Morro de São Paulo - Bahia - Brasil. Blog de turismo, viagens e férias conhecendo antes de viajar

Posição do bebê no carrinho pode inibir seu desenvolvimento

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Tem Dicas Saúde, Tem Novidades Divulgação Gratuita.

Melhor posição do bebê no carrinho

A posição que você leva seu filho no carrinho tem grandes implicações sobre o desenvolvimento cerebral e o aprendizado do seu bebê. A descoberta foi feita em uma pesquisa inédita realizada na Grã-Bretanha.

O estilo tradicional dos carrinhos de bebê – com a criança voltada para a frente e de costas para os pais – pode estar inibindo o desenvolvimento sadio das crianças. Sendo levadas desta forma, as crianças interagem menos com seus pais e falam muito menos, o que retarda o seu desenvolvimento cognitivo.

Sono e batimentos cardíacos do bebê

O estudo, feito pela Dra Suzanne Zeedyk, da Universidade de Dundee (Escócia), observou 2.722 pais que levavam seus filhos em carrinhos de bebê. Em outro experimento controlado, 20 crianças foram levadas por um percurso de 1.600 metros, no qual os cientistas observavam o comportamento dos pais e dos bebês.

Os resultados mostram não apenas que os pais falam muito menos com os bebês que estão virados para a frente, como também que os seus padrões de sono e taxas de batimentos cardíacos variam em relação às crianças que estão sendo levadas no carrinho olhando para seus pais. Os pesquisadores sugerem que isto significa que olhar para os pais é menos estressante para as crianças.

Falando e sorrindo para seu filho

Segundo a pesquisa, 62% das crianças estavam de costas para quem empurrava o carrinho, índice que sobe para 86% quando as crianças tinham entre 1 e 2 anos de idade.

Os pais que empurravam os carrinhos olhando diretamente para os filhos conversavam muito mais com as crianças (25% contra 11%). Tanto os pais quanto as crianças sorriem mais quando estão frente a frente.

As crianças que são levadas de costas para os pais têm o dobro de chance de dormirem no trajeto, inibindo sua interação com os pais e com o mundo exterior, além de, eventualmente, causar problemas nos horários normais de sono.

Impacto no desenvolvimento do cérebro do bebê

“Se bebês estão passando uma parte significativa do tempo em um carrinho que inibe sua capacidade de se comunicar facilmente com seus pais, em uma idade em que o cérebro está no maior nível de desenvolvimento de toda a sua vida, então isso tem que ter um impacto negativo no desenvolvimento”, disse a Dra. Zeedyk.

“Nosso estudo experimental mostrou que, simplesmente virando a posição do carrinho, a taxa com que os pais falam com os filhos dobrou. Nossos dados sugerem que para muitos bebês hoje, a vida em um carrinho é emocionalmente mais pobre e possivelmente mais estressante. Bebês estressados tornam-se adultos ansiosos”, conclui a pesquisadora.

Ver mais notícias sobre os temas:
Cuidados com o Recém-nascido

Educação

Melhor posição do bebê no carrinho

A posição que você leva seu filho no carrinho tem grandes implicações sobre o desenvolvimento cerebral e o aprendizado do seu bebê. A descoberta foi feita em uma pesquisa inédita realizada na Grã-Bretanha.

O estilo tradicional dos carrinhos de bebê – com a criança voltada para a frente e de costas para os pais – pode estar inibindo o desenvolvimento sadio das crianças. Sendo levadas desta forma, as crianças interagem menos com seus pais e falam muito menos, o que retarda o seu desenvolvimento cognitivo.

Sono e batimentos cardíacos do bebê

O estudo, feito pela Dra Suzanne Zeedyk, da Universidade de Dundee (Escócia), observou 2.722 pais que levavam seus filhos em carrinhos de bebê. Em outro experimento controlado, 20 crianças foram levadas por um percurso de 1.600 metros, no qual os cientistas observavam o comportamento dos pais e dos bebês.

Os resultados mostram não apenas que os pais falam muito menos com os bebês que estão virados para a frente, como também que os seus padrões de sono e taxas de batimentos cardíacos variam em relação às crianças que estão sendo levadas no carrinho olhando para seus pais. Os pesquisadores sugerem que isto significa que olhar para os pais é menos estressante para as crianças.

Falando e sorrindo para seu filho

Segundo a pesquisa, 62% das crianças estavam de costas para quem empurrava o carrinho, índice que sobe para 86% quando as crianças tinham entre 1 e 2 anos de idade.

Os pais que empurravam os carrinhos olhando diretamente para os filhos conversavam muito mais com as crianças (25% contra 11%). Tanto os pais quanto as crianças sorriem mais quando estão frente a frente.

As crianças que são levadas de costas para os pais têm o dobro de chance de dormirem no trajeto, inibindo sua interação com os pais e com o mundo exterior, além de, eventualmente, causar problemas nos horários normais de sono.

Impacto no desenvolvimento do cérebro do bebê

“Se bebês estão passando uma parte significativa do tempo em um carrinho que inibe sua capacidade de se comunicar facilmente com seus pais, em uma idade em que o cérebro está no maior nível de desenvolvimento de toda a sua vida, então isso tem que ter um impacto negativo no desenvolvimento”, disse a Dra. Zeedyk.

“Nosso estudo experimental mostrou que, simplesmente virando a posição do carrinho, a taxa com que os pais falam com os filhos dobrou. Nossos dados sugerem que para muitos bebês hoje, a vida em um carrinho é emocionalmente mais pobre e possivelmente mais estressante. Bebês estressados tornam-se adultos ansiosos”, conclui a pesquisadora.

Organizações de A a Z

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Tem Denuncias & Protestos, Tem Dicas Saúde, Tem Novidades Divulgação Gratuita.

Veja abaixo uma lista de organizações que podem ajudar você:

Tem alguma entidade para sugerir? Descreva-a na seção de comentários, no final da página, que ela pode entrar para a lista.

Aids e sífilis:

Site do Programa nacional de Aids do governo brasileiro.

Alcoolismo:

Alcoólicos Anônimos (AA), que atendem 24 horas por dia pelo telefone (11) 3315-9333, ou consulte o site Alcoólicos Anônimos.

Alimentos: higiene na preparação:

- Página sobre cuidados para o final do ano da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo.

- Vigilância Sanitária (Anvisa).

Anticoncepcionais e contraceptivos – métodos

- Site Anticoncepção On-Line, com informações sobre vários tipos de métodos para evitar a gravidez.

- O Ministério da Saúde disponibiliza a Cartilha de Direitos Reprodutivos com informações sobre métodos anticoncepcionais.

Bancos de leite:

Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano no endereço http://www.fiocruz.br/redeblh.

Câncer:

Site do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Crianças portadoras de deficiências:

Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) no site http://www.apaebrasil.org.br.

Diabete:

- Informações no site da Sociedade Brasileira de Diabetes

- Site da Sociedade Brasileira de Endocrinologia

Doenças transmitidas por animais:

- Centro de Controle de Zoonoses de sua cidade; em São Paulo no site Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, ou pelos telefones (11) 3350-6624 / (11) 3350-6628.

- O Hospital Vital Brazil, do Instituto Butantan, atende 24 horas pelo telefone (11) 3726-7962. A página do instituto traz informações sobre primeiros socorros no caso de picadas de cobra, aranha e escorpião.

Drogas:

Serviço Viva-Voz da Secretaria Nacional Antidrogas, no telefone 0800- 5100015, para descobrir o Centro de Atenção Psicossocial mais próximo.

Envenenamento, intoxicação e picadas de animais peçonhentos:

- O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, mantém atendimento 24 horas pelo telefone 0800-0148110.

- A Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa) também mantém um número central para informações sobre intoxicação: 0800-7226001.

- O Hospital Vital Brazil, do Instituto Butantan, atende 24 horas pelo telefone (11) 3726-7962. A página do instituto traz informações sobre primeiros socorros no caso de picadas de cobra, aranha e escorpião.

Epilepsia:

- Site da Associação Brasileira de Epilepsia.

- O site da Liga Brasileira de Epilepsia inclui informações sobre centros de tratamento em diversos Estados do país. A organização tem sede em São Paulo e pode ser contatada através do telefone (11) 3085-6574

Infertilidade ou dificuldade para engravidar:

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida

Medicamentos cedidos gratuitamente pelo governo:

Página sobre o assunto no site do Ministério da Saúde.

Ministério da Saúde:

Portal Saúde

Segurança infantil:

- Organização não-governamental Criança Segura.

- Fraturas e acidentes: Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica.

Teste do pezinho (Triagem Neonatal):

- Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal através do site http://www.sbtn.org.br.

- Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) no site http://www.apaebrasil.org.br.

Tireoide – problemas:

Site da Sociedade Brasileira de Endocrinologia

Vacinas:

- Programa nacional de imunização do Ministério da Saúde.

- Calendário de vacinação recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria

Violência doméstica

- Encontre endereços e orientações no Portal Violência contra a Mulher, mantido pela Fundação Patrícia Galvão.

Tomar pílula por muito tempo prejudica a fertilidade?

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Tem Dicas Saúde, Tem Novidades Divulgação Gratuita.

Tomei pílula por muitos anos. Isso prejudica minhas chances de engravidar?

Não há provas científicas de que o uso prolongado de pílulas anticoncepcionais interfira na fertilidade da mulher. Antigamente, os médicos sugeriam que se fizessem “intervalos” sem a pílula de tempos em tempos, mas hoje em dia a recomendação não existe mais.

Na verdade, a pílula anticoncepcional pode até proteger seu sistema reprodutivo. O uso da pílula por anos a fio reduz significativamente os sintomas da endometriose, uma doença que provoca o acúmulo de sangue da menstruação nos órgãos reprodutivos e até em outros órgãos do abdome, e que é uma das grandes vilãs dos problemas de fertilidade.

Os dados mostram também que a pílula tem efeito protetor contra o câncer de ovário e de útero. Além disso, usuárias de pílula anticoncepcional correm menos risco de ter uma gravidez ectópica (quando o embrião começa a se desenvolver no lugar errado, fora do útero).

Lembre-se de que métodos anticoncepcionais com hormônios, como a pílula, só devem ser usados sob orientação médica, porque, assim como qualquer outro medicamente, tem efeitos colaterais.

A verdade é que o uso da pílula anticoncepcional dá uma falsa sensação de controle à mulher: como ela é eficiente para evitar a gravidez, na hora em que a mulher decide parar de tomá-la, quer já engravidar logo, nos primeiros meses.

Mas não é bem assim. Na maioria dos casos a gravidez não é tão imediata, mesmo para quem nunca tomou pílula na vida. Se você resolveu parar de tomar a pílula para engravidar, o ideal é que espere pelo menos um ciclo menstrual natural, para ver se tudo volta a funcionar direitinho.

Não há nenhum problema em engravidar logo no primeiro mês sem a pílula, mas é melhor esperar no mínimo a primeira menstruação para que você possa contar a gravidez com mais certeza.

É bem normal que a menstruação atrase um pouco no primeiro mês. Se você já estiver tentando, a ansiedade vai ser grande, e você certamente vai se decepcionar com o atraso, achando que já está grávida.

Algumas mulheres ficam alguns meses sem menstruar depois de tomar anticoncepcional, na chamada amenorreia pós-pílula, mas na maioria dos casos a causa é outra, como o estresse ou estar muito abaixo do peso.

Caso esteja pensando em parar de tomar a pílula nos próximos meses, já pode começar a preparar seu corpo para uma gravidez saudável, e a tomar ácido fólico desde já.

Sou diabética. Posso engravidar? Como a diabete afetará minha gravidez?

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Tem Dicas Saúde, Tem Novidades Divulgação Gratuita.

Se você tem diabetes e está pensando em engravidar, o melhor é se assegurar, antes de qualquer coisa, de que seus níveis glicêmicos estejam bem controlados.

Taxas elevadas de açúcar no sangue nos primeiros três meses da gravidez aumentam o risco de o bebê não se desenvolver da maneira correta.

Sua gravidez será considerada de risco, mas isso não significa que você terá problemas, principalmente se conseguir manter sua taxa de açúcar no sangue o mais próximo do normal possível.

Sua gestação será provavelmente acompanhada tanto pelo obstetra quanto pelo endocrinologista, e deve ser necessário reajustar as doses de insulina. Medicamentos como os hipoglicemiantes orais não costumam ser usados durante a gravidez.

Quais as chances de ter um filho biológico com 38 anos?

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Tem Dicas Saúde, Tem Novidades Divulgação Gratuita.

Estou com 38 anos, sou solteira e quero ter um filho biológico. Quais são as minhas alternativas?

Para esse tipo de caso, muitas mulheres optam pelo uso de um banco de sêmen, método pelo qual procuram uma clínica de reprodução assistida e recorrem a material colhido de um doador anônimo.

A partir daí e de uma boa conversa com o médico (que pedirá uma série de exames para avaliar suas condições físicas e a qualidade dos seus óvulos e útero), há duas técnicas possíveis para engravidar: a inseminação intra-uterina, em que os espermatozoides são injetados diretamente na cavidade do útero (com cerca de 15% de chance de gravidez) ou a fertilização in vitro, processo mais custoso, trabalhoso e dolorido, porém com maiores possibilidades de sucesso (por volta de 40% por tentativa, dependendo da idade da mulher).

Há ainda um outro caminho se você deseja aguardar um pouco mais até que tenha um parceiro para ser o pai do seu filho. Você pode então realizar um congelamento de óvulos para que sejam fertilizados futuramente.

O importante é encontrar um profissional especializado no assunto e de confiança que possa explicar direitinho para você os prós e contras de cada situação, sempre levando em conta sua idade.

Preciso tomar algum suplemento de ácido fólico na gravidez?

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Tem Dicas Saúde, Tem Novidades Divulgação Gratuita.

O ácido fólico é um nutriente muito importante para as grávidas, porque ajuda a prevenir doenças do tubo neural no bebê, como a espinha bífida (quando a medula espinhal não se fecha por completo), e pode diminuir o risco de abortos espontâneos. O problema é que é praticamente impossível consumir a quantidade de alimentos necessária para se chegar à dose ideal da vitamina durante a gestação.

Por esse motivo os médicos costumam prescrever um suplemento. O ideal, segundo os especialistas, é já estar tomando suplemento antes mesmo de engravidar, porque o desenvolvimento fetal é rápido no início da gestação, e os tubos neurais dos fetos se fecham durante as quatro primeiras semanas da gravidez.

Tanto que, nos Estados Unidos, os ginecologistas até recomendam que todas mulheres em idade fértil tomem ácido fólico, independente de estar ou não planejando uma gravidez, e no Brasil as farinhas de trigo em geral são enriquecidas com a substância.

Também conhecido como folato ou vitamina B9, esse ácido faz parte do complexo B. Seu corpo precisa dele para produzir glóbulos vermelhos, assim como norepinefrina e serotonina (componentes químicos do sistema nervoso).

Os obstetras geralmente indicam uma dose diária de 400 mcg de ácido fólico no primeiro trimestre da gestação, além de recomendar uma dieta rica em folato para reduzir os riscos de alguma alteração congênita no bebê.

Uma vez que você chegue ao segundo trimestre, o suplemento não é mais necessário, embora seu uso contínuo não prejudique você nem a criança.

A falta de folato na alimentação pode levar a um tipo de anemia conhecido como anemia por deficiência de folato. Os sintomas, como cansaço e fraqueza, são semelhantes aos da anemia por deficiência de ferro (ferropriva).

Uma leve falta de folato no organismo pode causar alterações de humor e irritação. Se tiver dúvidas quanto à sua dieta, converse com seu médico e veja se é o caso de consultar um nutricionista.

Mulheres que tiveram um filho com algum defeito no tubo neural têm maior risco de gerar outras crianças com o mesmo problema. Se for o seu caso, o médico irá prescrever uma dose bem maior de ácido fólico — 5 mg — um mês antes de você tentar engravidar e a manterá tomando o suplemento durante o primeiro trimestre. Os obstetras também costumam recomendar doses mais altas de ácido fólico para mulheres que tomam certos tipos de medicamento, como anticonvulsivantes para epilepsia.

Além dos suplementos, tente manter uma dieta que inclua alimentos ricos em ácido fólico, como as verduras verde-escuro. Uma boa porção diária de salada é um ótimo começo. Veja a seguir algumas outras sugestões de fontes da vitamina:

• couve

• batata grande (daquele tipo para assar com casca)

• feijão fradinho

• gérmen de trigo

• aspargos

• mamão papaia

• brócolis

• laranja

• ovo cozido

• salmão

• carne vermelha

Observação: Não cozinhe as verduras e legumes demais, porque isso acaba com o ácido fólico. O ideal é cozinhar os alimentos em um panela tampada, com o mínimo possível de água fervendo. Tente comer vegetais ligeiramente cozidos no vapor ou simplesmente crus.

Hipotireoidismo exige algum cuidado antes de engravidar?

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Tem Dicas Saúde, Tem Novidades Divulgação Gratuita.

Quero engravidar, mas tenho hipotireoidismo. Preciso de algum cuidado especial?

Em primeiro lugar, se os níveis hormonais estiverem baixos demais, pode ser que você não esteja ovulando normalmente, o que dificulta por si só uma gravidez. Por isso, a reposição correta da tiroxina, o hormônio que sua tiroide produz de forma deficiente, ajuda a retomar a ovulação e sua fertilidade.

Independentemente de ter o ciclo menstrual afetado, é muito importante passar por uma consulta médica para checar a quantas anda o funcionamento de sua tiroide antes de começar a tentar engravidar. Se as taxas da tiroide estiverem baixas demais, você provavelmente vai ter que iniciar uma reposição de tiroxina antes de pensar em concepção.

O hipotireoidismo em mulheres grávidas não costuma ter efeitos significativos desde que esteja bem controlado, já que os hormônios da tiroide (TSH) da mãe são necessários para o desenvolvimento do cérebro do bebê.

Se a função da tiroide não estiver bem regulada, há risco maior de aborto espontâneo, complicações da gravidez (como pré-eclâmpsia) e problemas para a criança (como defeitos cardíacos).

Em muitos casos, durante a gestação, os médicos até aumentam as doses da medicação, para que não falte nada do que o bebê precisa para se desenvolver de forma saudável. Lembrando sempre que esse tipo de decisão precisa ser tomada por um especialista e varia bastante caso a caso.

Para mais detalhes sobre como se preparar melhor para ter um filho, consulte nossos artigos sobre os cuidados de antes de ter um bebê.

Dá para engravidar programando a data de nascimento?

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Tem Dicas Saúde, Tem Novidades Divulgação Gratuita.

Quero engravidar para meu filho nascer bem no aniversário do pai. É possível?

Você até pode tentar se programar para engravidar em determinada data para que o bebê nasça num dia específico, mas acertar já é outra história: se você conseguir, vai ser mais ou menos como ganhar na loteria.

Mesmo que você programe a relação sexual para o momento certo e use as melhores posições sexuais para engravidar, ainda assim suas chances, a cada ciclo, não passam de 25%.

Isso sem contar que cada ciclo menstrual é diferente, e nem sempre a ovulação acontece no dia esperado, mesmo que você use nosso calendário da ovulação.

Até nos métodos mais modernos de reprodução assistida, como a inseminação artificial e a fertilização in vitro, as chances nunca passam de 50% por tentativa (na verdade ficam bem abaixo disso). E esses métodos estão sendo citados aqui só mesmo a título de exemplo. Eles são caros, estressantes e agressivos para com o organismo, e não faria sentido nenhum recorrer a eles só para tentar escolher a data do nascimento do bebê.

Muitas mulheres tentam programar pelo menos a época em que vão ter o bebê: tentando coincidir com os meses de férias, no caso de professoras, ou procurando evitar os meses mais quentes do ano, para minimizar os desconfortos da gravidez no alto verão, mas nem isso conseguem.

Para quem já está grávida, vale lembrar que o bebê só é considerado pronto para nascer depois de 37 semanas de gestação, mas o ideal é que ele fique ganhando peso na barriga até 40 semanas, para nascer forte e robusto, já que os bebês sempre perdem peso nos primeiros dias de vida. (Entenda como se conta a gravidez em semanas.)

Conclusão: melhor mesmo é não encanar muito com a possibilidade de engravidar ou de ter o bebê em determinada data. Até porque a criança talvez queira ter um aniversário só dela, sem precisar dividir a festa com ninguém.

Uma das maiores verdades da vida de pai e mãe é que não se pode controlar tudo. Assim como não dá para planejar exatamente o dia do nascimento do bebê, não dá para fazê-lo parar de chorar com uma fórmula mágica, nem fazê-lo dormir a noite inteira de cara, e nas circunstâncias normais nem escolher se vai ser menino ou menina… O inesperado faz parte do pacote, então já vá se acostumando.

E não se esqueça do mais importante: preparar seu corpo para uma gravidez saudável e começar a tomar ácido fólico desde já.

Quanto tempo vou demorar para engravidar?

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Tem Dicas Saúde, Tem Novidades Divulgação Gratuita.

É difícil dizer com precisão quanto tempo vai demorar para alguém engravidar. Apresentamos aqui, porém, algumas estatísticas que podem ajudá-la a ter uma idéia. Em condições normais, um casal fértil tem entre 20 e 30 por cento de chance de conceber uma criança a cada ciclo menstrual. Cerca de 85 por cento dos casais em geral consegue engravidar dentro de um ano mantendo relações sexuais frequentes, sem proteção. Metade do restante consegue a gravidez se continuar tentando por mais um ano. Isso quer dizer que alguns casais podem engravidar já no primeiro mês de tentativas, e para outros pode levar até dois anos para a concepção acontecer. E há a pequena parcela que demora ainda mais tempo.

Determinados fatores sabidamente têm impacto sobre a fertilidade. São eles:

• A idade, a alimentação e o estilo de vida da mulher

• A idade do parceiro, a alimentação, o estilo de vida e até as atividades profissionais

• Doenças crônicas

• Problemas na saúde reprodutiva

• A frequência das relações sexuais.

É tentador achar que, sabendo exatamente o dia da ovulação, vai dar para engravidar mais rápido. Os especialistas em fertilidade, porém, não são muito favoráveis a que as mulheres acompanhem cada detalhe do ciclo menstrual, com técnicas para detectar a ovulação (existem até testes de farmácia) para acelerar o processo, se elas não apresentarem nenhum problema a priori. Essa estratégia causa muito estresse e expectativa, e acaba com a naturalidade do relacionamento, já que é preciso sincronizar a vida sexual com os dias férteis.

Além disso, fatores como estresse, viagens e mudanças alimentares podem facilmente mudar o dia da ovulação, mesmo em mulheres regulares. O ideal é manter relações sexuais frequentes, cerca de três vezes por semana, para garantir que sempre haja espermatozóides no lugar certo na hora em que você ovular.

Em todo o caso, você pode usar nossa calculadora da ovulação para ter uma idéia dos dias em que tem mais chances de ficar grávida.

Como a maioria das mulheres passa bastante tempo evitando a gravidez, na hora em toma a grande decisão de começar a tentar fica com a impressão de que terá o mesmo tipo de controle sobre o corpo que tinha na época em que usava os métodos contraceptivos. Procure escapar dessa armadilha, deixando as coisas acontecerem naturalmente.

Os especialistas costumam recomendar que um casal só procure ajuda para uma possível infertilidade depois de um ano de tentativas frustradas, exceto se houver algum problema já conhecido, relacionado aos fatores acima (idade da mulher acima dos 35 anos, por exemplo, ou doenças específicas).

Da decisão à gravidez em 20 passos

Postado Por: Praia do Encanto  :  Categoria: Tem Dicas Saúde, Tem Novidades Divulgação Gratuita.

* 1. Vá a uma farmácia ou posto de saúde e comece a tomar ácido fólico
* 2. Pense duas vezes antes de cair na balada
* 3. Diminua o cafezinho sagrado de todo dia
* 4. Tente se aproximar do seu peso ideal
* 5. Encha a geladeira de comida saudável
* 6. Monte e siga seu programa de exercícios
* 7. Vá ao dentista
* 8. Pesquise um pouco o histórico médico da sua família
* 9. Marque uma consulta com o ginecologista
* 10. Observe seu corpo para descobrir quando está ovulando
* 11. Informe-se sobre seu plano de saúde ou pré-natal público
* 12. Faça as contas e programe sua vida financeira
* 13. Planeje seu espaço físico
* 14. Organize seus sentimentos e sua saúde mental
* 15. Proteja sua saúde e evite infecções
* 16. Pense bem
* 17. Conte a notícia para um(a) amigo(a)
* 18. Apimente sua relação
* 19. Pare de usar seu método anticoncepcional
* 20. Divirta-se e aproveite a vida despreocupada sem filhos

Parabéns! Você finalmente decidiu: vai tentar engravidar. Mas espere um pouco. Será que você pensou em tudo mesmo? Antes de ir às vias de fato e começar a tentar, siga nosso passo a passo para botar a vida em ordem e fazer tudo direitinho:

1. Vá a uma farmácia ou posto de saúde e comece a tomar ácido fólico

O ácido fólico é uma substância que evita defeitos no bebê, mas o melhor é que seja tomado pelo menos um mês antes de a mulher engravidar.

Mesmo que você ainda não tenha ido ao ginecologista para dar a notícia de que quer engravidar e fazer os exames necessários (leia abaixo), já pode ir tomando o ácido fólico, que é vendido sem receita médica nas farmácias, e fornecido gratuitamente em postos de saúde.

O ideal é comprar apenas o ácido fólico, e não um complexo de vitaminas. O excesso de vitamina A (mais que 770 mcg RAE ao dia) pode ser prejudicial ao feto. Leia mais no nosso artigo sobre o ácido fólico.

A dose recomendada de ácido fólico é de pelo menos 400 microgramas (mcg), equivalente a 0,4 miligrama, ao dia. O ácido fólico não engorda e é bem baratinho. Os comprimidos disponíveis normalmente têm bem mais do que a dose recomendada (muitas vezes com 1 ou 5 miligramas).

2. Pense duas vezes antes de cair na balada

Comece a preparar seu corpo pegando mais leve nas noitadas, principalmente reduzindo ou eliminando o cigarro, o consumo de drogas e de bebidas alcoólicas. Vários estudos já demonstraram que o fumo e o uso de drogas podem provocar aborto espontâneo, parto prematuro e bebês com baixo peso ao nascer.

As substâncias nocivas podem permanecer por mais tempo no organismo, por isso o melhor é parar bem antes de engravidar.

Leve em conta também que o cigarro afeta a fertilidade feminina e a contagem de espermatozoides do homem. Por isso, e também pelo fumo passivo, vale a pena pensar em limpar a casa do cigarro, com o casal abandonando o hábito antes mesmo da gravidez.

Os efeitos do álcool na gravidez são imprevisíveis, por isso alguns médicos sugerem que a mulher pare de beber antes mesmo de começar a tentar engravidar.

3. Diminua o cafezinho sagrado de todo dia

Pesquisas mostram que o excesso de cafeína pode afetar sua capacidade de absorver ferro, que é muito necessário na gravidez, e eleva o risco de o bebê morrer dentro do útero. Há ainda indícios de que a cafeína afete a fertilidade.

Vá reduzindo então seu consumo de cafeína, não só no cafezinho, mas também em refrigerantes, chás e até no chimarrão. Mas cuidado para não abrir mão da cafeína de uma vez só, pois você pode ficar com dores de cabeça bem desagradáveis.

Leia mais sobre a cafeína na gravidez.

4. Tente se aproximar do seu peso ideal

Estudos mostram que é mais difícil engravidar para mulheres muito magras ou acima do peso, com índice de massa corporal (IMC) abaixo de 20 ou acima de 30. Não sabe qual é seu IMC? Clique aqui para calcular.

Trabalhar para chegar ao peso ideal também vai ajudar você com o próximo passo, que é cuidar da alimentação. Afinal, comer bem é uma coisa que você vai precisar ter na cabeça durante a gravidez e até depois que o bebê nascer, quando estiver amamentando.

O melhor é pedir orientação a um profissional de saúde se você estiver fora da faixa recomendada de peso.

5. Encha a geladeira de comida saudável

Você ainda não está “comendo por dois”, mas é bom já ir se acostumando e estocando no seu organismo nutrientes que serão essenciais para uma gravidez saudável. Procure comer pelo menos duas porções de fruta por dia, e três porções de hortaliças e verduras.

Capriche também nas fibras e em alimentos ricos em cálcio, como leite, iogurte e brócolis.

Se você gosta muito de peixe, é melhor evitar alguns tipos que vivem em águas profundas, como cação, peixe-espada, garoupa e marlin, porque eles podem acumular mercúrio, substância prejudicial que fica no organismo por até um ano.

Uma boa sugestão é comer no máximo duas porções (cerca de 350 gramas) de peixes como salmão ou atum por semana.

6. Monte e siga seu programa de exercícios

Exercício na gravidez faz muito bem, mas o ideal é que a mulher já esteja fazendo atividade física antes de engravidar, porque aí é só continuar a fazer os exercícios a que já está acostumada, sempre tomando os cuidados necessários.

Além disso, a malhação pode ajudar a eliminar o estresse que pode vir junto com as tentativas de engravidar.

O mais recomendado é fazer uma hora de atividade física, como caminhada, bicicleta e musculação, pelo menos três ou quatro vezes por semana. Para completar, exercícios de flexibilidade e alongamento (como ioga).

Não faça muito mais que isso — excesso de exercícios pode acabar atrapalhando o ciclo menstrual. Desde que você esteja menstruando normalmente, deve estar tudo bem.

Se você sempre foi sedentária, comece aos poucos, sob orientação médica. Caminhar de 10 a 20 minutos por dia já é um bom princípio — vá ao supermercado a pé, suba escadas em vez de pegar o elevador, mexa seu corpo sempre que der.

7. Vá ao dentista

Há cada vez mais provas de que doenças na boca podem afetar a gravidez, fazendo o bebê nascer prematuro, por exemplo. As mudanças hormonais que acontecem durante a gestação deixam a mulher mais suscetível a problemas na gengiva.

Se faz mais de um ano que você não vai ao dentista, é melhor ir agora, antes de engravidar.

8. Pesquise um pouco o histórico médico da sua família

Você já ouviu seus pais contarem que tiveram um irmão que morreu pequeno, ou alguma criança na família que nasceu com problemas, ou tem parentes com doenças crônicas?

Pode parecer meio mórbido, mas vale a pena dar uma investigada na família de vocês dois para saber se não há histórico de problemas genéticos ou cromossômicos, como síndrome de Down, anemia falciforme, outros tipos de anemia como a talassemia, fibrose cística, doença de Tay-Sachs (frequente nos descendentes de judeus do Leste Europeu), hemofilia e outras.

Se descobrir alguma coisa suspeita, você vai poder perguntar ao ginecologista se é necessário algum tipo de exame especial ou aconselhamento genético para avaliar os riscos.

9. Marque uma consulta com o ginecologista

Não precisa ser ainda, necessariamente, com o médico que vai acompanhar a gravidez, mas você precisa marcar uma consulta e ir ao ginecologista para que ele dê uma olhada geral na sua saúde (e não só nos órgãos reprodutivos).

Diga ao médico todos os remédios que está tomando ou que tomou recentemente. Alguns medicamentos, como o antiacne Roacutan (isotretinoína), não só não podem ser tomados na gravidez, mas permanecem no organismo depois de você parar de tomá-los.

Conte ao médico sobre qualquer outro problema crônico de saúde, como a diabete ou disfunções da tiroide. O ginecologista vai dizer se você precisa tomar alguma vacina, como a contra a rubéola.

É o médico também que vai decidir se é necessário fazer algum tipo de investigação genética, com base no que você contar a ele do histórico da sua família.

10. Observe seu corpo para descobrir quando está ovulando

Não há nada contra simplesmente parar de evitar a gravidez e deixar a coisa rolar naturalmente, para ver o que acontece. Só que boa parte das mulheres fica ansiosa, querendo engravidar o quanto antes.

Se for esse seu caso, vale a pena se sintonizar com seu próprio organismo para ver se descobre a data da ovulação. Nossa calculadora da ovulação pode ajudar a dar uma ideia do momento ideal para encomendar o seu bebê, quando chegar a hora de tentar de verdade.

11. Informe-se sobre seu plano de saúde ou pré-natal público

A maioria dos planos de saúde tem dez meses de carência para gravidez, mesmo se apenas para mudança de categoria. Por isso, se você tem convênio ou plano de saúde, informe-se para ver quais hospitais, médicos e exames o plano cobre e se há reembolso. Se quiser mudar de categoria, terá de fazer isso antes de engravidar.

Caso você não tenha plano de saúde e pretenda entrar em um, vale a mesma coisa: você vai precisar entrar pelo menos dez meses antes da data do parto, portanto é bom dar uma boa antecedência antes de começar as tentativas concretas.

Maternidades particulares têm planos especiais para quem não tem plano de saúde — você pode se informar sobre eles. Todas as mulheres têm direito a atendimento pelo SUS, de graça, mas é aconselhável investigar na sua região para ver a qualidade da assistência médica, que varia muito. Um bom começo é procurar as unidades básicas de saúde (postos) para saber como funciona o pré-natal.

12. Faça as contas e programe sua vida financeira

Bebês vêm com enormes despesas. Procure fazer um planejamento dos gastos, não só os da gravidez e do parto, mas também os do resto da vida. Pense nas coisas menos óbvias, como o preço da escola — parece que está tão longe… O “a gente dá um jeito” não é a melhor maneira de pensar.

Veja também como vai ficar sua vida durante a licença-maternidade. Autônomas que contribuem para o INSS recebem o salário-base da contribuição, por isso talvez valha a pena aumentar a contribuição antes de engravidar para receber um salário melhor.

Descubra na empresa se há mudanças no esquema de trabalho para grávidas, ou se há muitos casos de mulheres que são mandadas embora depois que voltam da licença-maternidade (coisa que infelizmente não é tão rara assim).

13. Planeje seu espaço físico

Há lugar na sua casa para um bebê? A região é legal para criar um filho? Você quer construir mais um quartinho ou fazer uma reforma? O momento para pensar nisso é agora, não depois da gravidez. Lidar grávida com reforma ou mudança de casa é uma receita perfeita para o estresse.

14. Organize seus sentimentos e sua saúde mental

Mulheres que sofrem de depressão tendem a ter mais dificuldade para engravidar. Caso você não esteja com a cabeça boa, é melhor se tratar antes de engravidar, porque as mudanças hormonais são um furacão, e muitas vezes provocam depressão na gravidez e depressão pós-parto.

Se a mulher estiver equilibrada no momento da gravidez, tudo tende a ser mais fácil. O médico saberá quais antidepressivos podem ser tomados enquanto se está tentando engravidar. Vale tentar também técnicas como ioga e meditação.

Em relação ao seu parceiro, veja se o relacionamento de vocês está bem. A gravidez só vai piorar as coisas se a situação já não estiver boa.

15. Proteja sua saúde e evite infecções

Quando se está tentando engravidar, é bom começar a tomar os mesmos cuidados da gestação, para não ficar doente nas primeiras semanas da gravidez, que é justo quando os órgãos do bebê estão se formando e estão mais sujeitos a problemas.

Lave as mãos com frequência, peça para outra pessoa cuidar da caixinha de fezes do gato, para evitar a toxoplasmose. Prefira não comer carne crua, inclusive de peixe. Dê uma olhada desde já no nosso artigo sobre alimentação saudável na gravidez, pois você pode aplicar os mesmos princípios.

Quando já estiver tentando de verdade, evite tomar remédios no período depois da ovulação, ou seja, a partir da metade do ciclo menstrual, porque já pode haver um embriãozinho em desenvolvimento dentro da sua barriga.

16. Pense bem

Ter um filho é compromisso para a vida toda. Antes de pôr a mão na massa e fazer seu bebezinho, faça algumas perguntas a você mesma:

- Vocês dois estão no mesmo barco nessa história de ter um bebê?
- Se vocês têm diferenças de religião, já discutiram como isso vai afetar a criança?
- Você pensou em como vai conciliar o trabalho e os cuidados com a criança?
- Vocês estão dispostos a abrir mão da vida despreocupada e de “luxos” como dormir até mais tarde no fim de semana?

17. Conte a notícia para um(a) amigo(a)

É provável que você seja invadida por um monte de emoções ao mesmo tempo nesta época de decisões e tentativas. O apoio de uma pessoa especial é valiosíssimo. Mas não precisa espalhar para todo mundo que “está tentando”. Você vai ter de enfrentar olhares curiosos e cheios de expectativas cada vez que disser “oi” para as pessoas.

Outra opção é compartilhar sua expectativa com outras mulheres na sua situação, nos nossos fóruns, por exemplo.

18. Apimente sua relação

Há especialistas que acham que, quanto mais excitada a mulher, maior é a chance de haver fertilização. Já outros acham que não faz diferença. O ponto é que a hora do “vamos ver” é a mais gostosa, e deve ser aproveitada.

Prepare-se para esquentar as coisas: uma lingerie provocante, velas no quarto, uma massagem… Faça o que funciona melhor para vocês.

19. Pare de usar seu método anticoncepcional

Se você já seguiu todos os passos, está na hora de começar a tentar de verdade. Dependendo do método, a coisa é mais imediata — ou não. Basta deixar de usar a camisinha e vocês já estarão “tentando”, mas no caso de métodos hormonais a coisa não é tão fácil.

Se você toma a pílula tradicional combinada, por exemplo, é melhor terminar de tomar a cartela, para evitar que sua menstruação fique toda bagunçada. Pode levar alguns meses para o ciclo menstrual se regularizar depois da pílula.

O mesmo vale para os adesivos e o anel intravaginal. No caso da injeção de Depo-Provera, pode demorar mais tempo para você começar a ovular de novo, mesmo que a menstruação volte ao normal rápido. DIUs e implantes precisam ser retirados pelo médico.

Quanto tiver parado de usar anticoncepcional, acostume-se a marcar na agenda ou no calendário a data da sua menstruação. Depois vai ficar mais fácil contar a gravidez.

20. Divirta-se e aproveite a vida despreocupada sem filhos

Se tudo der certo, sua liberdade vai acabar logo. Então aproveite: ande de montanha-russa, monte a cavalo, surfe, faça tudo de radical que depois não vai poder fazer por um bom tempo.

Namore muito, vá ao cinema, durma até tarde. E tomara que seus esforços funcionem e que logo você esteja devorando toda nossa seção sobre gravidez.

E, quando aquele teste der positivo, não se esqueça de cadastrar a gravidez para começar a receber os boletins semanais grátis com o desenvolvimento do bebê.

Boa sorte!