todas gratuitas.

7. Londres tem várias estações de trem – todas servidas pelo metrô. Da estação Victoria saem trens para o balneário de Brighton e o aeroporto de Gatwick. De Paddigton você vai até Oxford e Cornualha, da King’s Cross você parte para York ou Cambridge. Saindo de Euston você pode chegar a Liverpool ou Manchester. Importante: tenha em mente qual é a estação correta, para não perder a viagem.

8. Mais sete atrações gratuitas que você pode encaixar no seu roteiro: 1) National Portrait Gallery – quase ao lado do National Gallery. É uma galeria exclusiva de retratos, vai de desconhecidos a famosos. 2) Natural History Museum, um dos melhores museus de história natural da Europa. 3) Science Museum, ao lado do Natural History Museum. Excelente até para quem não entende nada do assunto. Oi? 4) Victoria & Albert Museum, com uma das maiores coleções de arte e decoração do mundo. 5) Museum of London, que conta a história de Londres. Bem simpático. 6) Imperial War Museum, um museu de guerra de muito bom gosto, se é que isso existe. 7) Tate Britain (não confunda com o Tate Modern). É a galeria de arte puramente britânica. Para saber os horários de funcionamento acesse os respectivos sites.

9. No Rio Tâmisa tire aquela clássica foto na Tower Bridge – uma ponte sustentada por duas torres em estilo vitoriano. Por fora ela é grátis e muito mais emblemática. Mas se quiser é possível subir. Entrada a 6 libras. Estudantes pagam 4,50.

10. Conheça dois mercados típicos em Londres: o Portobello Market, no tradicional bairro de Nothing Hill (sim, aquele do filme com Julia Roberts e Hugh Grant) vende frutas e verduras durante a semana. Aos sábados também vira feira de antiguidades. Metrô: Nothing Hill Gate. Já o Brick Lane é o mercado dos imigrantes. Você vê por aqui uma outra cidade, diferente daquela do Palácio de Buckingham. Oferece vários lugares para comer bem barato. Metrô: Aldgate East.

11. Nas redondezas conheça Greenwich, a 10 quilômetros de Londres. No Observatório Real (gratuito) está localizado o meridiano que determina as horas da Terra. Não se avexe: tire aquela foto jacu em cima da linha que separa o leste do oeste, com um pé em cada hemisfério. Para chegar lá pegue o trem Docklands Light Railway que parte da estação Tower Hill.


Castelo de Windsor: bate-volta a uma hora de Londres. (Foto: Filipe Samora)

12. Em Cambridge vale a pena comprar o Visitor Card. O passe custa 3 libras, é válido por três semanas e dá descontos em restaurantes, compras de produtos e atrações. Adquira o seu na livraria Borders ou no balcão de informações do Shopping The Grafton.

13. Estudar inglês é seu foco? A TLSI com quatro filiais em Londres oferece cursos de 3 horas por dia, durante quatro semanas a partir de 79 libras. Repetindo: pelas quatro semanas de curso, três horas por dia, você paga isso mesmo: 79 libras. Não chega a R$ 230,00. Este valor é para o horário das 12h30 às 15h30 na unidade da Finsbury Park. Caso prefira estudar no centro, opte pela unidade da Oxford Street. Aulas no mesmo horário saem por 90 libras. No período noturno sobe para 110 libras o curso completo. Pegadinha: os professores são estagiários – que estão sendo treinados – e para esta modalidade de curso a escola não fornece certificado. Para ver tabela de preços, horários e unidades, clique aqui.

14. A uma hora de Londres, em Berkshire, está o Castelo de Windsor, o maior castelo habitado do mundo. Entre tantos aposentos, este serve para o momento relax da rainha. Tem 900 anos (o castelo, não a rainha) e mil quartos. Ingresso a 15,10 libras. É possível fazer reserva on-line aqui, pagando 1,25 libras de taxa.

15. Por favor, quando der, tome um café na cafeteria mais famosa de todos os tempos: a rede Starbucks nasceu aqui. Não se esqueça de dar uma passadinha na maior loja de departamentos do mundo, a Harrod’s. Não, não estou incentivando você a gastar. É só para apurar o gosto. E para achar um Pub – outro patrimônio inglês – que é a sua cara acesse Pubs.com.  Clique no link Pub Finder para escolher aquele que mais combina com você.

MUITO BOM – Nem preciso dizer: os maiores museus e principais atrações são grátis.

MUITO CHATO – Chove muito no país. Não se engane: os livros chamam essa chatice de clima temperado oceânico. Mas isso quer mesmo dizer: vai chover a qualquer momento. Quando não, um nubladão para estragar a foto.

Amanhã: hospedagem econômica! Ainda: onde comer bem e barato na Inglaterra. Sim, existe.

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Morro de São Paulo: Serviço: solicite seu Guia de Viagem Personalizado

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Serviço : solicite seu Guia de Viagem Personalizado

Guia personalizado triplo

Vai viajar e não sabe nem por onde começar o planejamento? Fica perdido com este universo sem fim sobre viagens na Internet? Sempre os mesmos lugares, as mesmas indicações? Quer informações precisas e direcionadas às suas férias? Deixe comigo. Vou elaborar para você um guia personalizado, de acordo com sua necessidade, tempo, dinheiro, estilo e preferência.

O Guia Personalizado Minha Viagem do Matraqueando vem cheio de dicas inteligentes para você aproveitar ao máximo seu passeio. São informações de hospedagem, comida, transporte, atrações, sites, história, arquitetura  e curiosidades sobre o destino escolhido, tudo pensado conforme o dinheiro que você pode gastar e o benefício que quer obter.

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O conteúdo que você vai receber é um  material jornalístico, com linguagem simples e informações testadas e aprovadas pela agência de notícias VoucherPress, a única no Brasil especializada em turismo.  Não se trata de um guia tradicional, mas algo estabelecido e absolutamente focado em você! O Guia Personalizado Minha Viagem traz textos objetivos, deixando a leitura mais agradável e de fácil consulta.

O guia  será enviado por correio eletrônico e entregue em formato PDF. Caso queira, você poderá imprimir os artigos ou apreciar todo o conteúdo  no seu computador ou leitor de textos. Se preferir, nós também podemos imprimir uma unidade exclusiva para você – com qualidade gráfica - por um custo adicional.

IMPORTANTE: não somos agentes de viagens, portanto toda a finalização de compras de passagem, hotéis ou reserva de carro deve ser feita por conta do cliente. Todo o nosso trabalho é independente. Nenhum serviço oferecido ou indicado no seu guia é propaganda disfarçada.

No momento, disponibilizamos estes destinos para você:

Guia Personalizado Minha Viagem – BRASIL | A partir de R$ 33,00

Guia Personalizado Minha Viagem – EUROPA | A partir de R$ 39,00

Guia Personalizado Minha Viagem – ESTADOS UNIDOS | A partir de R$ 37,00

Guia Personalizado Minha Viagem – ARGENTINA | A partir de R$ 33,00

Guia Personalizado Minha Viagem – CHILE | A partir de R$ 33,00

Morro de São Paulo: Leitura da Sexta: Jardins Marinhos Tropicais

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Leitura da Sexta: Jardins Marinhos Tropicais

Dois biólogos com um currículo brilhante lançam o livro Jardins Marinhos Tropicais, ilustrado com mais de uma década de fotografia subaquática. Lucia Malla e André Seale se encontraram por um acaso no Hawaí há muitos anos. Ela trabalhava num laboratório em Honolulu e ele havia ido para a U. of Hawaii fazer um doutorado no Instituto de Biologia Marinha do Havaí (HIMB).

Depois se mudaram juntos para a Coréia do Sul, onde trabalharam numa empresa de biotecnologia em Ansan envolvida em pesquisa de diabetes. “Depois de 3 anos na Ásia, voltamos pro Brasil, passamos 2 anos investindo na carreira fotográfica e viajando para aumentar nosso banco de imagens“, conta Lúcia.

A partir disso nasceu o Jardins Marinhos Tropicais, editado pela Metalivros em dois idiomas: português e inglês. Segundo a Lucia, a proposta do livro é desvendar para o público geral um pouco do mundo subaquático dos recifes de corais tropicais que eles encontram quando mergulham.  “A ênfase nos corais é uma preferência clara da gente pela explosão de biodiversidade que este ecossistema apresenta. Ao mostrar a beleza do que ali há, talvez atentemos melhor para a perda enorme que teremos no futuro caso este ecossistema desapareça do planeta“, explica a bióloga em entrevista exclusiva para o Matraqueando.

A especialidade do André é fisiologia de peixes. Já a fotografia subaquática nasceu como um hobby para ele – que sempre gostou de mergulhar - há quase 15 anos. “O hobby virou profissão paralela/colateral à ciência e hoje andam os dois de mãos dadas“, comenta Lúcia. As fotos do livro são do André Seale com textos escritos pela Lúcia: “uma ilustração às avessas“, brinca.

O casal aposta na multidisciplinaridade para garantir competência, qualidade e beleza no trabalho. “Acho que nada vale mais para mim que  acumular versatilidade dentro da biologia. Percebo que não sou na prática a ‘bióloga de uma nota só’ que eu tanto temia me tornar quando fazia faculdade. Eu adoro diversidade, multiplicidade!“, conclui.

Onde comprar: Livraria Cultura (versão em português) ou Art Sub (versão em inglês)

Quanto custa: R$ 80,00.  Ou R$ 64,00 em até 3 x no cartão para quem tem o Cartão Cultura (versão em português) ou US$ 50 + frete (versão em inglês)

Você pode acompanhar parte do trabalho desses dois queridos no blog Uma Malla Pelo Mundo.

Imagem: reprodução da capa do livro Jardins Marinhos Tropicais.

Postado por Silvia Oliveira

Morro de São Paulo: Mousse de Amora Light

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Mousse de Amora Light

Acordei com aquela vontade de colocar algo doce na boca. (Não, chega de chocotone!) Primeiro, pensei num pudim. O de leite. Era essa textura que queria. Algo que derretesse na língua, fosse fácil de degustar. Bem a cara de um domingo preguiçoso. Mas eu ando comendo pudim de leite toda semana, lá na cafeteria perto do meu trabalho.

Tem que ser algo diferente, com toque mais cítrico – matutei. “Por que você não faz mousse de maracujá?”, me perguntou o Raul. Ah, mousse de maracujá é tão batido. Mas era isso, eu queria mousse! Daquelas que quando a gente enfia a colher depois de pronta rompe uma fina película para revelar um manjar, ops, uma mousse cremosa e festeira.

Olha que sorte: tínhamos amoras frescas na geladeira (bem típicas nesta época do ano) e gelatina de amora ligth que já estava quase vencendo no armário. Nem pensei duas vezes. Aquela sobremesa refrescante, super bonita e que parece que você passou hoooras na cozinha preparando.

Ingredientes:

1 caixa de gelatina ligth sabor amora
1 lata de creme de leite light
1 lata de leite condensado ligth
250 ml de água fervente
Amoras frescas para decorar

Mode de preparo:

Dissolva a gelatina na água fervente e reserve. Bata no liquitificador o creme de leite e a lata de leite condensado. (Eu coloquei menos leite condensado para ficar menos doce!) Depois adicione a gelatina dissolvida (já resfriada) pouco a pouco e vá batendo em baixa velocidade até misturar tudo e se transformar num creme homogêno. Despeje em taças individuais ou em um refratário maior. Leva à geladeira por quatro horas. Decore com as amoras frescas.

Dica da Matraca: Para ficar “ligth” de verdade, substitua o creme de leite por iogurte desnatado.

Fotos: Matraca’s Image Bank

Mousse de Amora Light                  por Silvia Oliveira

Morro de São Paulo: Enquanto isso na companhia laranjinha…

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Enquanto isso na companhia laranjinha…

laranjinha

Num voo de  São Paulo a Santiago - quase seis horas  por conta de uma escala em Buenos Aires – a gente teve que se contentar com um sanduíche borrachudo. Ah, e pão de mel industrializado para arrematar!

Foto: Matraca’s Image Bank

por Silvia Oliveira

Morro de São Paulo: Bem-vindo ao mundo real!

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Bem-vindo ao mundo real!

costao praia

É muito bom passar um fim de semana com sombra, água fresca, sem hora para acordar, comida a rodo, bebida à vontade e um monte de gente paparicando você. Mas, no meu caso, isso só serve mesmo para tirar férias das férias.

Melhor: fomos com meus pais, que há muito queriam conhecer o Costão do Santinho, em Florianópolis  – eleito pelo 5º ano consecutivo como o melhor resort de praia do Brasil. A companhia faz toda a diferença. Nos divertimos – e descansamos - à beça!

Raul e eu estivemos lá no ano passado, quando a Mariana tinha 2 meses e meio. Naquela época eu também só queria fugir daquela rotina de fraldas e mamadas, depois de meses sem viajar por conta da gravidez.

A diferença é que em 2008 me ofereceram, assim que cheguei, as atividades do Costão Baby. Agradeci, dizendo que o bebê tinha vindo para ficar conosco. (Imagine, pensei, deixar esse ser tão dependente jogado com desconhecidos entre cubos coloridos).

Neste ano, ao fazer o check-in, ninguém me ofereceu nada. Então eu tratei de perguntar: “Onde fica o Costão Baby”? (Imagine, pensei, uma mocinha de um ano e meio já tem que conquistar um pouco de independência). Rá!

Foto:  De dentro do resort a vista da praia do Santinho. (Matraca’s Image Bank)

por Silvia Oliveira

Morro de São Paulo: Já chegou?

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Já chegou?

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Quanto tempo falta?

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Oi, falta muito?

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Já chegôUôôuôu?

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Onde fica esse reino?

Fotos: Matraca’s Image Bank

por Silvia Oliveira

Morro de São Paulo: Acordei pensando em Roma…

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Acordei pensando em Roma…

Foto: Raul Mattar

Coliseu, Roma                por Silvia Oliveira

Morro de São Paulo: Cinco roteiros cênicos de carro pelo Brasil

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Cinco roteiros cênicos de carro pelo Brasil

Existem tantas vantagens em viajar de carro que eu nem sei por que abandonei este gênero de passeio há anos. Estou falando daquelas expedições com tempo, cheias de contemplação em que a gente empaca onde quer, quando dá, do jeito que for.

Talvez a facilidade dos pacotes nacionais, a entrada de companhias aéreas low-cost nos país ou ainda o acúmulo de milhas me levaram mais aos aeroportos do que às estradas. Concordo, o que cobram pelo combustível é uma deselegância e há regiões com pedágios de valores indignos.

Mas viagens de carro costumam ser mais econômicas. É justamente a forma de transporte (para duas, três ou quatro pessoas peregrinando juntas) que barateia o custo final. O Brasil tem dezenas de roteiros cênicos – um mais charmoso do que o outro. Algum deles vai caber direitinho no seu bolso.

BELO HORIZONTE – OURO PRETO | Minas Gerais

Bem perto da capital mineira, você encontra um dos maiores e mais importantes conjuntos arquitetônicos e artísticos do Brasil. A viagem passa por Sabará que guarda inúmeras relíquias do período colonial. Mais adiante, em Caeté, a atração é a serra da Piedade – onde há um santuário no alto que proporciona uma suntuosa vista. Para chegar a Barão de Cocais são 30 quilômetros de estrada de terra, mas bem conservada. Uma espécie de Toscana brasileira. De Mariana – que abriga uma das catedrais mais ricas em ouro do Brasil – chega-se ao auge, em Ouro Preto, que dispensa apresentações. Dali para Tiradentes é um pulinho. Ao todo, são 167 quilômetros, num trajeto que deve ser percorrido em três ou quatro dias.

ESTRADA DA GRACIOSA | Paraná

É uma antiga trilha traçada pelos tropeiros para abrir um caminho entre planalto e litoral. Para chegar às cidades históricas do Paraná não é preciso descer, necessariamente, pela BR 277 – pagando R$ 12,70 de pedágio. A melhor opção é curtir esse pequeno e fofo trajeto. A estrada – de 33 quilômetros – passa por um trecho preservadíssimo da Mata Atlântica. É cheia de riachos, cachoeiras, bichinhos, flores e quiosques. Parte dela foi declarada Reserva da Biosfera pela UNESCO. A Estrada da Graciosa pode fazer parte de um bate-volta ou estar incluída numa viagem maior, passando por Morretes (onde você prova o prato típico do Paraná, o Barreado) e Antonina (que além do casario tem o melhor pastel de siri do estado) até chegar ao porto de Paranaguá.

LINHA VERDE | Bahia

Quem vem de Salvador deve pegar a Estrada do Coco (BA-099) até Itacimirim. Aqui começa a Linha Verde. Logo se chega a Arembepe – uma comunidade hippie que pouco mudou seu modo de vida desde que foi fundada na década de 60. A próxima parada, Praia do Forte, é um dos ápices do roteiro. Com uma vila sedutora, abriga o Projeto Tamar, um centro com vários tanques cheios de tartarugas. Ótimo para crianças. Dali até Imbassaí, um afinado vilarejo agreste cheio de coqueiros e hospedagens rústicas, são 10 quilômetros. Ao lado está o Costa do Sauípe, o primeiro resort da região. Já quem prefere o naturismo vai encontrar sua praia em Massarandupió, em Sítio do Conde. A sossegada Mangue Seco é a última parada da Linha Verde, já na divisa com o Sergipe. Foi aqui a filmagem da novela Tieta. Tem pouca estrutura, mas para os aficionados do gênero é a antecâmara do céu. Todo o percurso tem pouco mais de 200 quilômetros, mas a viagem exige pelo menos sete dias.

PARATI – RIO DE JANEIRO | Rio de Janeiro

O trecho fluminense da Rio-Santos é um dos mais harmônicos atrativos para quem se deleita com viagens cênicas. Baías, ilhas e cachoeiras serpenteiam 250 quilômetros da rodovia que forma o caminho. Depois de passar pelo centro histórico de Parati (onde é proibido circular de carro) aparece a baía de Angra dos Reis e suas mais de 300 ilhas. A 1h30 de barco de Angra está Ilha Grande, uma bem-sucedida parada antes de voltar à estrada. A região é montanhosa, com poucos trechos de ultrapassagem. Ao chegar próximo à capital, o trânsito fica mais intenso. Antes, faça uma paradinha em Grumari, uma das praias mais preservadas do Rio de Janeiro. Quatro dias de viagem, no mínimo.

VITÓRIA – ALTO DO CAPARAÓ | Espírito Santo a Minas

Pouco conhecido pela maioria dos brasileiros, este trecho pela serra capixaba revela uma parte do país que mistura paisagem, agroturismo e imigração. Já na BR-262 – em direção a Belo Horizonte – os 25 quilômetros até Domingo Martins são lentos e cheios de curva. A cidade, colonizada por alemães e italianos, está cheia de casinhas de madeira e restaurantes típicos. Mais adiante está o distrito de Pedra Azul, com uma rocha de mesmo nome que muda de cor conforme a posição do sol. O Parque Estadual da Pedra Azul é uma das principais atrações do roteiro. A 15 quilômetros do parque está Venda Nova do Imigrante, italianíssima cidade serrana. Pule para a Rodovia Pedro Cola (ES-166), onde há fazendas de agroturismo, vendendo produtos típicos. Mais 110 quilômetros e já está na estrada mineira que leva até o Alto do Caparaó, para a famosa caminhada ao Pico da Bandeira. Os 250 quilômetros rendem melhor se feitos calmamente em quatro dias.

Foto: Estrada da Graciosa, roteiro cênico no Paraná. (Raul Mattar)

Texto originalmente publicado na minha coluna “Viagens econômicas e inteligentes”, que sai  toda semana no portal Descubra Brasil.

Roteiros de carro               por Silvia Oliveira

Morro de São Paulo: Guia Personalizado Matraqueando | F.A.Q.

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Guia Personalizado Matraqueando | F.A.Q.

Recebo algumas dezenas de e-mails toda semana com perguntas variadas a respeito do Guia Personalizado Matraqueando – o único que trata você pelo nome!

Então, elaborei um F.A.Q. – que já está no submenu dos links do cabeçalho -com as questões mais frequentes.

1. O que é o Guia Personalizado Matraqueando?

Resposta: O Guia Personalizado Matraqueando é feito para quem tem necessidades específicas em relação a algum roteiro. Elaboramos um guia de acordo com seus anseios, tempo, dinheiro, estilo e preferência. São informações de hospedagem, comida, transporte, atrações, sites, história, arquitetura  e curiosidades sobre o destino escolhido, tudo pensado conforme o dinheiro que você pode gastar e o benefício que quer obter.

2.  Quem faz o guia?

Resposta: O guia é um projeto da jornalista Sílvia Oliveira, criadora e editora do site Matraqueando. O conteúdo que você vai receber é um  material jornalístico, com linguagem simples e informações testadas e aprovadas pela agência de notícias VoucherPress, a única no Brasil especializada em turismo.  Não se trata de um guia tradicional, mas algo estabelecido e absolutamente focado em você!

3. Como o guia é montado?

Resposta: Enviamos um briefing para desdobrar todo o roteiro. O briefing consiste numa série de perguntas para que possamos entender bem o que você  quer, bem quanto quer gastar por dia, seus interesses pessoais, o que visitar, essas coisas. É um questionário rápido, fundamental para o desempenho do trabalho.

4. Qual é o formato do guia?

Resposta: O Guia Personalizado Matraqueando é entregue em formato digital (PDF) em duas versões: uma para leitura no computador e outra para impressão que sai em formato livro. É possível solicitar uma edição impressa do guia – com qualidade gráfica – mas isso tem um custo adicional.

5. Qual é o prazo de entrega?

Resposta: Mínimo de 30 dias úteis. No caso dos guias personalizados Europa a lista de espera chega a quase três meses. Solicite o seu com antecedência.

6. Quanto custa o guia?

Resposta: Por ser personalizado, isso varia de acordo com o número de países, cidades e/ou regiões que você quer incluir no guia. Geralmente o investimento está entre R$ 33,00 e 160,00 reais**. Caso você esteja viajando em dupla ou grupo, compensa muito. O valor pode ser dividido entre os viajantes e como o guia é entregue em formato digital (PDF), todos poderão ter uma cópia personalizada. ** Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.

7. Vocês vendem passagens ou pacotes?

Resposta: Não somos agentes de viagens, portanto toda a finalização de compras de passagem, hotéis ou reserva de carro deve ser feita por conta do cliente. Todo o nosso trabalho é independente. Nenhum serviço oferecido ou indicado no seu guia é propaganda disfarçada.

8. Como é a forma de pagamento?

Resposta: Via depósito bancário, antecipado. O seu investimento será feito em nome de VoucherPress – Agência de Notícias.

———————-

As informações contidas no Guia Personalizado Matraqueando provêm de várias fontes. Embora todos os esforços de checagem sejam feitos, não nos responsabilizamos por divergências ou incorreções contidas nestes dados, nem temos responsabilidade civil por danos de qualquer tipo causados por erros ou omissões. É terminantemente proibido, sem limitações, vender ou reproduzir qualquer texto ou foto contidos na publicação.

Guia Matraqueando           por Silvia Oliveira

Morro de São Paulo: Comer bem e barato em Curitiba: Restaurante Fonk

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Comer bem e barato em Curitiba: Restaurante Fonk

Essa é o tipo de dica que só quem mora aqui conhece. Para começar, trata-se de um restaurante chinês. Portanto, não dá para entrar em qualquer um se não houver recomendação. Ao seguir a  filosofia mundial dos estabelecimentos que vendem comida chinesa, o Restaurante Fonk, em Curitiba, segue à risca seus conterrâneos: comida boa, farta e barata.

O ambiente é simplérrimo, mas abriga uma enorme televisão LCD para você assistir ao jornal do meio-dia enquanto mata as lombrigas. Apesar de não ter luxo nenhum na decoração (aliás, pelo contrário, aqueles quadros de dragão são um horror!)  é perfeito para quem está passando por ali ou trabalha no centro da cidade. Serve pelo sistema buffet – come-se à vontade – com diversos pratos quentes (camarão todo dia!), saladas, massas, sushi e banana caramelada de sobremesa.

De segunda a sexta custa R$ 7,90 – por pessoa. E nos fins de semana, a “fortuna” de R$ 8,90.  Horário de atendimento: 11h30-15h. Fica na Rua Comendador Araújo, nº 276. Centro. Tel.: 41/3024.0661.

Fotos: Matraca’s Image Bank

Restaurante Fonk              por Silvia Oliveira

Morro de São Paulo: 10 dicas para economizar em viagens nacionais

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10 dicas para economizar em viagens nacionais

Petiscos regionais: saborosos e baratos. (Foto: Raul Mattar)

1. Assuma sua porção muquirana

Todo mundo que viaja tem seu momento patrão. Dá ordens para o taxista. Reclama com o garçom. Solicita toalhas extras. Exige café da manhã colonial. Esbanja gorjetas. Só que estamos falando de viagens econômicas. Gastar menos não significa ter que expiar os pecados em todas as férias, mas há restrições – que podem variar do hotel-pelourinho à classe chicoteia do avião.  Faça sua planilha de gastos, estipule valores diários, priorize o urgente e dê preferência ao importante. Seja nobre, mas não arrogante.

2. Pacotes X viajar por conta

Há alguns anos os pacotes eram o melhor custo-benefício para quem queria conhecer algum destino brasileiro. Ainda existem boas pechinchas do gênero. Mas com a entrada de novas companhias aéreas no país, viajar de avião ficou mais fácil e barato. Algumas empresas dividem o valor da passagem em até 36 vezes. A ampla oferta de hotéis, pousadas e hostels também abre a possibilidade de encontrar hospedagem com preços honestos e compatíveis com seu orçamento. Se puder, evite marcar bilhetes de ida e volta na sexta e segunda-feira. Os dias mais baratos para viajar são terça e quarta. Pesquise e compare antes de comprar!

3. Estude seu destino

A menos que você vá para um resort – cujo destino é o complexo em si – aprenda sobre o modus-operandi do lugar que vai visitar. Blogs, sites, revistas e guias de turismo são feitos para isso mesmo. Virar um explorador à la Marco Pólo justo no dia em que sua viagem começa vai fazer você perder tempo, o bem mais valioso em uma viagem. Quem não sabe o que ver ou fazer no destino costuma arruinar roteiros clássicos, comer mal, comprar errado e, invariável, pagar muito.

4. Utilize o transporte público

Não reclame. Até Curitiba – com um transporte público considerado modelo para muitos países – tem lá seus problemas no quesito locomoção barata. Como o próprio nome diz é um serviço de uso comum, compartilhado e, por isso, mais acessível. Use o busão de forma inteligente. Horários de pico e trajetos muito longos vão comprometer seu bom humor. Prefira metrô e ônibus para passeios depois das nove da manhã e antes da cinco da tarde. Economizar nos tours privados ajuda a monetizar sua viagem. Só apele para o ar condicionado dos táxis em caso de (muita!) chuva ou se for meio-dia e a temperatura passar dos 30ºC.

5. Caminhe

Nem só de táxi, ônibus ou metrô vive um turista. Explore roteiros que possam ser feitos a pé. São gratuitos e despojados de preconceitos. Caminhar da igreja matriz até o museu mais próximo ou da praia até a praça central sai de graça.  É nesse trajeto descompromissado que você vai descolar aquele restaurantinho prosaico e econômico que nenhum guia consegue indicar. Ou vai descobrir uma rua, uma loja, um monumento que só a sua história de viagem poderá contar.

6. Conheça o supermercado local

Os grandes mercados de rede ou até aquele empório na esquina do seu hotel podem render deliciosos e econômicos lanchinhos. Sucos de caixinha, pães, bolos e frutas – tudo em porções individuais – são fáceis de carregar e enganam aquela fominha miserável que faz você gastar um bom trocado no meio da tarde. Aproveite para incluir no seu self-mão-de-vaca-service as comidinhas de rua: são típicas, baratas, aconchegantes e levam você à essência de qualquer lugar.

7. Fuja dos feriados

Quantas vezes você já ouviu esse conselho? E quantas vezes você não seguiu a recomendação? Sim, eu também tenho dias de folga justamente nos feriados prolongados, assim como você. O ideal é negociar no trabalho e com a família para que as viagens não coincidam com os fins de semana que duram quatro dias e custam cinco vezes mais. Se for inevitável viajar nesses períodos ou em alta temporada planeje e reserve tudo com muita antecedência (leia-se três meses antes, no mínimo) para tentar alguma barganha.

8. Dê preferência a hotéis com wi-fi grátis

Se você tem um computador portátil ou celular com acesso à internet vai economizar muito se seu hotel ou pousada oferecer conexão gratuita. Além de poder revisar os e-mails – para os que não conseguem viajar desplugados – é possível falar com a família através de sistemas como o Skype. Do computador para um telefone fixo ou móvel você pode fazer chamadas com tarifas simbólicas. Abra uma conta em Skipe.com.

9. Pesquise o clima da região

Alguns dias antes do embarque investigue nos sites especializados em previsão do tempo como está o clima no seu destino. Saber se vai chover, fazer muito calor ou muito frio ajuda na hora de montar a mala e evita gastos desnecessários por conta das intempéries de São Pedro.

10. Vá às compras com moderação

Já aprendi – por experiência própria – que não adianta dizer: fuja das compras! Investir num badulaque qualquer faz parte do processo psicológico ao qual somos submetidos durante uma viagem. Quando saímos de férias subimos um posto na nossa hierarquia pessoal. Por mais econômico que seja o seu passeio você vai gastar em uma semana fora de casa o que provavelmente gastaria durante um mês ficando nela. É como subir na vida por 15 dias. Ir às compras vai consagrar esse seu estado emergente. O segredo é estipular um valor para os souvenires. Ninguém mais do que você é capaz de determinar quanto custa para ser feliz!

Por Silvia Oliveira

Texto publicado originalmente na minha coluna “Viagens econômicas e inteligentes”, que sai semanalmente no portal Descubra Brasil.

Morro de São Paulo: Chile, para começar…

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Chile, para começar…

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Nem precisa de passaporte para ir até lá. Uma viagem rápida. No lugar do oceano, você cruza a Cordilheira dos Andes. Ir ao Chile é desembarcar num país conservador – só em 2004 autorizou a lei do divórcio –  mas que cresce sem parar.  E não foi só. Elegeu Michelle Bachelet (divorciada!) e declaradamente agnóstica (num país católico) para presidente da república. A quarta mulher a subir ao poder pelo voto direto na América Latina.

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O país é uma tripa, estreito (tem largura máxima de 175 quilômetros) e quase 4300 quilômetros de comprimento. Isso rendeu ao Chile paisagens insólitas, passando pelo deserto mais seco do mundo no norte a geleiras e fiordes no sul. Banhado pelo gelado Pacífico, tem uma variedade incrível de frutos do mar – alguns não existem em nenhum outro lugar do mundo. De exóticos a saborosos, cada um tem o seu. Sem falar nas empanadas, fritas ou assadas. Para fazer de qualquer momento mão-de-vaca-muquirana um banquete!

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Da pior ditadura aos vinhos célebres, o Chile também teve seu 11 de setembro. O ano era 1973. O general Pinochet chefiou o golpe militar que levou o então presidente socialista, Salvador Allende, a fazer seu último discurso de dentro do Palácio La Moneda. “Esta será, seguramente, la última oportunidad en que me pueda dirigir a ustedes. (…) Mis palabras no tienen amargura, sino decepción, y serán ellas el castigo moral para los que han traicionado el juramento que hicieron. (…) Éstas son mis últimas palabras, teniendo la certeza de que el sacrificio no será en vano. Tengo la certeza de que, por lo menos, habrá una sanción moral que castigará la felonía, la cobardía y la traición.”

Em seguida, Salvador Allende  se suicidou!

Foram 17 anos de ditadura. Pinochet chegou a ser preso. Respondeu por crimes de genocídio, tortura e terrorismo. Foi condenado, depois absolvido. Morreu em 2006 aos 91 anos, sem nunca pagar pelas barbaridades que cometeu.

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Nesse meio tempo, o Chile renasceu. Cultura, arte, política e economia passaram por diversas transformações que revelam um país adorável, surpreendente, inesgotável. A luta contra a violência doméstica – um problema crônico – está por todas as ruas, nas estações de metrô e na televisão. Resultado da força e da influência feminina de Bachelet.

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Nem saberia dizer quantas viagens eu teria que fazer à terra do poeta Pablo Neruda para dar conta de conhecer todo o universo que inspirou da cantora Violeta Parra à escritora Gabriela Mistral. Do formidável romancista Roberto Bolaño à best-seller Isabel Allende que, ao contrário do que imaginam, é apenas filha de um primo do presidente falecido.

Fotos: Matraca’s Image Bank (menos a última que é do Raul Mattar)

Introdução ao Chile                 por Silvia Oliveira

6 comentários

1.
Murica
Comentário do dia 07/12/2009 às 16:59

Que legal, boa introdução para gente entender o “espírito da coisa”. Quero fazer uma viagem de uns 20 dias pelo Chile, pegando Norte e Sul, será que dá tempo?

(Responder)
2.
Camila
Comentário do dia 07/12/2009 às 18:42

Após uma introdução como essa, já vi que você está inspirada! ;-) O Chile tá no topo da minha listinha faz tempo, não vejo a hora de conhecer pelo menos um pouquinho desse país tão fascinante!

(Responder)
3.
Sirlene
Comentário do dia 07/12/2009 às 20:49

Liga não, Silvinha. O Murilo tá surtado! Concordo com a Camila… imagine o que vem por aí! Beijos!

(Responder)
4.
Karina Bettega
Comentário do dia 08/12/2009 às 09:57

Oi Silvia!
Meu nome é Karina, fui aluna da Patricia Camrgo no curso de Turismo, e através do Turomaquia, acabei descobrindo o Matraqueando, e sempre dou uma espiadinha.
Parabéns pelo blog! Com certeza é uma super referência para quem está indo viajar para um dos destinos postados!
Bjs

(Responder)
5.
ANINHA
Comentário do dia 07/2/2010 às 23:16

Oi Silviaaaa!!!! Que saudade!!! Estou sempre de olho no blog que AmoOoOoOo…assim fico por dentro de tuuudo e me sinto mais proxima!!! besos guapa…desde Barcelona ihullllllll…

(Responder)
6.
marco antonio
Comentário do dia 24/2/2010 às 20:44

realmente o chile e tudo de bom, pessoas educadas, avenidas bonitas, limpas e extensas.vc. se sente seguro. vale a pena conhece-lo. Um centro de comercio bastante pungente e uma arquitetura belissima.um pais que merece ser visitado mais de uma vez. obrigado pelas dicas… passei dez dias com minha mulher, sogra e uma amiga, foi realmente surpreendente. recomendo.

Morro de São Paulo: Da janelinha do avião, a Cordilheira dos Andes

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Da janelinha do avião, a Cordilheira dos Andes

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A primeira providência que você deve tomar quando for ao Chile  é escolher o lado do avião onde vai se sentar, quer dizer, ocupar assento. (Sentar é um termo muito sofisticado na companhia laranjinha).

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Na ida escolha o lado esquerdo. Na volta, o direito. A Cordilheira dos Andes é a maior cadeia de montanhas do mundo em comprimento. São 8 mil quilômetros ao longo da América do Sul. Vai da Venezuela à Patagônia.

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A paisagem se repete durante mais de uma hora de voo. Mas nunca parece a mesma coisa. Ou a gente acha que não. Você torra um cartão de dois giga clicando a mescla de nuvens e picos nevados. De repente… mais nuvens e picos nevados. Um processo que hipnotiza.

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A altitude média da cordilheira é de 4 mil metros, sendo que o Pico do Aconcágua é o ponto culminante com 6900 metros, o mais alto do continente americano.

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Não se preocupe, você não vai se sentir jacu ao fotografar pela janelinha do avião. Todo mundo faz isso. E quem estiver do lado errado é capaz de pedir uma licencinha para você… pra ver melhor!

Fotos: Matraca’s Image Bank

Cordilheira dos Andes          por Silvia Oliveira

10 comentários

1.
Fernanda Freitas Braga
Comentário do dia 07/12/2009 às 10:23

Que coisa mais linda, eu tb quero ir!!!!
Estamos de partida para o Peru, e para o próximo ano, CHILE, ma aguarde.
beijos pros três.

(Responder)
2.
Carmen
Comentário do dia 09/12/2009 às 19:09

Amei estas fotos dos Andes. São um espectáculo, porque as montanhas quasi tocam o céu.
Um saludo
Carmen

(Responder)
3.
Fábio G
Comentário do dia 14/12/2009 às 21:03

Silvia, adorei as suas fotos, a cores sao vivissimas!!!!
Da licenca, mas qual é a marca da sua cam.
=D

(Responder)
4.
Silvia Oliveira
Comentário do dia 15/12/2009 às 13:41

Fábio G.

Minha maquininha é uma digital compacta Lumix, 10 mega pixels, com lente Leica. Mas não se engane, a diferença está na “fotógrafa”. hahahaha!

Ah, será que você não está confundindo as fotos? As do “Matraca’s Image Bank” são minhas, mas as com crédito para o “Raul Mattar”, são com outra máquina, daquelas grandotas, profissional.

Abs!

(Responder)
5.
Gigio
Comentário do dia 12/1/2010 às 22:23

Muito legal as postagens a respeito do Chile!! Dia 22/02 estou indo para lá e espero conseguir tirar algumas fotos assim também!

Visitarei Pucon, Valparaiso, Viña del Mar e Santiago.

Muito bom o site, parabéns! =)

(Responder)
Resposta de Silvia Oliveira

Valeu, Gigio! Depois volta aqui para contar as novidades! Abs!

(Responder)
6.
Emanuelly
Comentário do dia 15/1/2010 às 14:34

Oi Silvia querida!!!

Que fotos mais MARAVILHOSAS!!!!

Bjus
Manu

(Responder)
7.
Angie
Comentário do dia 08/2/2010 às 08:12

Que dica boa sobre escolher a posicao do assento no aviao!!! Adorei :-)
Beijos, Angie

(Responder)
8.
Juliana
Comentário do dia 12/2/2010 às 22:46

Estou pesquisando minha viagem pro Deserto do Atacama e encontrei outro Blog, com precos de passeios cotados em jan/2010, inclusive com a Lickan Antay, e estao bem mais caros dos postados aqui… =[
Quando voce viajou? Final de 2009 mesmo?

**Outra coisa li: “Sorte que eu tinha o telefone celular do dono da Lickan Antay, o amável Señor Jesús” >> Voce ainda tem? Poderia passar? **eles nao tem e-mail?

Obrigada!!!!

(Responder)
Resposta de Silvia Oliveira

Olá Juliana! Viajei em novembro de 2009 e os valores que coloquei são para passeios avulsos. Eu paguei mais barato ainda porque comprei todos juntos. Mas nós pechinchamos muito (meu marido tem ascendência árabe, hehehehe). Puxa, não encontro agora o cel. do dono, mas os telefones da agência são + 56 (055) 591.799 e +56 (055) 591.800. O Señor Jesus está lá todos os dias. Abs!

(Responder)
Resposta de Silvia Oliveira

Ah, outra coisa: JANEIRO é altíssima temporada – talvez por isso os valores estejam mais caros. Ou subiram os preços mesmo!

(Responder)
Resposta de Juliana

Oi Silvia,

Realmente, fiz uma confusao danada…. montei duas planilhas, uma com a previsao de gastos e depois na hora de montar a outra planilha para cotacao para os passeios, escrevi que era o preco para 2pessoas…por isso achei que os precos estavam tao diferentes! Marinheira de primeira viagem, fazendo programacao da viagem nas madrugadas…rs.

Vou rever minhas planilhas pra ver se nao estou comendo bola em outros itens!!!

Obrigada =)
9.
Priscila (inquietos)
Comentário do dia 14/2/2010 às 00:07

Oi, Silvia! O blog citado pela Juliana é o nosso. Na verdade a diferença de preços entre os passeios que fizemos com a Grado 10 e os que vcs fizeram com a Lickan Antay foi de apenas 2 mil pesos (no total). Ou seja, mesmo em janeiro, praticamente o mesmo preço.

O único passeio que notei uma diferença maior foi o Salar de Tara, que em janeiro estava 45 mil (contra os 35 mil que vcs pagaram em novembro).

(Responder)
10.
Priscila (inquietos)
Comentário do dia 14/2/2010 às 00:18

Acho que ficou confusa minha informação acima. O que quis dizer é que dos passeios que fizemos em comum (Valle da la muerte, Lagunas Altiplâncias, Geysers, Cejar), a diferença foi de apenas 2 mil pesos.

O único passeio que não fizemos foi o Salar de Tara, e esse sim tinha uma diferença maior, de 10 mil pesos.

Agora acho que ficou mais claro! Bjs.

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Resposta de Juliana

Oi Priscila

Desculpe a confusao!!! Erro MEU!
Montei duas planilhas, uma com a previsao de gastos e depois na hora de montar a outra planilha para cotacao para os passeios, escrevi que era o preco para 2pessoas…por isso achei que os precos estavam tao diferentes!

Vou rever minhas planilhas pra ver se nao estou comendo bola em outros itens!!!

Obrigada =)

Morro de São Paulo: Galeria de imagem: Museo de Arte Precolombino

Postado Por: O Morro de Sao Paulo  :  Categoria: Tem Novidades Divulgação Gratuita, Vai Viajar dicas

Galeria de imagem: Museo de Arte Precolombino


Um dos maiores legados artísticos dos povos pré-colombianos da América.


Da esquerda para a direita: estátua “El Guardián” (Mesoamércia) e “Chemamull” (Andes del Sur).


Na recepção, o “Chamán”: valor histórico sem precedentes.

O Museo de Arte Precolombino funciona de terça a domingo, das 10h às18h. A entrada custa 3 mil pesos (US$ 6,00). Grátis todos os domingos. Metrô: Plaza de Armas. Para ver o que nós já falamos do museu, clique aqui.

Fotos: Raul Mattar  Por Silvia Oliveira

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Metrô Arte em Santiago do Chile
Galeria de imagem: Mercado Central de Santiago
Galeria de imagem: Museo de Arte Precolombino

3 comentários

1.
Patricia – Turomaquia
Comentário do dia 10/12/2009 às 09:20

Caramba, cada foto, de babar! Também amei o Metrô Arte.
Beijos

(Responder)
2.
Carmen
Comentário do dia 10/12/2009 às 13:13

Gostaria muito de conhecer o Museo de Arte precolombino. As figuras são como totems. Adorei a fotos, sobre todo a primeira. É bárbara!!!

(Responder)
3.
Silvia Oliveira
Comentário do dia 10/12/2009 às 14:10

Meninas, dois museus imperdíveis em Santiago: este, o Precolombino e o La Chascona (casa do Pablo Neruda). Mas neste último não é permitido tirar fotos!