Praias em Morro de São Paulo.

                  PRAIA DO ENCANTO. 

 

Praia do Encanto, em uma das mais lindas praias em Ilhas brasileira, que combina sol praias e coqueiros de maneira sedutora e irresistível e abriga kilometros de areia branca longe do stress dos grande centros. Praia do Encanto, em uma das mais lindas praias em Ilhas brasileira, que combina sol praias e coqueiros de maneira sedutora e irresistível e abriga kilometros de areia branca longe do stress dos grande centros. 

Praia do Encanto de Morro de São Paulo.

 A Praia do Encanto natureza intocada relações entre o ser humano e o mundo natural neste final de século, conservação e preservação brasileira em meio a Mata Atlântica nativa.  

Praia do Encanto exemplo de arquitetura ecológica e turismo para o mundo, natureza selvagem bem preservada. Praia do Encanto exemplo de arquitetura ecológica e turismo para o mundo, natureza selvagem bem preservada. 

Elegante cenário natural, coloridos de riqueza endêmica e variedade de espécies, contribuindo a ocorrência dos biomas, nesta praia pode desfrutar dos momentos descontraídos, confortáveis e prazerosas com sabor para todos os gostos num ambiente aconchegante aliado a uma culinária requintada, e uma visão privilegiada do mar.

A variedade de paisagens deste paraíso situada entre o mar e a Mata Atlântica, com areias brancas, águas calmas, mornas  e limpas, você se sentirá a contemplação da natureza, poderá se encantar com a beleza desta praia.   

Na Praia do Encanto as bromélias não são parasitas como muitas pessoas pensam, na natureza, aparecem como epífitas simplesmente apoiando-se em outro vegetal, a bromélia é uma monocotiledonia da família Bromeliaceae, ela possui papel fundamental para a sobrevivência de inúmeros seres vivos na natureza. Na Praia do Encanto as bromélias não são parasitas como muitas pessoas pensam, na natureza, aparecem como epífitas simplesmente apoiando-se em outro vegetal, a bromélia é uma monocotiledonia da família Bromeliaceae, ela possui papel fundamental para a sobrevivência de inúmeros seres vivos na natureza. 

A vegetação não possui uma fisionomia única em toda a sua extensão com variedades de restinga da Mata Atlântica, exóticas e donas de uma enorme diversidade de cores e tamanhos de bromélias, orquídeas definitivamente conquistaram este espaço paisagístico.

 

O alambique da Praia do Encanto fabrica artesanalmente a cachaça, pinga, é o nome dado à aguardente de cana, uma bebida alcoólica tipicamente brasileira, segundo o proprietario o objetivo é divulgar a história e cultura brasileira através da cachaça e orientar melhor os turistas estrangeiros que realmente conhecem como caipirinha. A Receita da caipirinha original, é bastante simples, ritual de todo gringo que vem ao Brasil tem que saborear uma caipirinha. O alambique da Praia do Encanto fabrica artesanalmente a cachaça, pinga, é o nome dado à aguardente de cana, uma bebida alcoólica tipicamente brasileira, segundo o proprietario o objetivo é divulgar a história e cultura brasileira através da cachaça e orientar melhor os turistas estrangeiros que realmente conhecem como caipirinha. A Receita da caipirinha original, é bastante simples, ritual de todo gringo que vem ao Brasil tem que saborear uma caipirinha. 

Os melhores hotéis compõem a infra-estrutura do local. É a mais preservada de todas. Uma excelente opção para quem procura paz e tranqüilidade, sendo considerada a praia das celebridades. Aliado a este detalhe, não deixa a desejar quando se fala em conforto, pois os hotéis  proporcionam o que há de melhor na Ilha e tudo o que é necessário para assegurar a comodidade e segurança dos turistas.

O receptivo da Praia do Encanto na Segunda Praia está com sua construção concluida. Iniciativa com recursos proprios de três hotéis de Morro de São Paulo. Um terminal de passageiros, uma pequena estação rodoviaria para atender as comunidades da Ilha e os turistas.  O receptivo da Praia do Encanto na Segunda Praia está com sua construção concluida. Iniciativa com recursos proprios de três hotéis de Morro de São Paulo. Um terminal de passageiros, uma pequena estação rodoviaria para atender as comunidades da Ilha e os turistas. 

A Praia do Encanto conta com uma infra – estrutura na Segunda Praia, destinada para o check-in e Check-out ( palavras utilizada pela  rede hoteleira para identificar a chegada e saída o do hóspede em um hotel). Utilizada diariamente por turistas que chegam a ilha pelo transporte do catamarã vindo de Salvador, e os que chegam a ilha via Valença, local que deixaram seus automóveis e pegaram o barco para Morro de São Paulo. Esta estrutura na Segunda Praia é conhecida por todos os guias e moradores como: Receptivo, praticamente uma pequena rodoviária local dos transportes, taxis que partem para a Praia do Encanto, Quarta Praia, Zimbo, Gamboa do Morro, Garapuá e Ilha de Boipeba.

O receptivo ( pequena rodoviária ) fica localizada atrás da Pousada Vila das Pedras, com uma distancia de 50 metros das areias da Segunda Praia, outro ponto de referencia é a única rua com calcamento de paralelepípedo em Morro de São Paulo.

 

Praia do Encanto. Onde você pode brincar sem risco, com areias batidas e barreira de corais, praia calma, bonita e de pessoas simpaticas e hospitaleiras um verdadeiro paraiso. Praia do Encanto. Onde você pode brincar sem risco, com areias batidas e barreira de corais, praia calma, bonita e de pessoas simpaticas e hospitaleiras um verdadeiro paraiso. 

Para se chegar até esta praia pode-se ir caminhando, porém, o percurso da Primeira até ela pode durar no mínimo 40 minutos de preferência caminhar nas praia em maré baixa.  A Praia do Encanto é separada da Quarta Praia  por um pequeno riacho com um espelho de água com no máximo de 50 centímetros, que pode ser atravessado sem dificuldades.

 Para fazer esta caminhada não esquecer de levar o boné para proteger-se do sol. Os banhistas podem desfrutar das águas calmas e da sombra da vegetação à beira do mar. O local é um verdadeiro refúgio e sua história é considerada a mais correta ambientalmente da Ilha de Tinharé. Pois foi a última praia a despontar na ilha e hoje conhecida em vários países do mundo.

Veja a seguir algumas características deste recanto de Morro de São Paulo e confira se a Praia do Encanto é a sua preferência. De qualquer maneira se não for a escolhida para hospedar-se, uma caminhada ou um passeios nos bugres taxi da Ilha ou uma carona nos transportes dos hotéis, com certeza fará parte de seu roteiro na ilha.

 História da Praia do Encanto.

A Praia do Encanto, chamada antigamente de “Zona da Mata” e também “Sueiro” ficou isolada durante anos.  Até que surgiram os primeiros empreendimentos turísticos. Nestes remotos anos em que não havia nenhum hotel, esta praia existia a pratica do nudismo. Foi a última das praias de Morro de São Paulo a despertar para o turismo. Hoje existe a melhor estrutura com pequenos hotéis e uma pista com vôos regulares de Salvador, a Praia do Encanto ainda conserva a tranqüilidade sendo que até hoje é a mais preservada e com total privacidade.

Segundo o Senhor Francisco Mendes Alexandria, 78 anos e o maior conhecedor desta Praia, ( conhecido como Chico Jegue), relata que está praia esta mais preservada do que há 30 anos atrás. Naquela época os pescadores jogavam bomba para matar os peixes. Depois que parte da fazenda foi comprada por Luciano e Josete, houve muita confusão entre os novos moradores e pescadores porque eles não deixavam os pescadores jogarem bomba para matar os peixes, o casal dava queixa ao Ibama, delegacia, relata Chico eu sei que eles venceram a batalha e hoje graças a eles podemos ver estes peixinhos nas piscinas como os robalinhos no rio.

“Chico Jegue” relata que seja nesta praia que ainda hoje ocorre à maior incidência das patachocas (fêmea do crustáceo guaiamu), cuja neste arquipélago entrou no processo de extinção devido a coleta indiscriminada. O relato é enriquecido quando afirma que o casal Luciano e Josete, quando da aquisição da área onde hoje está construído o Hotel Praia do Encanto, teve grandes conflitos com alguns moradores e nativos devido a esta pratica, tanto dos machos durante o ano inteiro e das fêmeas, estas no período de Dezembro a Março. Com outras palavras informa que para a preservação, ameaças e delegacias foram durante vários anos uma constante na vida de ambos ambientalistas. Mais valeu a pena, pois hoje agradecemos a possibilidade de ainda ocorrer e se poder observar nesta região do Morro de São Paulo, a andada das patachocas! O fenômeno encanta a todos, principalmente os turistas. A curiosidade implicou em indagar detalhes sobre esta espécie de crustáceo e o “velho pescador” explica com calma e ricos detalhes, que o animal faz buracos nas areias além da praia, só o macho sai para buscar alimentos, as fêmea só sai do buraco para desovar no mar e voltam para o mesmo. Diz ainda que os minúsculos ovos sejam levados pelas correntezas marinhas até alto mar e eclodem, voltando em forma de minúsculos seres à mesma praia após uns quarenta e cinco dias. Explica ainda que seja neste período que há a coleta indiscriminada.

 

Luciano e Josete, uma característica ou virtude comum a todo ser humano bem-sucedido é a perseverança. O sucesso não acontece por acaso e, na grande maioria das vezes, o homem, como imagem de Deus, possui dentro de si essa divina força de vontade que tudo realiza é fundamental diante das dificuldades da vida e no dia- a-dia competitivo, garra e acreditar no seu potencial. Luciano e Josete, uma característica ou virtude comum a todo ser humano bem-sucedido é a perseverança. O sucesso não acontece por acaso e, na grande maioria das vezes, o homem, como imagem de Deus, possui dentro de si essa divina força de vontade que tudo realiza é fundamental diante das dificuldades da vida e no dia- a-dia competitivo, garra e acreditar no seu potencial. 

O pioneiro da Praia do Encanto é um baiano, engenheiro agrônomo. Proprietário de uma área com 1000.000 de metros quadrados desde 1997, Luciano Ribeiro de Souza, 49 anos, considera esta praia um lugar abençoado. Aliás, a denominação “Praia do Encanto” foi ele quem criou. Luciano lembra que a idéia do nome surgiu na época em que seu pai estava doente e ele estava o acompanhando no hospital. Numa noite ficou pensando que nome colocaria na área da praia, até que surgiu a denominação, Praia do Encanto. O nome, de acordo com o empresário, foi devido ter ficado literalmente encantado com o lugar. Depois de anos procurando um lugar para morar, Luciano fez da Praia do Encanto seu porto seguro.

A vida é uma luta diária. A felicidade não cai do céu. A felicidade se conquista. E com muito sacrifício. O sacrifício, a luta de cada dia que vale que nos engrandece como seres humanos, pensar na vitória significa pensar em tarefas e desafios vividos sem estrutura. A vida é uma luta diária. A felicidade não cai do céu. A felicidade se conquista. E com muito sacrifício. O sacrifício, a luta de cada dia que vale que nos engrandece como seres humanos, pensar na vitória significa pensar em tarefas e desafios vividos sem estrutura. 

 O empresário conhece Morro de São Paulo desde 1975, época que visitava a ilha praticamente todos finais de semana. Em 1987, comprou uma área em Valença e construiu uma pequena marina, já pensando em comprar uma área na ilha de Tinharé para desenvolver um projeto ecológico. Passou 10 anos visitando a ilha e nunca havia visto esta praia. “Não tinha noção desta área”, ressalta.  Quando resolveu mudar seu estilo de vida e passar a morar num lugar mais tranqüilo, chegou a visitar varias praias do Brasil, como: Praia do Forte, Itacaré, Barra Grande, Marau, Porto Seguro, Arraial d’ Ajuda, Trancoso, Canoa Quebrada, Pipa, Ilha do Mel, Paraty, Buzios, relata praticamente todas as praias do pais.

Num domingo de manhã, recorda até hoje, tudo mudou e o fez alterar o destino escolhido.

Quando saia em sua lancha para a pratica esportiva de pesca ecologica, com um binóculo avistou  a extensão de areia da Praia do Encanto e resolveu voltar para o vilarejo na parte central de Morro de São Paulo. Chegando no vilarejo, fretou um avião mono motor na Terceira Praia e sobrevoou a área. Adorou o que viu e em seguida alugou um trator e foi até lá. Tudo aconteceu muito rápido, segundo Luciano. Descobriu que o proprietário era uma família de Cairu e chamava-se Manoel Altivo da Luz.  Foi até Cairu procurar a família e em três dias era o novo proprietário. “Foi paixão a primeira vista”, define.

Luciano destaca um fato interessante na história da Praia do Encanto e como não poderia deixar de ser tratando-se de um lugar de Morro de São Paulo, cercado de mistérios. Por gostar muito de história, ele procurou saber sobre a cadeia sucessória do local e descobriu que a área havia sido doada pelo governo da época a um padre que anos depois foi embora, retornando as terras ao governo. Nestes tempos era comum o governo doar terras para quem vivesse no local. Após o padre, a área foi doada à um combatente de guerra, que também não permaneceu, voltando a posse ao poder público até que as terras foram vendidas para um proprietário particular, não recorda o nome da pessoa, e em 1937 seu Manoel Altivo da Luz as comprou. A maneira como este senhor adquiriu a propriedade é intrigante. Na época, Seu Manoel da Luz era casado e a esposa faleceu, então ele começou a namorar outra senhora. Esta por sua vez, não aceitou morar na mesma casa da viúva.  Seu Manoel da Luz resolveu comprar uma nova casa em Cairú e na reforma desta nova moradia, ao quebrar uma parede ele achou uma imagem de Santo Antônio, toda feita em ouro puro. Com o dinheiro da venda do Santo Antonio, Sr  Manoel da Luz adquiriu as terras da Boca da Mata. E como Luciano mesmo diz, é a prova de que além de abençoada pela natureza, esta praia conta com a benção e proteção de Santo Antônio! Segundo a devoção Católica o Santo ajuda os casais a realizarem seus casamentos.

A Praia do Encanto, na sua opinião, é especial, pois reúne tudo num único lugar. “Tem a praia, um porto onde qualquer embarcação podia parar, o rio, pequenos manguezais e a Mata Atlântica”, explica. A luta no começo não foi fácil. O acesso era precário feito com os tratores pela praia, até que construíram a estrada do receptivo. O empresário acha que Morro de São Paulo ainda não aconteceu. Falta união entre as pessoas para divulgar o destino. “É preciso, projetos sociais em sua extensão, nossa parte estamos fazendo, ressalta. E para tanto existem várias coisas que podem melhorar e abrir o leque de turismo. Atualmente, Luciano está com um projeto Ecoturístico que prevê a construção de casas ecológicas com sustentabilidade ambiental, sem lotes e sendo o primeiro com estação tratamento de esgoto próprio, tratamento e coleta seletiva de lixo. Tudo legalizado e respeitando as normas da ZTE (Zona de Turismo Especial). “É o desenvolvimento ordenado”, define, não o que está acontecendo em outras praias com esgoto a céu aberto.

História emocionante e demonstrações de carinho do casal célebre, simples e humano. Enfrentaram muitas batalhas contra a destruição da natureza, preconceito e a discriminação. A história não poderia ser mais interessante!! História emocionante e demonstrações de carinho do casal célebre, simples e humano. Enfrentaram muitas batalhas contra a destruição da natureza, preconceito e a discriminação. A história não poderia ser mais interessante!! 

 Caracteristicas da Praia do Encanto.

A melhor dica de todas é usufruir da tranquilidade que esta praia tem. Pegar um sol e curtir a beleza da praia com suas águas cristalinas. Ficar dentro das piscinas naturais que se formam na maré baixa. Caminhar, praticar esportes náuticos e se divertir a vontade. Mergulhar ou navegar no mar calmo. Aproveitar o conforto proporcionado pelos hotéis.

As principais atrações da Praia do Encanto, mar calmo e águas transparentes, muitos coqueiros e piscinas naturais formadas por arrecifes apresentam característica sem degradação em relação ao seu estado natural, está bem preservada. 

Algumas pessoas a consideram a melhor das praias para hospedar-se, pois a estrutura dos hotéis são completas e conta com os traslados dos hóspedes até o vilarejo em vários horários durante o dia, noite e madrugada.

 Mergulhando na Praia do Encanto.

As piscinas naturais da Praia do Encanto quando pensamos nos peixes, sempre imaginamos a água, seu mundo por natureza, onde habitam quase desde o começo da vida neste planeta, a pesca indiscriminada fez sumir 90% dos peixes grandes e mudou a dieta humana, incríveis de criaturas que são fontes perfeitas para renovar sua energia e vida. As piscinas naturais da Praia do Encanto quando pensamos nos peixes, sempre imaginamos a água, seu mundo por natureza, onde habitam quase desde o começo da vida neste planeta, a pesca indiscriminada fez sumir 90% dos peixes grandes e mudou a dieta humana, incríveis de criaturas que são fontes perfeitas para renovar sua energia e vida. 

Na Praia do Encanto, existe uma infinidade de opções para quem quer passar o dia sem compromisso. Com máscara, snorkel, protetor solar, o turista mergulhador poderá ficar a vontade em piscinas naturais e pequenos recifes. É uma boa opção que reúne mergulho e tranqüilidade.

Hotéis da Praia do Encanto

Os hotéis da Praia do Encanto são poucos mais de excelentes qualidades. Pode-se dizer que é a praia dos famosos que atende um exigente em conforto e privacidade. Constantemente freqüentada por celebridades, estrangeiros, jovens casais, famílias com crianças e aqueles que gostam de sossego e qualidade de vida.

Todos possuem uma excelente estrutura hoteleira, são confortáveis e oferecem amplas acomodações, divididas entre chalés e bangalôs e equipadas com todo conforto necessário. Alguns foram inaugurados a menos de um ano e foram construídos em grande área de reserva da mata atlântica. Para os que não abrem mão do conforto e não se importam em pagar por isto a Praia do Encanto é indicada e recomendamos com absoluta certeza.

Alimentação na Praia do Encanto.

Na Praia do Encanto a moqueca baiana é um cozido de peixe temperado com cebola, pimentão e leva azeite de dendê as cores o sabor são uma delícia. Na Praia do Encanto a moqueca baiana é um cozido de peixe temperado com cebola, pimentão e leva azeite de dendê as cores o sabor são uma delícia. 

A Praia do Encanto dispõe dos melhores restaurantes da Ilha, nacional e internacional. Os cardápios oferecem pratos variados, frutos do mar, vegetariana e naturista, grelhados, não deixando de lado a tradição culinária baiana com suas calientes moquecas.

Na Praia do Encanto os melhores pratos vegetarianos, saudáveis, económicos e rápidos para inspirar seu apetite. Na Praia do Encanto os melhores pratos vegetarianos, saudáveis, económicos e rápidos para inspirar seu apetite. 

 Os Hotéis, Praia do Encanto, Anima, Karapitangui e Vila dos Orixás possuem restaurantes e atendem aos turistas e visitantes.  

Aeroporto da Praia do Encanto.

A companhia aérea Aero Star tem varios voos diarios para Praia do Encanto em Morro de São Paulo, segundo a companhia, este ano tera novas aeronaves e maior numeros de horarios para Morro de São Paulo. A companhia aérea Aero Star tem varios voos diarios para Praia do Encanto em Morro de São Paulo, segundo a companhia, este ano tera novas aeronaves e maior numeros de horarios para Morro de São Paulo. 

Na Praia do Encanto se localiza a melhor e mais estruturada pista de pouso, das empresas,  Aero Star e do Hotel Praia do Encanto. Os hóspedes dos hotéis da Praia do Encanto são transportados pelos próprios transportes dos hotéis que os pegam diretamente na pista sem nenhum custo adicional na hospedagem.

Quem chega em Morro de São Paulo pela pista da Praia do Encanto e feito o traslado para o Receptivo na Segunda Praia sem algum custo adicional.  

O percurso até o receptivo e de 10 minutinhos.

QUARTA PRAIA. 

Quarta Praia. É a mais extensa e a menos povoada de Morro de São Paulo. Com vasto coqueiral e mar de ondas fracas, tem poucas pousadas e alguns bares. Quarta Praia. É a mais extensa e a menos povoada de Morro de São Paulo. Com vasto coqueiral e mar de ondas fracas, tem poucas pousadas e alguns bares. 

Quarta Praia de Morro de São Paulo.

A Quarta Praia é a maior das praias de Morro de São Paulo em extensão, medindo 4 quilômetros de extensão. Podemos dizer que esta praia é pura natureza e além de preservar as belezas naturais, conserva o lado bucólico da ilha, retratado através de um cenário onde prevalece a tranquilidade.

Mesmo em alguns períodos da alta temporada e feriados prolongados, podemos ver a praia deserta com apenas uma única presença: a da natureza exuberante e caracterizada pelos manguezais, vegetação nativa e extensos coqueirais. A Quarta Praia já foi considerada pela Revista Terra, em Janeiro de 1996, uma das 10 praias mais bonitas do Brasil.

Dicas para curtir a Quarta Praia

Caminhar sem se preocupar com nada pela comprida faixa de areia da praia

Alimentar os inúmeros peixinhos que ficam nas piscinas naturais

Ficar apreciando o visual do mar com as águas tranquilas e cristalinas

Provar as delícias do Pimenta Rosa ou do Bar das Piscinas e relaxar nas espreguiçadeiras.

Se refrescar com uma água de coco ou um caldo de cana bem gelados no ponto “Parada Obrigatória”

Alugar um cavalo e cavalgar até a Praia do Encanto.

Distante apenas trinta minutos caminhando da Segunda Praia, é a paisagem perfeita que alguém pode sonhar para descansar: uma praia linda e deserta, com uma faixa verde de coqueiros de um lado e piscinas naturais no mar, do outro. Por ser uma praia calma, a torna ainda mais recomendável para quem viaja com crianças.

Existem poucas pousadas e restaurantes, mas as pousadas existentes têm infra-estrutura suficiente para a demanda. Na maré baixa suas águas transparentes formam piscinas naturais e são muito visitadas pelos turistas que alimentam os peixinhos com pequenos pedacinhos de pães. Por este motivo esta praia também é conhecida pelo nome de “Praia das Piscinas”.

Antigamente nos tempos em que Morro de São Paulo ainda não havia despertado para o turismo, a Quarta Praia era chamada pela denominação de “Mangue Queimado” e não passava de uma grande área deserta onde transitavam somente os pescadores e nativos que moravam nas imediações.

Apesar da longa faixa de areia, não se vê com regularidade pessoas praticando esportes. As piscinas naturais são indicadas e perfeitas para quem deseja mergulhar com máscara, tanto importa com maré baixa ou alta, pois nas duas ocasiões é possivel se divertir enxergando inúmeros peixinhos coloridos. Você também encontrará pontos na extensão da praia que alugam cavalos, charretes e bicicletas. Os esportes também se fazem presentes através do KiteSurf, um esporte que vem sendo procurado cada vez mais na ilha e praticado na Quarta Praia. Aliás, esta praia é a mais apropriada para esta modalidade esportiva. Saiba mais sobre o Kitesurf no link Esportes/ Kitesurf.

Os surfistas também frequentam a Quarta Praia, há um ótimo point no local.  Para os que gostam de caminhar na praia, esta é perfeita, devido ser uma das mais calmas e de possuir uma larga faixa de areia é ideal para curtir uma longa caminhada e esquecer do mundo. Apesar de ficar localizada distante do burburinho das outras praias, a distância não é grande. Do ponto onde começa a praia até a Vila são 2.000 metros. Muitos turistas a preferem pela privacidade que esta proporciona. Caminhando pela praia, pode-se chegar até o Zimbo, um povoado simples e com pouca infra-estrutura ainda, onde prevalecem as casas residenciais. Depois de todas estas características que citamos e ler as informações e dicas abaixo, você terá a exata noção de como é a Quarta Praia e ficará ansioso para desfrutar deste paraíso. Confira.

 História da Quarta Praia

Como escrevemos no link Praias / Primeira Praia / História da Primeira Praia, as praias de Morro de São Paulo não têm uma fundamentação histórica e pouco se sabe sobre o surgimento destas. Os únicos recursos que dispomos para contar esta história, são os antigos moradores e pesquisadores interessados em desbravar a curiosa história de Tinharé, que são as mais importantes fontes de informação sobre o assunto. Um dos poucos registros a respeito desta praia quem nos conta é uma destas pesquisadoras, Lena Wagner. Estudiosa no assunto, Lena que cursou por dois anos História e já foi diretora cultural de Morro de São Paulo, explica que uma parte da extensão da Quarta Praia, onde fica o povoado do Zimbo, existia uma espécie de ostra, que os moradores utilizavam como moeda. Lena acredita que venha daí o nome “Zimbo”, que significa a relação da negociada feita a partir deste tipo de molusco. Baseando-se nos relatos dos nativos, podemos dizer que as Quarta e Praia do Encanto surgiram do mesmo modo que as demais praias da ilha: com a proliferação do turismo. Assim como as outras praias, a Quarta também tinha outras denominações. Há mais de 40 anos atrás, conforme depoimentos, a praia recebeu o nome de “Mangue Queimado” e algumas partes de sua extensão eram chamadas por outras designações como: “Poça da Marcelina”, devido existir uma antiga moradora chamada Marcelina  que gostava muito de pegar polvo no local e também  “Soeiro”. Este último nome ninguém sabe dizer o motivo.

A Quarta Praia não passava de um imenso coqueiral com suas areias finas e águas cristalinas. Esta paisagem foi aos poucos sendo modificada com a aquisição das terras que ficavam em frente ou próximas da beira da praia, adquiridas pelos primeiros empreendedores vindos de outros lugares e principalmente de fora do País. Nestes tempos, no início dos anos 80, segundo contam alguns nativos, a praia era pouco visitada e podia-se ver uma prática nada comum para a época: o nudismo. O lugar era freqüentado  em sua maioria por turistas estrangeiros que aproveitavam a tranqulidade da praia para praticá-lo. 

Com o aumento da procura por áreas de terras nesta praia, os terrenos passaram a ser vendidos e foram sendo construídas as primeiras pousadas e poucas residências e desde então, a Quarta Praia distante das demais praias passou também a viver do turismo já enraizado em todos os pontos de Morro de São Paulo. Anterior a este período, antes de ter início a construção das pousadas, surgiu o primeiro ponto na praia e que até hoje está em funcionamento, o “Bar das Piscinas”, cujo nome foi sugerido pelos turistas que  visitavam o local e deram a idéia que o bar fosse chamado assim pela localização, pois fica bem em frente as piscinas naturais da praia.

Nesta época o bar era um simples trailer puxado por uma carroça e hoje se transformou num dos mais bonitos restaurantes que ficam localizados na beira da praia de Morro de São Paulo. E esta constatação é feita pelos turistas que visitam o lugar e se apaixonam por esta bela construção de dois pisos, toda feita em madeira tipo massaranduba e pirantuba. A proprietária , a nativa da Gamboa Maria Angela de Souza, 48 anos, conta que quando chegou na Quarta Praia não havia nada, a praia ainda era considerada uma praia de nudismo e aos poucos foi construíndo o bar junto com a família. “Não tiramos nada da natureza, pegávamos madeira que não era mais usada e aos poucos fomos levantando o bar”, recorda. Após o trailer, Maria construiu uma pequena barraquinha e conta que na época ainda morava na Quinta Praia e acordava às 4 horas da manhã para ir até o povoado da Gamboa para comprar mercadoria. Com um isopor na cabeça, ela andava todo o percurso e após largar as compras na Quarta Praia, ela muitas vezes retornava para buscar o gelo.

Ás vezes, quando tinha sorte, conseguia carona com alguém que estava com burricos. Maria lembra até hoje a mercadoria que comprou fiado para começar a funcionar a barraca: “Um litro de cachaça, um litro de vodca e 20 limões para fazer caipirinha e caipiroska”, resume. Recordações que não se apagam jamais de sua memória e que estão guardadas junto com toda sua garra e determinação. Depois de 15 anos, ela corre o risco de ver todo seu patrimônio destruído, pois está em andamento um processo que prevê a demolição do bar.

A explicação, de acordo com Maria, é que os proprietários de terras na Terceira Praia entraram com uma reintegração de posse da área onde está o restaurante, alegando que o bar foi construído em áreas particulares. Após alguns anos de batalha, como ela mesma define, ficou constatado que a área pertencia à União e ela teria que desocupar o lugar. Maria já recorreu várias vezes e até hoje o processo se arrasta na justiça. Atualmente existe uma carta precatória e a qualquer momento o bar pode ser fechado. Ao falar no assunto, Maria enche os olhos de lágrimas e diz que conta apenas com a ajuda dos nativos e de Deus. “Hoje vivo com medo e traumatizada com este problema, mas tenho a comunidade que está ao meu lado”, desabafa. Foram arrecadados um total de 8.373 assinaturas de nativos, moradores e turistas em um abaixo assinado feito há dois anos para que o bar não fosse fechado.

Caracteristicas da Quarta Praia

É uma das praias mais tranqüila e mais extensa de todas e o movimento é somente no início da praia. A belíssima paisagem atrai turistas de todos os cantos do mundo, sendo mais visitada por estrangeiros que justificam a escolha pela particularidade do lugar.

Na sua areia branca e fina é comum avistar adeptos do topless, que aproveitam a calmaria da praia para pegar um bronzeado.

A Quarta Praia ainda não é tão explorada comercialmente, pois tem poucos hotéis e pousadas, porém, são lugares que têm toda infra-estrutura necessária já que ficam um pouco mais afastados da Vila (parte central da ilha) de Morro de São Paulo. Diferente das demais praias, não tem a mesma agitação e o comércio vistos nas outras. Os restaurantes não são muitos, mas suficientes para atender os turistas que freqüentam o local.

Existem também comerciantes que a percorrem de ponta a ponta vendendo água de coco e petiscos como queijo assado na brasa e pastéis. Logo na entrada da praia há um ponto de venda chamado de “Parada Obrigatória”, que justifica perfeitamente o nome, pois vende uma deliciosa água de coco e caldo de cana bem gelados. O acesso se faz da mesma maneira que nas outras praias, ou seja, andando. Porém, os hóspedes das pousadas situadas na Quarta Praia podem ainda se locomover através dos transportes que ficam à disposição e saem da estrada paralela a praia, no chamado Receptivo.

Esta praia tem ainda uma atração que a difere das outras da ilha: quando a maré está baixa, nas piscinas que se formam, você verá vários peixinhos de tamanhos e cores variados que nadam ao seu redor. Este diferencial não diverte somente as crianças, mas também turistas de todas as faixas etárias que alimentam os peixes com farelos de pães. É esta característica que faz com que a praia seja também conhecida por “Praia das Piscinas”.

 Mergulhando na Quarta Praia

 Essa praia é famosa pelas piscinas naturais que se formam na maré baixa. Mergulhar lá é diversão para a família inteira. Com águas tranqüilas, mornas e cheias de peixinhos coloridos, as piscinas da Quarta Praia fazem sucesso.

Os turistas costumam levar pedacinhos de pão, para alegria deles e dos peixinhos. Antes de ir, se informe sobre o horário da maré e não se esqueça de levar seu equipamento ou alugar máscara e snorkel, já que nesta praia não há empresas nem pontos de aluguel. As nadadeiras não são necessárias, mas uma sapatilha confortável é uma boa pedida.

  Hotéis e pousadas na Quarta Praia

 Para quem fica nas pousadas da Quarta Praia há apenas uma inconveniência, se é que podemos chamar assim. Acaba dependendo do transporte oferecido pelas pousadas ou particulares para ir e voltar da vila, principalmente à noite.

Na Quarta Praia, podemos dizer que as pousadas e hotéis não são tão acessíveis, o que se explica facilmente pela estrutura que possuem. São pousadas com áreas grandes e algumas de frente para a praia. A maioria possui restaurantes e piscinas e se o hóspede desejar nem precisará se deslocar até  a Vila para fazer as refeições. Para famílias que gostam de reunir-se e vêm acompanhadas com crianças, esta pousadas são perfeitas, devido as amplas acomodações que algumas possuem, as áreas verdes e a tranquilidade.

Então se esta for sua escolha em Morro, confira as opções para se hospedar em pousadas e hotéis na quarta praia e desfrute desta paz.

 Alimentação na Quarta Praia

 Na Quarta Praia existem poucas opções gastronômicas. A maioria dos estabelecimentos pertencem às próprias pousadas e algumas têm restaurantes que atendem além dos hóspedes, o público em geral mas ficam situados dentro das áreas dos hotéis e distantes do início da praia.

Logo na chegada da Quarta Praia, você encontrará os dois únicos restaurantes que ficam na praia, um chama-se Bar das Piscinas, que se destaca pela decoração rústica. O outro é o Pimenta Rosa.

Ambos são perfeitos para curtir a tranqüilidade e o visual paradísiaco da praia. As especialidades destes restaurantes são frutos do mar. Após uma caminhada a melhor pedida é parar em um deles e se deliciar tomando uma bebida bem gelada e provando os pratos típicos. Recomendamos o “Peixe na Folha” ou o “Camarão Iemanjá”, servidos no Pimenta Rosa.

O horário de funcionamento é durante o dia, já que a noite esta praia não costuma ser freqüentada. O Pimenta Rosa, fecha nos meses de baixa temporada, em maio e junho. O Bar das Piscinas permanece aberto mesmo nos meses de baixa. Na Quarta Praia também é comum ver ambulantes com carrinhos vendendo bebidas geladas, águas de coco e petiscos. Para quem preferir opções gastrômicas mais variadas, a saída é se dirigir até a Segunda Praia, onde nas barracas ou até mesmo nos restaurantes você encontrará lanches como sanduiches e pastéis. Confira no link Bares e Restaurantes em Morro de São Paulo mais informações gastronômicas.   

É uma praia tranqüila. Recomenda-se para quem foge do agito.

Tem pouco movimento, ficando na baixa temporada praticamente deserta

As piscinas naturais formadas na maré baixa

Há pouca variedade de serviços e de gastronomia

Água calma e transparente, boa para banho

A distância: quem se hospeda nela, tem que caminhar ou pegar transporte a noite, pois fica um pouco afastada da parte central da ilha

TERCEIRA PRAIA. 

 

Uma praia é uma formação geológica consistindo de partículas soltas de rocha tais como areia, cascalho, ou calhaus ao longo da margem de um corpo de água. Destruição do Morro de São Paulo da Terceira Praia. Destruição ambiental ou melhoria? Agora estamos acompanhando a destruição de nosso patrimônio!! Uma praia é uma formação geológica consistindo de partículas soltas de rocha tais como areia, cascalho, ou calhaus ao longo da margem de um corpo de água. Destruição do Morro de São Paulo da Terceira Praia. Destruição ambiental ou melhoria? Agora estamos acompanhando a destruição de nosso patrimônio!! 

Terceira Praia de Morro de São Paulo.

Maior que a Primeira e a Segunda, a Terceira Praia que tem uma extensão territorial de 800 metros é considerada uma praia tranquila.

É nesta praia que fica a Ilha do Caitá, uma ilhota cercada de corais e com um único coqueiro. A calma e a transparência das águas são um convite para a prática do caiaque (há um ponto de aluguel no local) e também para o mergulho.

Sua faixa de areia é bem estreita e quando a maré está alta é difícil conseguir caminhar sem molhar os pés. Mesmo com o pouco espaço há pessoas que arriscam partidas de frescobol na beira da praia. A Terceira Praia conta com uma pequena infra-estrutura que inclui pousadas, restaurantes, lojas e mercados. As pousadas são para todos os gostos e “bolsos”, onde foram construídas simples pousadas na área invadida, as que oferecem mais conforto e cobram bem por isto como também as mais simples, que cobram preços acessíveis e obviamente, não possuem a mesma infra-estrutura. A área ao lado da pista, durante alguns dias da semana, serve também como quadra de futebol para os moradores da ilha. A história desta praia começou com a devastação da mata para a introdução da plantação de coco e com uma produção de cal, onde se retiraram as rochas calcarias da praia prejudicando o meio ambiente o que levou o avanço do mar.

É uma praia com uma pequena faixa de areia.

Não é das melhores praias para banho, principalmente em maré baixa, pois aparecem muitos corais e recifes.

Dicas para curtir a Terceira Praia: Uma das melhores dicas para curtir a Terceira Praia é alugar um caiaque e passear até a Ilha do Caitá.

Para aqueles que preferem exercícios mais leves, a opção é caminhar na estreita faixa de areia, com a água nos pés.

Provar em um dos restaurantes que ficam a beira-mar os petiscos ou ainda um prato típico baiano.

Para os que não dispensam a tradicional pizza, vale experimentar a servida no Chez Max.

História da Terceira Praia

Assim como a Segunda, a Terceira Praia também se originou das fazendas antigas que cultivavam plantações de coco, piaçava e dendê. O seu primeiro nome era Caeira, denominação derivada do Cal e explicada pelo fato de que era nesta praia que antigamente, há aproximadamente 50 anos atrás, os nativos faziam o cal para vender para Salvador.

Antigos moradores como o senhor Valencio Inato Manuel do Nascimento, chamado de Seu Dandão, 85 anos, explica que o cal era feito com as pedras. .

Os trabalhadores carregavam estas pedras para a fazenda e as mulheres enchiam os cestos. As pedras eram queimadas no fogo de lenha e depois os homens a molhavam com água e as quebravam com pedaços de pau até a pedra ficar moída.

Guardava-se estas pedras, já em forma de cal, nas casas de palha de coqueiro e no outro dia carregava os barcos para levar à Valença. Seu Dandão conta que as pessoas viajavam sobre a carga de cal que era coberta com palha de coco.

Nestes tempos a Terceira Praia tinha mais uma fazenda localizada logo no início, chamada de Rio do Pinto.

Depois estas terras foram vendidas e divididas.

Alguns dizem que as terras pertenciam a um senhor chamado de Capitão Lobo, de Salvador e outros afirmam que a posse era de outro morador chamado Weceslau. O que todos sabem e lembram foi a época que estas terras foram compradas por um italiano.  

Até 1987, a Terceira e a Quarta Praias eram completamente desertas. Nestes tempos, conforme os antigos habitantes de Morro de São Paulo, a praia era ainda mais bonita e existia muita vegetação na beira do mar. A faixa de areia era bem maior e o mar mais recuado. Alguns ainda lembram que a natureza era bem mais presente, com muitas árvores que foram aos poucos sendo extraídas. Havia o restaurante “Túnel do Maracujá”, que pertencia a um pescador chamado Elias, que até hoje reside em Morro de São Paulo. O local era uma grande área verde, localizada logo no início da praia e onde para entrar se passava por um túnel feito com vegetação local. Rasta, morador e empresário da ilha, frequentava o lugar e lembra que o ambiente era muito bom e atraía muitos moradores na época.

Entre os primeiros empreendedores da Terceira Praia está Adna Cerqueira da Silva, 55 anos que mora há 23 em Morro de São Paulo. Natural de Itabuna, ela esteve em Morro pela primeira vez de férias e até hoje permanece. Veio para a Terceira Praia em 1988, quando construiu uma casa de taipa para morar e um restaurante. Durante o dia trabalhava na praia e a noite, por não ter movimento, alugou outro ponto próximo a vila., na rua da Prainha.

Ela recorda que às vezes as pessoas ficavam em sua barraca na beira da praia ao som de um violão e a luz de velas até de madrugada. Junto com os três filhos que até hoje a ajudam, teve a primeira barraca da Terceira Praia e aos poucos foi crescendo e transformando o empreendimento em pousada. “De 10 anos para cá explodiu esta praia”, diz. Lembra até, que com outros amigos tentou criar uma associação das Segunda e Terceira Praias, a fim de cuidar e planejar as construções, mas não obtiveram  êxito.“Na Bahia não tem outro lugar tão bonito quanto Morro São Paulo, onde temos turismo o ano inteiro”, finaliza.

A história do surgimento da Terceira Praia está ligada diretamente a esta fazenda e tudo começou quando o italiano Lorenzo chegou ao Brasil, mais precisamente em São Paulo nos anos 50. Anos mais tarde foi convidado a fazer um estudo para uma grande empresa de Turismo (Club Med), isto nos meados dos anos 70. Lorenzo viajou entre o Rio de Janeiro e Salvador. Conhecendo a capital baiana fez amizade com um antigo freqüentador de Morro de São Paulo, que também tinha uma casa na Primeira Praia, o senhor Milton Oliveira. O destino não poderia ser outro: Lorenzo acabou vindo para Morro, em 1975. Ele se encantou com o local e na época a Fazenda que fabricava cal estava a venda e pertencia ao ex-prefeito de Valença, João Leonardo da Silva.

Junto com um amigo chamado Lucca, compraram a Fazenda, por volta de abril de 1976. A Caeira era um grande coqueiral antigo e a única casa que havia era um depósito onde se descascava o coco. Lorenzo começou a construir  a sede da fazenda e as instalações dos trabalhadores.

A última obra feita por ele foi a pista de vôo em 1980, na grama. Oliviero aponta as iniciativas do pai, entre estas a aquisição do primeiro trator da ilha e o telefone via rádio que foi implantado na fazenda e cuja central era em Valença. “Foi a época dos pioneiros”, define ele.Lorenzo faleceu em 1989, quando Oliviero ainda estudava em Roma, na Itália.

De acordo com Oliviero, são os fornecedores de cocos de toda ilha e abastecem os quiosques das praias. Perguntado sobre o que acha do turismo de agora em Morro de São Paulo, ele diz que “antigamente no início dos anos 90 o turista era bem diferente, pois as pessoas não se importunavam com o acesso, o transporte eles sabiam que o lugar tinha problemas crônicos de infra-estrutura, mas gostavam porque a natureza compensava todos estes esforços”. Ainda ressalta que gostava mais do tipo de turismo que existia antes. “Havia mais relacionamento humano”, afirma. Ele relembra que criou a maior parte de suas amizades naqueles tempos.

Caracteristicas daTerceira Praia

A Terceira Praia se diferencia da Primeira e da Segunda, por não ser tão agitada como estas, podendo ser considerada uma praia calma, sem muito agito. Possui uma boa estrutura: existem vários restaurantes e pousadas, tanto para os que procuram preços mais acessíveis.

A areia tem uma tonalidade mais escura e mais grossa, tendo ainda uma faixa estreita. Quando a maré está alta esconde totalmente a areia e com maré baixa fica um espaço, onde os turistas aproveitam para caminhar na beira da praia. O sol geralmente sai cedo desta praia, em média às 17h.

O mar costuma ser calmo sem ondas e com maré seca aparecem muitos recifes e corais. É desta praia que partem os barcos e lanchas que saem para os passeios em volta à ilha as 10 horas.

Muitos nativos utilizam este espaço para jogar os “babas” e também o Rugby esporte de origem inglesa muito conhecido em alguns continentes como a Europa, Oceania e África, assim também como na Argentina. Alguns ex -jogadores argentinos têm trazido com bastante sucesso este esporte a Morro de São Paulo, formando um time com um nome bem particular, “Os Urubus”.

Os esportes mais praticados na Terceira Praia são o caiaque e o mergulho. Existe um ponto de aluguel de caiaque. Aliás, a Terceira possui um dos melhores pontos para mergulho: a ilha do Caitá, situada há 600 metros da areia. Os restaurantes distribuídos em sua maioria no início da praia, oferecem cadeiras e sombreiros para os turistas. O cardápio é diversificado, mas o que mais se vê são pratos de frutos do mar. Há também uma pizzaria, localizado junto a uma pousada. A vida noturna não é muito movimentada. Esporadicamente são realizadas festas numa pousada, mas não são eventos fixos e são promovidos por empresários locais.

Mergulhando na Terceira Praia

Na Terceira Praia, junto à Ilha do Caitá, está o segundo melhor lugar para saídas de praia em Morro. Você poderá optar entre usar cilindro ou apenas máscara, snorkel e nadadeiras.

A melhor época também é no verão e a melhor maré, a baixa. Na área abrigada entre a praia e a Ilha, o snorkel é bem praticado.

Na parte de fora, cuja a profundidade é de 14 metros e o paredão formado pelo relevo da Ilha, oferece um bom ponto para o mergulho autônomo.  Os recifes de corais nessa área já não estão tão preservados, mas mesmo assim é possível mergulhar na companhia de polvos, cardumes, linguados e os famosos peixes-morcego, muito comum em todos os pontos de mergulho de Morro.

É nesta praia que também se encontra uma das empresas que trabalha com mergulho na ilha, porém esta opera apenas com mergulho livre, ou seja, o mergulho com máscara, snorkel e nadadeiras. Caso tenha interesse em consultar preços e mais informações veja no link Passeios de Caiaques o contato desta empresa.

 Passeios de Caiaques

Além do mergulho outra boa opção de esporte aquático nesta praia é o caiaque. Existe uma barraca na beira da praia, a Zimbo Dive, que também aluga equipamentos para mergulho e dispõe de caiaques para aluguel. Você poderá sair sozinho se desejar e tiver experiência ou acompanhado pelos instrutores. O passeio poderá ser até a Ilha do Caitá, onde se pode mergulhar e ver uma variada espécie marinha como peixes tipo sargentinho, maria preta, barbeiro azul e outros.

A outra opção de passeio com caiaque é até a Quarta Praia, que possui águas tranquilas e portanto, propícias para  a prática deste esporte. A Segunda e a Primeira Praia, de acordo com o instrutor e proprietário da Zimbo Diver, Daniel Lacerda, não são recomendáveis, pois o mar nestas praias apresenta ondas o que não é recomendado para quem não está habituado com o esporte.

A melhor hora para passeiar com o caiaque é quando a maré encontra-se intermediária, isto é, não está baixa nem alta e com boas condições climáticas com ventos fracos.

Para uma maior segurança dos usuários há colete salva-vida e mesmo que a pessoa tenha experiência, os instrutores monitoram o passeio levando-o até o local escolhido com um bote. Então quem tiver interesse em pegar um caiaque para fazer um passeio pela ilha, já sabe o point é na Terceira Praia e o horário de funcionamento da Zimbo Dive no verão é da manhã até a noite, sem horário para fechar. O contato é (75) 8136-6728 ou 8803-1986, com Daniel ou Marilu.

Hotéis e pousadas na Terceira Praia

Na Terceira Praia  você encontrará várias pousadas, cada uma com um nível de conforto diferente. Desde pousadas bem simples, que possuem preços baixos até pousadas com infra-estrutura completa com restaurante, piscina e ampla área verde. Há pousadas que ficam à beira–mar e também diversas pousadas pequenas que ficam localizadas nos becos (ruas para dentro da praia). Nestas você poderá se hospedar, pagando R$ 30,00 a diária(na baixa temporada) para duas pessoas com direito a café da manhã. Agora se você estiver buscando mais conforto e qualidade, achará estes requisitos nas pousadas veja no link hotéis em Morro.  

Da praia até a Vila (parte central da ilha), são aproximadamente 30 minutos caminhando, além de ser vizinha da Praia mais agitada de Morro, a Segunda.  

 Alimentação na Terceira Praia

Na Terceira Praia pode-se encontrar vários restaurantes, porém, a maioria comercializa pratos de frutos do mar e os valores oscilam, dependendo do lugar e do tipo de refeição. Há lugares em que você poderá encontrar opções para duas pessoas a partir de R$ 26,00. A maioria abre pela manhã e fecha no final da tarde. Poucos permanecem funcionando até a noite. E geralmente permanecem abertos somente na alta estação, com exceção dos que pertencem às pousadas. Os estilos variam entre os mais simples. Entre as especialidades de frutos do mar estão as moquecas, marcadas pelo forte tempero baiano. Outros pratos típicos são os bobós de camarão, lagosta e caldo de sururu.

Outra especialidade da culinária que você encontrará nesta praia são as variedades de massas e pizzas. Algumas pousadas, cujos proprietários são de nacionalidade italiana, oferecem em seus restaurantes excelentes opções deste tipo. Pratos com carnes também fazem parte dos cardápios. Se você não quiser arriscar, com a caliente pimenta dos baianos, poderá  ficar com estas opções. Dificilmente encontrará ambulantes vendendo petiscos, somente aqueles que percorrem as praias, com bebidas como água de coco. Veja mais dicas sobre opções gastronômicas em Bares e Restaurantes em Morro de São Paulo.

 Ilha do Caitá

É considerado um dos melhores pontos de mergulho de Morro de São Paulo. Para aqueles que gostam de mergulhar vale a pena conhecer.

A Ilha do Caitá, segundo os antigos habitantes de Morro de São Paulo sempre teve este nome e sua principal característica e diferencial está no fato de ter um único coqueiro.

O que também chama atenção, dos turistas e a faz receber muitas visitas . É uma ilha pequena, com uma extensão de 800 metros. Para quem tem fôlego pode chegar nela, facilmente nadando ou se este não for seu caso, poderá alugar um caiaque.

 SEGUNDA PRAIA.

O voleibol de praia (conhecido também como vôlei de praia) é um desporto praticado na areia da praia, numa quadra dividida em duas metades por uma rede. Perigo para a integridade física dos Turistas, fato que a área é muito pequena para este esporte.  O voleibol de praia (conhecido também como vôlei de praia) é um desporto praticado na areia da praia, numa quadra dividida em duas metades por uma rede. Perigo para a integridade física dos Turistas, fato que a área é muito pequena para este esporte. 

Segunda Praia de Morro de São Paulo.

A Segunda Praia possui a extensão de 350 metros, até a Ilha da Saudade. Suas águas tranqüilas e mornas.  

Quando a maré está baixa, pode se contemplar os corais em um aquário natural, possui uma profundidade de 5 metros.  

É nesta praia que se concentra o maior número de restaurantes, quiosques, supermercado, terminal rodoviário, grande quantidade de camelô, futebol,  frescobol, vôlei e futevôlei é a queridinha dos nativos.  A Segunda Praia também não fica para trás em relação aos esportes, na beira da praia são praticados diariamente.  

Na parte da invasão existem diversas casas e algumas pousadas. A maioria das casas pertence a nativos e as pousadas pela localização são mais baratas.

Às vezes pode estar muito cheia, isso para aqueles que buscam mais privacidade pode não ser bom.

Há muitos vendedores ambulantes, que às vezes, se tornam inconvenientes

Não é considerada a melhor praia para o banho devido ter ondas fortes com maré alta e na seca, ser muito rasa.

Diariamente os moradores arriscam-se a disputar os famoso “babas”, nome dado as partidas de futebol.

No final de sua extensão, já quase chegando à Terceira Praia, fica a Ilha da Saudade. Um aglomerado de pedras, misturado ao meio da vegetação e coqueiros. Para chegar a esta ilha por volta da década de 70, conforme nos contam alguns moradores antigos, era preciso nadar já que ficava afastada da beira da praia, os ambientalistas afirmam que a ilha foi extinta devido a retirada de pedras para a construção civil de diversos empreendimentos e moradias da Primeira, Segunda e terceira praias, utilizadas principalmente devido as invasões da Segunda e Terceira praia.  

É na Segunda Praia que acontecem algumas das festas mais badaladas da ilha, o que a fez ter a fama de praia das noites barulhentas. No local funcionam bares que disputam música eletrônica e ao vivo o que impossibilita o sono de muitos, fato que fazem disputar na justiça a volta da tranqüilidade. As barracas espalhadas em torno dos bares são decoradas com frutas típicas e dão a praia um colorido e visual especial.  Atenção cuidado com a higiene e bebidas falsificadas.

Geralmente estas barracas ficam concentradas próximas aos locais onde estão acontecendo as festas, vendendo caipifrutas para todos os gostos e encantando os turistas. A praia tem uma diversidade de restaurantes e ainda uma galeria funny com lojas que comercializam roupas e souvenirs, agência, cyber-café, pizzaria e caixa eletrônico. Inclusive na baixa temporada, o fluxo de pessoas pode ser considerado bom, comparado ao número de turistas que circula pelas demais praias. É uma praia agitada e se você está querendo curtir e ficar próximo da galera, este é o point.

 

O futebol de praia ou futebol de areia é uma variante do futebol jogada na areia. Este esporte deve ser praticado em praias desertas ou com proteção devido as boladas nos visitantes. É arriscado para as crianças. Uma bolada pode machucar muito. O futebol de praia ou futebol de areia é uma variante do futebol jogada na areia. Este esporte deve ser praticado em praias desertas ou com proteção devido as boladas nos visitantes. É arriscado para as crianças. Uma bolada pode machucar muito. 

História da Segunda Praia

Conforme Romenil dos Anjos Luz, nativo 67 anos, seu pai Antonio Luz, que nasceu em 1889 e morreu aos 97 anos, era o proprietário de uma destas fazendas. Com o nome de “Fazendinha”, a grande área de terra, como todas as outras da ilha teve o mesmo destino: foi loteada e vendida.

Entre os primeiros compradores de uma parte desta fazenda estava o ex-prefeito de Valença, Gentil Paraíso Martins, que logo que adquiriu a terra, construiu uma casa na praia. Após ele, vieram outros e assim os lotes foram sendo vendidos e tendo novos donos. Ainda segundo contam os antigos nativos, uma parte da área, localizada atrás da praia, chegou a ser de propriedade de uma italiana. Muitos sabem mas não dizem o motivo pelo qual, esta estrangeira que fixou residência na ilha, perdeu suas terras e hoje no local há um grande empreendimento onde os lotes estão sendo comercializados.

Houve na Segunda Praia o período chamado das invasões, que segundo os moradores ocorreu no final dos anos 90. Originalmente havia um loteamento que iniciava na Segunda Praia e terminava na Terceira. Eram 25 lotes e inclusive, de acordo com o empresário Oliviero Bucci Casari, proprietário da Fazenda Caeira, por mais incrível que pareça a Ilha da Saudade também estava sendo vendida como lote, pois não havia nenhuma fiscalização por parte dos órgãos responsáveis pelo meio ambiente na época. Os lotes foram vendidos à várias pessoas de Salvador e outros estados como São Paulo. “Os compradores não eram moradores de Morro de São Paulo e objetivavam guardar as terras e deixar por um tempo como 10 até 15 anos e assim valorizar os lotes”, explica Oliviero. “Era uma forma de especulação imobiliária” acrescenta. Esta área começou a se desenvolver na ocasião em que foram surgindo as primeiras barracas e  empreendimentos na praia. Como não havia quem fiscalizasse os lotes, outras pessoas foram se apossando das áreas e iniciando desta maneira as invasões. Na opinião de Oliviero, houve uma falha do poder público. A área foi invadida por pessoas que moravam aqui e se apropriaram. No local as construções foram feitas de forma desordenada, sem planejamento e atualmente abriga centenas de pessoas que residem e têm ali seu comércio como diversas pousadas, restaurantes e mercadinhos.

O fluxo de turistas na Segunda Praia surgiu no final da década de 80. Nestes tempos a Ilha da Saudade, era bem distante da beira da praia. Nesta época sim, podia ser considerada uma ilha, pois para chegar até ela era preciso nadar e muitos nativos contam que pescavam muito no local. Também neste período o movimento de pessoas, os chamados veranistas que vinham de cidades próximas de Morro de São Paulo, era somente na Primeira Praia. Após esta época, foi a vez da invasão dos hippies. Conforme relatos, o local preferido para acampar dos hippies era a Segunda Praia. Neste período também surgiram as primeiras barracas de praia como as de propriedade de Manuel Paulo Santos, nativo, que ficava situada no final da praia, onde é Ponta da Ilha e a de uma pessoa chamada Ademário, outro morador antigo. Esta última ficava localizada logo no início da praia. Mais tarde foram surgindo mais barracas, como a de Mosaniel Fonseca de Jesus, 39 anos, conhecido como Rasta. Desde 1990 em Morro de São Paulo, vindo de Valença, ele descobriu o lugar através de amigos e um dia resolveu tentar a vida na ilha. No início vendia picolé durante o dia percorrendo a Primeira e a Segunda Praia e à noite trocava o picolé, pela pipoca e montava sua carrocinha em frente a Igreja Nossa Senhora da Luz, na vila. A Segunda Praia, a mais badalada das praias de Morro de São Paulo, quem diria, era chamada antigamente de “Poço da Praia do Major”. De acordo com os nativos antigos, o motivo desta denominação se deve pelo fato da praia ser semelhante a um poço e no local se guardavam algumas embarcações.

A parte logo após à Ilha da Saudade, onde fica a divisa entre a Segunda e Terceira Praias também tinha um nome: “Porto da Praia do Major”, a causa ninguém sabe dizer. Nestes tempos em que era denominada de Poço da Praia, assim como a Terceira, Quarta e Praia do Encanto, a Segunda não passava de uma grande fazenda onde se cultivava dendê, piaçava e coco.

Nestas fazendas havia apenas as casas dos proprietários e os armazéns que serviam para guardar as produções.

Abriu a Barraca Escorregue no Reggae, em 1992 na Segunda Praia, em frente onde hoje está a Pousada Vila das Pedras. Rasta conta que comprou a barraca de dois pescadores que antes eram donos de outro ponto localizado em frente a Fazenda Caeira, na Terceira  Praia.

Os proprietários desta Fazenda queriam tirá-los do lugar então ofereceram em troca esta área na Segunda Praia e construíram uma barraca no local. Porém, os pescadores não se adaptaram e resolveram passar o ponto.

Foi então que Rasta entrou na história. Sua barraca “Escorregue no Reggae”, cujo nome hoje é o mesmo da pousada que abriu anos depois, foi um ponto de encontro dos hippi que freqüentavam a ilha e o som claro, muito reggae, aliás, só rolava reggae, segundo Rasta. O bar, todo feito de madeira e piaçava, servia também de moradia. As festas aconteciam quase todas as noites e dividiam-se entre quatro locais: no Caitá, na Ponta da Ilha, na barraca Escorregue no Reggae e ainda a de Gramacho, chamada de “Oxum”. Sendo que as duas primeiras eram as mais conhecidas e badaladas. 

A barraca permaneceu aberta durante 3 anos, de 1992 a 1995, quando Rasta teve uma proposta de vender o espaço. Neste tempo em que permaneceu aberta a “Escorregue no Reggae” marcou presença. “O pessoal quando eu estava fechado batia em minha porta pedindo festa e eu acordava podia ser a hora que fosse 2 ou 3 horas da madrugada”, recorda Rasta. Hoje ele tem como renda uma pousada que administra junto com a esposa Viviane Shantal, com quem está casado desde 1992 quando conheceu-a aqui em Morro de São Paulo.

Ele conta que na ocasião ela estava de férias com um casal de amigos e tinha viajado apenas por uma semana e como muitos turistas encantou-se com o paraíso e acabou ficando seis meses. Casaram-se e hoje tem dois filhos.

Na década de 90 surgiram mais pousadas e também outros bares na Segunda Praia. A praia cresceu e hoje é a mais movimentada e a que mais concentra pousadas e outros estabelecimentos comerciais. Em relação a vida noturna esta praia que sempre foi conhecida por ser a praia da noite em Morro, possuiu outros bares que fizeram história. A partir do ano de 2000 outro bar também deixou sua marca na ilha, o 87 Music Bar, conhecido pela famosas baladas. De lá para cá a Segunda Praia manteve sua fama de festas e hoje um pouco menos agitada, pois surgiram outras casas noturnas em outros pontos da ilha, ainda abriga baladas e os famosos luaus.

LUAU, o carinho que você merece, a beleza que decora seu ambiente e a ciência de quem transforma um produto simples em um produto único e saudável. Os jovens estão usando drogas cada vez mais cedo. O bom luau é frequentado por quem esta a fim de curtir numa boa, sem violência e drogas. LUAU, o carinho que você merece, a beleza que decora seu ambiente e a ciência de quem transforma um produto simples em um produto único e saudável. Os jovens estão usando drogas cada vez mais cedo. O bom luau é frequentado por quem esta a fim de curtir numa boa, sem violência e drogas. 

Caracteristicas da Segunda Praia

A Segunda Praia é a mais agitada de todas as praias de Morro de São Paulo. Nela todas as tribos se encontram e você poderá curti-la do amanhecer até o sol se pôr, hora em que começa a preparação para as festas. Quando surge a noite desponta o colorido das barracas de caipifrutas, espalhadas pela areia na frente dos bares e casas de festas. Possui uma larga faixa de areia, mesmo em caso de maré alta o que a torna ideal para a prática de esportes como frescobol, futebol, volêi e futvolêi. Na praia há quadra de volêi, situada no início da praia em frente de uma pousada e a de futvolêi, fica um pouco mais em frente desta. Pode-se ainda ver animadas rodas de capoeira.

É na Segunda Praia que fica a Ilha da Saudade, mais precisamente na divisa entre as Segunda e Terceira.

Esta ilha geralmente serve de cenário para muitos casais namorarem no final das festas. Algumas barracas espalhadas pela praia também alugam cadeiras e guarda-sóis.

Pela tarde, a partir do meio dia, chegam à praia os “festeiros”, que  normalmente ficam nas festas até altas horas e, portanto, acordam mais tarde.

A Segunda é freqüentada por um público mais jovem, que permanece até o anoitecer, distribuído em grupos e deitados sob suas cangas coloridas, aproveitando a descontração e magia do lugar para paquerar. Rola muita azaração. Há uma diversificada gastronomia entre as barracas que ficam situadas próximas a Ilha da Saudade, uma ao lado da outra, e nos restaurantes. O comércio também se faz presente numa pequena galeria, onde se concentram lojas, pizzaria, restaurante, caixa eletrônico e agência de turismo. A exemplo das demais praias, também não apresenta riscos no mar. Com maré alta as ondas são mais fortes um pouco do que nas outras praias. Há também salva vidas, mas estes estão mais presentes na alta temporada. Quando a maré está baixa, se enxerga recifes e pedras e neste caso é preciso tomar cuidado para não machucar os pés. Aconselha-se a usar sandálias, pois o fundo torna-se escorregadio e as pedras podem cortar os pés.

O mergulho é uma prática muito antiga que consiste na exploração submarina utilizando-se ou não de equipamentos especiais. Morro de São Paulo é famosa por suas praias quase desertas, belas paisagens e também por seus pontos de mergulhos famosos, Venha fazer seu curso de mergulho neste paraíso. O mergulho é uma prática muito antiga que consiste na exploração submarina utilizando-se ou não de equipamentos especiais. Morro de São Paulo é famosa por suas praias quase desertas, belas paisagens e também por seus pontos de mergulhos famosos, Venha fazer seu curso de mergulho neste paraíso. 

Mergulhando na Segunda Praia

Essa é a praia da badalação, frescobol, paquera e muito e muito mais. O mergulho não é muito o forte dali. Mas, mesmo assim, um snorkeling na maré baixa pode ser bastante agradável.

Por ser uma área abrigada pelos recifes da Pedra do Moleque, a Segunda Praia não oferece dificuldades para a prática do esporte.

Não há nenhuma operadora ou agência especializada em mergulho nesta praia. Geralmente, na alta estação existe um ponto próximo às barracas e a da Ilha da Saudade, para aluguel de máscaras, snorkel e nadadeiras ou então você pode se dirigir às companhias que ficam na Primeira e Terceira Praias.

O futvôlei é um esporte originado nas praias cariocas por volta de 1960, que se expandiu e já é praticado na Holanda, Itália, França, Grécia, Tailândia e em Morro de São Paulo. Atenção muito cuidado com a bola perdida para não lhe machucar. Uma bola média. A bola mão pode ser muito dura, para não machucar os jogadores, mas também não deve ser leve demais, senão não vai longe ao ser arremessada, esta velocidade que pode prejudicar as crianças. O futvôlei é um esporte originado nas praias cariocas por volta de 1960, que se expandiu e já é praticado na Holanda, Itália, França, Grécia, Tailândia e em Morro de São Paulo. Atenção muito cuidado com a bola perdida para não lhe machucar. Uma bola média. A bola mão pode ser muito dura, para não machucar os jogadores, mas também não deve ser leve demais, senão não vai longe ao ser arremessada, esta velocidade que pode prejudicar as crianças. 

Vôlei de Praia e Futvôlei na Segunda Praia:

Vôlei: Na areia da Segunda Praia é rotineiro ver partidas de vôlei e futevôlei. Existem quadras improvisadas para a prática destes esportes e todos os dias há pessoas jogando, sejam turistas ou moradores. Na época em que foi criada, a quadra ficava localizada em frente a Galeria do Funny. Atualmente está próxima a Pousada Vila das Pedras, logo no início da praia. Geralmente as partidas acontecem a partir das 15h. Neste horário jogam os mais “feras”, ou seja, os que tem mais experiência no esporte. A rede permanece dia e noite e a qualquer hora, você poderá jogar. Basta ter uma bola em mãos e formar seu time. Aliás, o espaço é bem democrático, a galera que frequenta não impõe condições.

O único requisito é ter pelo menos alguma prática, claro, a fim de facilitar o jogo. O grupo de moradores, uma média de 15 pessoas, possui suas bolas e faz do esporte um hábito. Além do visual maravilhoso a vantagem é que não há custo nenhum. Segundo Gina, empresária e moradora local, que joga volêi há 10 anos e todo dia está presente nas partidas, muitos profissionais já passaram pela quadra de volêi da Segunda Praia. Então se sua praia for o volêi, já sabe que será nas areias na Segunda que você deverá  aparecer. Se desejar saber mais informações sobre o esporete ou mesmo para não fazer feio, conheça um pouco mais sobre o vôlei de praia no link Esportes/Vôlei.

Futevôlei: Um pouco mais em frente da quadra de vôlei, aproximadamente uns 50 metros, fica a quadra do futevôlei. Idem ao vôlei, o futevôlei também tem sua quadra e seu grupo de jogadores que todos os dias se dedica a este esporte. Tanto que esporadicamente são promovidos campeonatos na ilha com a participação de atletas de fora, vindos da capital e de outras cidades próximas. O profissionalismo é levado a sério e há inclusive premiação em dinheiro para os vencedores, patrocinados por empresários locais e alguns moradores já estão disputando e divulgando o nome de Morro fora do País em competições internacionais.

Também com um grupo de aproximadamente 15 pessoas, todos são moradores locais, é nas areia da praia que disputam empolgadas partidas e levam tão a sério o jogo que não dispensam uma partida nem aos domingos, dia de descanso para muitos. Diariamente acontecem jogos.

O horário é das 16h às 18h, período em que areia está menos quente. Durante a noite também se encontra pessoas jogando. A rede não permanece fixa no local, somente é armada nos momentos em que há partidas e o grupo possui sua própria bola. Conforme um dos participantes, o empresário Ruben Montana o grupo não é fechado e está aberto a parcerias, sendo que se você estiver a fim de jogar é só aparecer na Segunda Praia e procurá-los. O local você já sabe. Caso você não seja fera no esporte e desejar ir se especializando para arrassar na quadra, além de praticar um pouco em sua cidade saiba mais sobre o assunto no link de Esportes/ Futevôlei.

O Frescobol é um esporte tipicamente praiano, criado no Rio de Janeiro no século 20. Dois jogadores ou mais. É também comum sua prática em locais públicos. Fique ligado para nao tomar uma raquetada. O Frescobol é um esporte tipicamente praiano, criado no Rio de Janeiro no século 20. Dois jogadores ou mais. É também comum sua prática em locais públicos. Fique ligado para nao tomar uma raquetada. 

Frescobol na Segunda Praia

O frescobol é outro esporte bastante praticado em Morro de São Paulo e o lugar onde é mais visto é na Segunda Praia, mais precisamente no point do coco (situado no meio da praia). Esta área, inclusive, foi reconhecida pela Prefeitura Municipal como espaço oficial para a prática do esporte na ilha. Falta apenas a colocação de uma placa que delimite o lugar. Na Quarta Praia também há um lugar propício para a prática do esporte, que fica localizado bem em frente ao bar “Barraca das Pisicinas “.

 Várias pessoas costumam jogar, tanto os turistas como os moradores, que aproveitam o esporte para se bronzear e queimar algumas calorias. Muitos moradores levam a sério a prática do esporte e o praticam diariamente. Um destes exemplos é o do empresário do segmento de moda e esportes, Leno Reis, que joga frescobol há 19 anos. Com seu grupo, que em média é formado por seis pessoas, todos os dias joga por duas horas, entre o horário das 12h e 16h.

Conforme Leno, é muito importante o uso do equipamento apropriado sendo que a raquete mais recomendada deve ser maciça pois não absorve a água do mar, adquirindo mais velocidade. Não são somente os adultos que costumam jogar frescobol, há crianças que também se divertem praticando o esporte. Se você estiver viajando com crianças, saiba que a Loja LR atende também o público infantil, alugando raquetes e ministrando aulas.

Para os adultos quem curtem frescobol e caso não tragam as raquetes, não há como que se preocupar pois há lojas que vendem ou alugam equipamentos. Confira a seguir os pontos de aluguel e venda:

Loja LR 19: Aluga e vende raquetes e promove aula de frescobol. A aula custa R$ 55,00 a hora com todo material incluso por pessoa. O kit para frescobol com raquetes e uma bola pode ser alugado por R$ 12,00 por hora ou R$ 22,00 a diária.

Você encontrará a LR 19 em três diferentes lugares:

Vila (Rua Caminho da Praia, 59

Rua da Prainha, nº 130 (ao lado da Pousada Farol do Morro)

Segunda Praia: Galeria do Funny – Loja 01/ Telefone:(75)3652-1345

Loja Mar Brasil: aluga e vende equipamento para frescobol, sendo que o aluguel sai por R$ 5,00 o dia. 

Os endereços  são: Rua Caminho da Praia,  nº 14 e – Loja Altas Ondas na Primeira Praia, na  rua da Biquinha, s/n. O  telefone é (75) 3652-1169.

 Hotéis e pousadas na Segunda Praia

Quem optar em se hospedar na Segunda Praia ficará perto de tudo, ou seja, da praia, do comércio e da agitação. Devido a localização as pousadas que ficam nesta praia têm grande procura pela turma da balada. Também há pousadas com  estilos e padrões diferentes, cujos valores  variam de acordo com os serviços oferecidos. Entrando nas ruelas que ficam  local da invasão, você encontrará pousadas simples com preços razoáveis.

Se estiver fugindo do agito, esta não é a sua praia, pois a Segunda tem badalação tanto de dia como pela noite.. Portanto, se você gosta de praia que tenha movimento de pessoas, com badalação sua opção em Morro de São Paulo será a Segunda Praia.

 Alimentação na Segunda Praia

Na Segunda Praia é oferecido um variado cardápio, que pode agradar desde os que preferem uma comida mais natural até quem tem gosto refinado.

Tanto a qualidade como os preços podem variar incrivelmente de um restaurantes para outro. Algumas vezes você poderá encontrar o mesmo tipo de comida com preços diferentes. A maioria dos lugares servem refeições para uma ou duas pessoas, sendo que dependendo da ocasião e da pessoa, há pratos individuais que satisfazem duas pessoas.

Se preferir comer algo mais leve ou somente lanchar, há também algumas casas que servem saladas, sanduíches e crepes. Nas barracas ao lado da Ilha da Saudade, você encontrará sanduíches, x-burgues, açaí, salada de fruta, sorvete e pastéis. Aliás tem uma barraca que vende pastéis de diversos sabores salgados e doces que valem por uma refeição completa devido o tamanho do pastel e o valor compensa. Vale a pena experimentar, ainda mais naquela hora que você estiver saindo da balada na madrugada e bater aquela fome. A maior parte das barracas permanecem aberta até o amanhecer, horário em que as festas acabam.

Os restaurantes na alta temporada abrem ao meio-dia e a noite, mas na baixa estação, alguns deles somente durante a noite. Além dos pontos fixos, restaurantes e barracas, há ainda os vendedores ambulantes e alguns pontos que oferecem tira gostos como espetinhos de churrasco, crepe e cachorro-quente. Opções não faltarão e você poderá escolher o que mais lhe agrada tanto pela preferência gastronômica como também pelo o que estiver disposto a gastar. Para saber mais informações de opções gastronômicas na ilha, veja o link Bares e Restaurantes em Morro de São Paulo.

Vida noturna na Segunda Praia

Quando se fala em festa na ilha, o primeiro lugar que se pensa é na Segunda Praia. Quando o sol se põe e aparece a lua é sinal de que o agito vai logo começar.

Os vendedores ambulantes armam suas barracas de caipifrutas e os restaurantes abrem as mesas. Tudo tem que estar pronto para a chegada dos turistas.

Geralmente a noite em Morro de São Paulo inicia tarde, após a meia-noite. Mais cedo, até este horário, a Vila é o point. Mas depois um dos principais caminhos é a Segunda Praia.

As festas agradam todos os gostos e preferências musicais como axé, samba, forró, reggae e música popular brasileira. Além das casas noturnas e bares, ainda tem festas que acontecem esporadicamente, como a festa do Funny e os luaus, sendo que este último é realizado no verão duas vezes por semana e no resto do ano geralmente acontece uma vez por semana. O pessoal se reúne na frente das barracas de caipifrutas e o som rola solto e a areia da praia vira pista de dança. O resultado não pode ser diferente: amanhece o dia e tem gente ainda na praia, curtindo a animação.

 Inverno e verão há o que fazer na Segunda Praia, claro que na baixa temporada, o ritmo das festas diminui um pouco, porém, nunca deixa de ter alguam balada para você curtir. Confira outras opções de festas no link Diversão Noturna em Morro de São Paulo.

 Ilha da Saudade

Na realidade a Ilha da Saudade recebe a denominação de ilha por ter sido há muitos anos uma ilha. Há aproximadamente 20 anos atrás para se chegar até ela era necessário caminhar com água pela cintura.

Hoje em dia, a Ilha da Saudade fica dentro da Segunda Praia, mais precisamente no final da faixa de areia que liga a Segunda a Terceira Praia.

Com uma vegetação típica não é tão freqüentada. O público que a visita, costuma circular em horários mais alternativos como durante a noite e no final das festas.

Talvez pela sua localização, por ficar próxima dos locais onde acontecem as festas e também por tornar os visitantes incógnitos dentro da ilha, há quem goste de usá-la como cenário romântico. Durante o dia pode-se ver também pessoas se exercitando, existe no local alguns equipamentos fixos de ginástica.

 PRIMEIRA PRAIA

Primeira Praia marítima com areal de cerca de 300 metros, como é conhecida, conta com um visual dos Deuses. Primeira Praia marítima com areal de cerca de 300 metros, como é conhecida, conta com um visual dos Deuses. 

Primeira Praia de Morro de São Paulo

Com uma extensão territorial de 315 metros, a Primeira Praia pode ser considerada a menor de todas. O que não a deixa para trás, pois em suas águas pode-se desfrutar de deliciosos banhos de mar. Não é o lugar mais visitado pelos turistas, mas é o mais freqüentado pelos adeptos aos esportes.

É onde fica a Pedra do Moleque, point dos surfistas em Morro de São Paulo e possui também lugares ideais para a prática do mergulho.

A Primeira Praia faz a alegria dos que procuram por adrenalina. Existem quatro opções: a Tirolesa que possui 350 metros de cabo a 70 metros do chão e liga o Farol à praia, a Banana Boat e você ainda poderá  deslizar sobre as águas,  andando de esqui aquático, wakeboard ou caiaque.

A Primeira Praia é dona de um visual belíssimo: olhando a sua esquerda no alto do morro se vê o Farol e à direita, a Ilha da Saudade, localizada na ponta da Segunda Praia.

Nesta praia que foram construídas as primeiras casas de veraneio, que hoje na sua maioria, são alugadas para turistas brasileiros e também vindos de outros países. No verão as enormes escunas de passeio contrastavam-se com os humildes barcos pesqueiros dos nativos.

Algumas destas antigas casas se transformaram em opções de hospedagem e além destas, foram construídas outras pousadas com inclusive, estruturas maiores oferecendo aos hóspedes ítens como piscina e sem falar da belíssima vista para o mar. Na beira da praia há poucas barracas, um total de quatro, sendo que a maioria é muito antiga e pertencem às famílias de nativos que há anos vêm conservando a tradição de sobreviverem do mesmo comércio.

Em todas você encontrará deliciosos petiscos baseados em frutos do mar, como a porção de pititinga, servida na Barraca Manus, uma das mais antigas barracas. É comum, principalmente no verão época de maior movimento, ver diversas embarcações atracadas, por ser considerado um bom ponto para ancorar, devido os barcos ficarem protegidos pela encosta e apresentar um grande número de recifes. Possui um ancoradouro natural, servindo também como ponto de desembarque de mercadorias de alguns estabelecimentos comerciais e também de todo tipo de material de construção. Mas isso é visto com mais freqüência na baixa estação e nas primeiras horas da manhã. Devido serem períodos que apresentam menos fluxo de pessoas na praia.  É habitual avistar burricos carregados de tijolos ou areia passarem pela beira da praia, o que gera uma certa curiosidade por parte dos turistas, que chegam até a fotografá-los, mais não concordamos com esta crueldade.

Por sua localização ser bem próxima à parte central do Morro, muitos turistas a preferem devido às facilidades de locomoção. Na rua situada paralela a praia, chamada de Rua da Prainha, ficam algumas pousadas, farmácia, agência de turismo, cyber-café, lojas e restaurantes. Conheça a seguir a história desta praia, como foi seu desenvolvimento e todas as características que a tornam a praia mais charmosa de Morro de São Paulo.

A história das praias de Morro de São Paulo, assim como a história geral do lugar, é contada por contos de seus mais antigos habitantes. Da época da colonização lusitana até os dias atuais, nada há em relação a documentos e registros que narrem a trajetória e o desenvolvimento destes lugares. Até mesmo os nativos não lembram com exatidão dos fatos ou marcos que conte sobre a história da baliza de nossas praias.

No livro Tinharé – História e Cultura no litoral Sul da Bahia, de Antonio Risério (BYI Projetos Culturais LTDA/2003) há dados que apontam para as praias do litoral nordestino como sendo lugares proibidos para visitação: “…..em 1831, no sentido de dar à vida da cidade aparência tão européia quanto possível, a Câmara Municipal do Recife decretou que todo individuo   que fosse achado nu em beiras de praias, ou tomando banho com os corpos descobertos sem a devida decência, seria punido com prisão ou bolos”.(Cap. 27/Pág. 250).

Como vemos as praias não eram lugares freqüentados pela população e apenas nos séculos seguintes foram vistas como locais de convívio social.

Em Morro de São Paulo cada praia teve, mesmo que pequena, sua trajetória como poderemos ver a seguir nos textos sobre as histórias das praias.

No caso da Primeira Praia, que se chamava Prainha, foi o local onde surgiram as primeiras casas de veranistas da ilha, pertencentes às famílias de classe média alta vindas de Salvador e cidades como Gandu, Valença, Cruz das Almas e Feira de Santana. Conforme Lena Wagner, estudiosa do assunto que cursou por dois anos História e já foi diretora cultural de Morro de São Paulo, estas famílias pertenciam a chamada Era do Cacau. “Eram fazendeiros de cacau que construíram suas casas, principalmente na Primeira Praia e na Vila e havia uma integração muito forte, uma troca carinhosa com os nativos”, conta Lena.  Hoje, a maioria destas casas se transformou em pousadas. Outras ainda preservadas, continuam com os mesmos proprietários e são alugadas na alta temporada. De acordo com Lena, estes veranistas se afastaram de Morro de São Paulo na era dos hippies. “Quando os mochileiros descobrem as belezas naturais e vão chegando com costumes adversos a esta classe de veranistas, mais conservadores, eles se afastam”, explica.

Enquanto a Primeira Praia apresentava os primeiros indícios de que o progresso não iria tardar, as demais praias da ilha ainda preservavam uma abundante vegetação nativa e um imenso coqueiral com suas fazendas de plantações de coco, dendê e piaçava. As primeiras barracas que apareceram na Primeira Praia pertenceram a nativos da ilha e até hoje mantém esta característica e é através destes estabelecimentos que seus proprietários tiram o sustento de suas famílias, do mesmo modo que seus antepassados, pais e avós trabalhavam, porém, com uma diferença. Hoje estas pessoas têm um aliado importante: o progresso. Antigamente, no tempo em que foram abertas, na década de 70, as barracas não tinham geladeiras, pois ainda não havia energia elétrica em Morro de São Paulo.

A luz elétrica só foi chegar em 1985. (confira a evolução da história de Morro de São Paulo no link História de Morro de São Paulo/ A Ilha e seu povo – A vida dos nativos de Morro de São Paulo. As barracas mais antigas são a  Manus e a Tinharé, logo após surgiu a Barraca do Tempo. Dona Mariinha, Maria dos Amparo dos Santos, foi a primeira proprietária de uma barraca na Primeira Praia.

Dona Mariinha faleceu aos 74 anos e passou a barraca para sua filha, a Dadai, uma conhecida comerciante e ex-proprietária de um dos restaurantes mais conhecidos da ilha. Hoje a família é representada na Primeira Praia por Seu Manu, Manuel Paulo Santos, de 58 anos, que dirige a barraca Manus. Filho de Dona Mariinha, ele mantém a tradição e possui desde 1984 seu comércio na Primeira Praia, onde a esposa e dois de seus quatro filhos trabalham. Seu Manuel não morava em Morro de São Paulo na década de 70, pois aos 16 anos de idade foi morar na capital como muitos outros nativos fizeram almejando o sonho de ter melhores condições de vida. Ficou em Salvador durante 20 anos e quando retornou em 1982, trabalhou por um tempo com sua mãe que ainda estava viva e em 1984, então casado, já abriu a barraca. Nesta época o turismo em Morro de São Paulo já estava despontando e Seu Manuel teve a oportunidade de crescer também. Primeiro construiu a barraca na praia e mais tarde pôde construir uma pousada situada na Rua da Biquinha. O empreendimento, de acordo com ele, talvez por situar-se num local onde não houve investimentos e uma conscientização ambiental por parte da população e da administração pública, não prosperou e com o passar dos anos transformou-se  em quartos de aluguel.

Angelina Machado Pimentel, a Gegé como é conhecida na ilha, conta que seu primeiro “ganha pão” em Morro de São Paulo foi também uma barraca de praia situada na Primeira Praia. Foi a segunda moradora a ter barraca na praia. Na época ela levava os mantimentos que iriam ser consumidos na barraca, em sua casa, onde possuía uma geladeira. O que podia ser considerado um privilégio, pois a maioria dos nativos não tinham este luxo. Além de ficar na barraca, Gegé também percorria a praia vendendo carangueiro e carregava na cabeça o crustáceo. Tempos difíceis, mas que eram considerados maravilhosos apesar das dificuldades, segundo a maioria das pessoas que viveram e ainda residem em Morro de São Paulo. “Antigamente nós vivíamos mais, hoje nós vivemos em função do dinheiro, pois existem mais possibilidades de ganhar e antigamente não”, ressalta Gegé

Como Seu Manuel e Gegé, os demais proprietários das barracas da Primeira Praia também viram todos estes anos Morro de São Paulo passar por várias transformações e crescer assustadoramente, mas apesar de tantas mudanças continuam mantendo seus estabecimentos e conquistando os turistas que frequentam a praia. Prova disso, é Clarindo Miranda, o Cacá. Dono da Barraca do Tempo, ele faz questão de atender pessoalmente os clientes e aproveita para bater um animado papo. Toda esta disposição, segundo ele, é atribuída a excelente forma física, pois ele afirma que nada três vezes por semana até a Ilha de Itaparica. Cacá abriu sua barraca no ano de 1984 e já atraiu ilustres visitantes como os cantores Belmar do grupo Chiclete com Banana, Xandi do Harmonia do Samba e o jogador de futebol Petkovic.

Ele lembra que na década de 80, quando o turismo se intensificou em Morro de São Paulo, a praia era freqüentada por muitos turistas estrangeiros. Dos freqüentadores brasileiros, a maioria era proveniente de Salvador e pertencia a classe média alta. Dos tempos antigos até hoje a praia sempre foi mais visitada por grupos familiares e ainda pode se dizer, em comparação as outras praias, que conserva a mesma tranqüilidade de anos atrás.

É nesta praia que ficam localizadas duas referências culturais da ilha: a Casa da Sogra e a casa que abrigava o antigo “ Clube da Sororoca”, ambas situadas na Rua da Prainha (rua atrás da praia). A casa da sogra, cuja data de construção é 1800, trata-se de uma antiga moradia que pertencia a um veranista de Salvador, o Tentente Dário. De acordo com alguns antigos moradores de Morro de São Paulo que o conheceram, seu estilo de vida inspirou um dos personagens da obra de Jorge Amado, “Tieta do Agreste”, inclusive o escritor baiano foi um dos ilustres visitantes que deixou sua assinatura nas paredes da residência.

Tenente Dário faleceu em 1993 e a casa foi mantida do jeito que ele deixou até o ano de 2004, com as paredes pintadas com histórias e poemas de amor pela ilha de Tinharé. De acordo com Lena Wagner, o Tenente Dário foi seu grande incentivador. Na década de 80, em plena ditadura militar no Brasil, ela lembra a luta dele em demonstrar às pessoas daqui o que estava acontecendo no País. Lena foi uma das ouvintes mais atentas e foi por ouvir suas histórias que ela se interessou pela cultura e política. 

O Clube da Sororoca, outra casa antiga, tratava-se de um espaço cultural aberto para a comunidade e criado por um grupo de 10 pessoas que eram veranistas. Lena recorda que ela mesma já usou o espaço como sala de reuniões. O compromisso era que a comunidade usufruísse, mas com os anos e a falta de preservação a casa foi fechada e até hoje não foi revitalizada. O que é uma pena, pois seria sem dúvida, na opinião de Lena e nossa também, um espaço de resgate de toda a cultura e história de Morro de São Paulo, que com certeza merece ser revivido e contado à nova geração.

Características da Primeira Praia

A pesar de ser a menor em extensão das praias, a Primeira Praia apresenta adjetivos que a tornam a mais charmosa da ilha. As poucas barracas espalhadas pela faixa de areia e o visual do Farol que fica no alto do morro no canto da praia, dão um toque especial á esta praia. Uma das características que só podemos atribuir a Primeira e que você não verá em nenhuma das outras praias é a de que por possuir um ancoradouro natural, a Primeira recebe mercadorias dos supermercados e de lojas de materiais de construção. Pode acontecer alguns descuidos neste sentido e os materiais retirados dos barcos caírem, quebrando e ficando assim, entulhos no mar. Com a maré baixa estes entulhos voltam a areia. Porém, isto não representa riscos aos banhistas e tão pouco apaga a beleza desta praia. É na Primeira Praia que ficam as lanchas e iates dos turistas que vêm para Morro em suas próprias embarcações.

Pois além de ser um ancoradouro natural, o Morro onde fica o Farol protege as embarcações dos ventos fortes. Na maioria das vezes, estas pessoas são de Salvador e vêm passar o dia em Morro. Atenção: fique atento ao mergulhar ou nadar para longe da beirada porque essas lanchas chegam a qualquer instante. A água costuma ser mais clara durante o período de proximidade do verão, nos meses de outubro a março.

Normalmente nos meses de abril a setembro, a cor da água pode adquirir uma tonalidade mais escura, principalmente em maio e junho, devido serem meses que apresentam maior incidência de chuva. Devido a localização desta praia, por ficar atrás do Morro onde fica o Farol, o sol permanece aproximadamente até às 15h.  Porém, se você é daqueles que preferem curtir o sol bem cedo, não terá problemas.

É importante saber que quando a maré está alta fica um espaço curto de faixa de areia, sendo difícil se expor para tomar sol, tendo espaço seco apenas bem próximo das barracas de praia.

E quando a maré está muito baixa têm dos dois lados da praia recifes que formam piscinas naturais, onde se pode mergulhar de snorkel. Mas tenha cuidado ao andar pelas pedras, pois também aglomeram muitos ouriços, neste caso é bom ir de sandália para não machucar os pés. Você também observará pescadores pegando polvo, neste caso quando a maré está  baixa.

Não existem muitas barracas nesta praia, ao todo são quatro, sendo que três pertencem e ainda são administradas por nativos da ilha. Você encontrará deliciosos petiscos de frutos do mar e outros pratos típicos. Se necessitar de cadeiras mais confortáveis, há uma destas barracas que dispõe. A vida noturna da Primeira Praia se restringia em uma barraca localizada próxima a ponta da praia em direção a Segunda, que promovia festas sempre nas noites dos domingos. Tratava-se de um local mais alternativo e reservado, onde a galera local e os turistas disputavam o pequeno espaço para curtir a balada. Em agosto de 2007 um incêndio destruiu a barraca.

Os freqüentadores da Primeira Praia em sua maioria, são famílias que desfrutam a tranqüilidade desta, aproveitando cada minuto. Se você pensa que por ser uma praia onde se vê mais grupos de famílias, não há aventuras, enganou-se. É na Primeira Praia onde a adrenalina predomina com a Tiroleza, a Banana Boat, o esqui aquático e wakeboard.

Ainda é nela que fica o point dos surfistas: a Pedra do Moleque. Pode-se dizer que se trata de uma praia com ondas moderadas na maré alta, porém, não representa perigo aos banhistas. Lógico, você terá que ficar atento, pois os salva vidas ficam apenas na alta temporada. Saiba mais sobre todos os esportes que são praticados na Primeira Praia, nos links abaixo.

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Surf na Primeira Praia

Para os adeptos do surfe, é importante saber que a Primeira Praia é mais adequada, principalmente no período do inverno. É um lugar onde as ondas podem ser consideradas perfeitas, podendo surfar com todas as modalidades inclusive com longboard e bodyboard. O pico tem boas ondas de direita, que podem atingir até dois metros. A melhor época para surfar é no inverno, nos meses de junho a setembro, quando o vento é leste e conforme os surfistas locais é o ideal para surfar.

Nos demais meses do ano, o vento não é tão favorável e as ondas não são constantes. O melhor horário é quando a maré está enchendo, cheia ou vazante. Quando a maré está baixa não é recomendável, pois o fundo do mar na Primeira Praia apresenta muitos corais e recifes o que pode ser perigoso e causar machucados.

Dos melhores picos que têm na ilha, dois ficam localizados nesta praia. São a Pedra do Moleque (outside), onde tem ondas que quebram de direita e o Quebrancinha (inside), ao lado do morro onde se localiza o farol e geralmente onde ficam os surfistas mais jovens.

É também na Primeira Praia que fica a escolinha de surf, onde a galera local e também turistas aprendem a surfar. A Morro de São Paulo Surf School, como é denominada, existe desde novembro de 2006 e foi criada, claro, por um surfista.

Iuri Martins, que desde os 12 anos pratica o esporte e nesta época visitava Morro como turista e já tinha a idéia de abrir a escola. O objetivo é incentivar a prática do surf, principalmente entre as crianças e adolescentes que moram na ilha. Dos 12 alunos fixos que Iuri têm hoje, mais da metade está na faixa etária entre os 6 e 14 anos de idade. As aulas acontecem na Primeira Praia, duas vezes por semana, sendo uma hora por dia, geralmente são 30 minutos de teoria e 30 minutos de prática.

Dependendo da habilidade do aluno, já no primeiro dia é possível ficar de pé em cima da prancha. Para os nativos é cobrada uma mensalidade pelas aulas e a escola fornece todo o mateial necessário como a prancha, parafina e roupa adequada. Mas a Morro de São Paulo Surf School não atende somente a galera local.

Os turistas que tiverem interesse em conhecer o trabalho, alugar prancha ou ainda ter aula é só procurar na Primeira Praia ou na loja que fica na Praça Aureliano Lima, s/nº (ao lado do CIT). Os telefones de contato são: (75) 3652-1212 ou (75) 8836-4042. Há disponíveis pranchas de todos os tipos: longboard, funboard e pranchinhas. O valor do aluguel de uma prancha é R$ 20,00 por 1h30min ou a diária R$ 50,00. A aula para turista custa R$ 40,00 (uma hora). Para saber mais informações sobre o surf em Morro confira no link de esportes. Confira outros points de aluguel de prancha:

Na Loja você confere as condies do mar e previso de ondas, noticias e campeontatos de Surf, Entrevistas, Bodyboard, longboard, surf feminino, beach girls e ainda fica sabendo o que está rolando na Ilha. Na Loja você confere as condies do mar e previso de ondas, noticias e campeontatos de Surf, Entrevistas, Bodyboard, longboard, surf feminino, beach girls e ainda fica sabendo o que está rolando na Ilha. 

Loja LR 19

Aluga e vende pranchas. O aluguel de uma prancha semi-nova, fica em R$ 80,00 a diária. A LR 19 está em três diferentes lugares:

Vila: Rua Caminho da Praia, 59, -Rua da Prainha, nº 130 (ao lado da Pousada Farol do Morro.

Segunda Praia:

Galeria do Funny – Loja 01 Telefone:(75)3652-1345

Loja Mar Brasil e Loja Altas Ondas

Aluga e vende pranchas, tendo o valor de R$ 30,00 pelo aluguel de uma prancha a diária. O contato é: O  telefone é (75) 3652-1169

Mar Brasil: Rua Caminho da Praia,  nº 14

Altas Ondas: na Primeira Praia , na  rua da Biquinha, s/n

Mergulho na Primeira Praia

E nesta praia que você encontrará dois ótimos pontos de mergulho: os recifes do Forte e os recifes da Pedra do Moleque. É também nesta que fica uma das operadoras de mergulho existentes em Morro, a Companhia do Mergulho.  A Primeira Praia atende aos mergulhadores livres e autônomos. É o ponto de encontro para as saídas de mergulho embarcado e de praia.

Os recifes da Pedra do Moleque são ótimos para quem deseja experimentar o mergulho autônomo, ou seja, mergulho com cilindro. A área é bem abrigada e a entrada pode ser feita pela praia. Com uma profundidade máxima de 8 metros, esse ponto é bem seguro e vale muito a pena

O fundo de areia dos primeiros metros sede lugar a um jardim de gorgônias onde se pode encontrar linguados, siris-aranha, miriquitis, peixe-morcego e vários cardumes. Os passeios para esses recifes são diários e é só reservar com um dia de antecedência na operadora de mergulho.

Do lado oposto ao recife da Pedra do Moleque, começam os recifes do Forte. Apesar de próximo a costa, as saídas para esse ponto são feitas de barco. Com profundidades entre 3 a 12 metros é um local ótimo para drifts, que são os mergulhos em correntes.

A fauna e flora são bem coloridas e diversificadas com várias espécies de corais e muitos tipos de peixes tropicais como salemas, parus, ciliares e bodiões, entre outros. Nesse ponto é quase sempre possível fazer um mergulho com os cardumes de sardinhas. Segundo Sandra Faria, instrutora de mergulho e também uma das sócias da Companhia do Mergulho, o drift nos recifes do Forte está entre os melhores mergulhos de Morro. Para saber mais informações e conhecer os outros points de mergulho em Morro de São Paulo, leia o link Mergulho/ Esportes.

 Tiroleza da Primeira Praia

A Tirolesa que fica no alto do Farol e cai diretamente nas águas da Primeira Praia é uma excelente pedida para os que curtem uma adrenalina.  São 340 metros de cabo a 70 metros do chão e é considerada a maior tirolesa do Brasil de aventura dentro d’água.  Além da adrenalina, a vista panorâmica da descida é inarrável. Você verá a paisagem da Primeira até a Quarta Praia, com toda a extensão de areia e para completar o mar, com águas transparentes.

Em relação a segurança não há com o que se preocupar, pois os equipamentos utilizados são de última geração e possui duas cordas, uma de descida amarrada na maior pedra da Primeira Praia e outra de segurança. Na hora da caída na água há uma pessoa esperando para fazer o receptivo. Aliás, todos que trabalham na Tirolesa são profissionais qualificados e treinados para este tipo de esporte.

De acordo com um dos proprietários, José Ribeiro, a manutenção é constante. A única restrição para pular é para menores de 16 anos, sendo somente permitido o acesso acompanhado dos pais e para quem pesa menos de 45 kg, pois a pessoa corre o risco de não deslizar na corda, ficando suspensa na hora da descida.  Desde sua criação, em 2000, até hoje nunca foi registrado nenhum tipo de acidente. 

Para conhecer a Tirolesa do Morro, os interessados deverão subir até o Farol (pegando a trilha em frente à Igreja, na Vila). Caso o usuário tenha pertences, estes também descerão para a Primeira Praia através da tiroleza paralela, que fica localizada na ponta da Praia.

Neste caso, um dos profissionais pegará e entregará para você no final da aventura! A tirolesa funciona o ano todo, sempre das 9h às 17h sendo que na alta estação permance até às 18h. O valor é R$ 25,00 e o telefone de contato é 55 759198-2235 e o E-mail: contato@tiroleza.com.br site:www.tiroleza.com.br

 

Passeios de banana-boat pelas praias, wake-board em Morro de São Paulo. Passeios de banana-boat pelas praias, wake-board em Morro de São Paulo. 

 Banana Boat e esqui aquático na Primeira Praia

Outra aventura para quem curte emoção é a banana boat.  O passeio, que existe já há sete anos na ilha, é voltado ao público em geral, sendo que a idade permitida para crianças é a partir de 5 anos de idade. Em relação à segurança é obrigatório o uso de coletes salva vidas. A banana boat tem capacidade para até 8 pessoas e funciona o ano todo, das 9h às 17h , um passeio pode durar de 15 a 20 minutos e  custa R$ 20,00 por pessoa. Não importa se a maré está baixa ou alta, é sempre possível sair de banana boat. O ponto de saída do passeio é da Primeira Praia, passando pela Ilha do Caitá, chegando à Terceira Praia e retornando.

Durante o passeio acontecem aproximadamente de 3 a 5 viradas, dependendo dos usuários. Tem algumas pessoas que quanto mais caem, mais curtem o passeio.

É uma excelente opção de lazer nas águas da Primeira Praia e vale a pena conferir!  Para informações ou agendar passeio, o ponto é na Primeira Praia e o contato é  pelo fone (75) 8819-7483.

Se você preferir poderá também, no mesmo lugar onde fica a Banana Boat alugar esqui e wakeboard, onde a pessoa que está sobre uma prancha é puxada pela lancha em alta velocidade, possibilitando manobras. Geralmente as saídas são em direção as Praias do Forte e da Gamboa onde as águas são mais tranquilas e possuem uma boa profundidade. No local há instrutores e o valor fica em R$ 250,00 por hora.

 Hotéis & pousadas da Primeira Praia

A Primeira Praia é bastante privilegiada em termos de pousadas. Existem hospedagens de todos os tipos, gostos e preços. O número de pousadas não ultrapassa 10 empreendimentos, porém, as opões são diversificadas. As pousadas tem acesso tanto pela praia como também pela  rua paralela a esta chamada de Rua da Prainha, que é a rua que faz a ligação da Segunda Praia com a Vila. A maioria é simples, porém, com conforto. Algumas têm estruturas um pouco maiores, tendo inclusive piscina e áreas de lazer.

As pousadas que ficam situadas do lado esquerdo da rua e têm saída para a beira da praia, também possuem serviço de praia com cadeiras e guarda-sóis. O preço da diária dependerá da escolha, pois caso opte por uma que ofereça uma infra-estrutura maior, você pagará um pouco mais. Se não estiver disposto a gastar muito, tem algumas mais acessíveis.

Hospedar-se na Primeira Praia siginifica ficar perto de tudo. Você ficará próximo da Vila e das demais praias, já que da Primeira até a Praia do Encanto o tempo do percurso caminhando é em média 1:30 minutos. Próximo às pousadas que ficam na Rua da Prainha se concentra um comércio diversificado com lojas, farmácia, ciber café, agências e restaurantes. Você não terá dificuldades em achar o que precisa e ainda poderá usufruir de muita tranqüilidade ficando próximo de todas as facilidades da ilha.  Para conhecer um pouco mais sobre as características de cada pousada e os valores, leia o link Hotéis e Pousadas em Morro de São Paulo.

Alimentação na Primeira Praia

Podemos dizer que as opções de alimentação da Primeira Praia são encontradas em dois locais: na beira da praia e na rua da Prainha. Tanto na beira da praia como na rua, as opções gastronômicas não são muitas, mas suficientes para atender a procura e satisfazer os turistas que frequentam esta praia.  Existem quatro barracas espalhadas pela beira da praia e a maioria, três destas,  pertencem a nativos da ilha e foram as primeiras barracas de praia de Morro de São Paulo.

A “barraca do Tempo”, é conhecida até em Salvador. O proprietário, Clarindo Miranda, conhecido como Cacá, atende os turistas e convence pelo seu jeito cativante. Puxar uma conversa é com ele mesmo, adora contar as histórias da ilha e como todo baiano que se preza de um jeito extrovertido. Quando perguntado pela sua idade, ele diz ter “104” anos.  Mas na verdade, esta idade é fundamentada em sua experiência, aliás o que ele tem de sobra.

A barraca de Cacá tem ainda um diferencial: as famosas cachacinhas. Os nomes já dizem tudo: Eva doce, Xixi do Jamanta, Xixi da Tieta e outras. Cada uma com uma mistura diferente com ingredientes como mel e gengibre que agradam todos os paladares.

Como na barraca de Cacá, nas demais, Manus e Tinharé, você encontrará petiscos de fruto do mar, guaiamuns, carangueijos, iscas de peixes, caldos de sururu e camarão e outros pratos. Vale provar a porção de pititinga, da Barraca Manus.

Servida com farofa e vinagrete, a porção é deliciosa e perfeita para comer acompanhada de uma bebida gelada. A maioria das barracas funciona de manhã até o entardecer, geralmente até às 19h. No inverno nem todas permanecem abertas.

Na Rua da Prainha (paralela a praia), também existem algumas opções de restaurantes. É neste ponto, junto a Pousada Farol do Morro,  que fica um dos restaurantes da ilha que serve comida japonesa.

Esta mesma pousada também dispõe de um restaurante com cardápio diversificado. Ainda nesta rua há um restaurante que serve comida caseira, inclusive, com pratos feitos. Conheça mais sobre as delícias da gastronomia que são oferecidas na Primeira Praia e Rua da Prainha no link Bares e Restaurantes de Morro de São Paulo.

Dicas para curtir a Primeira Praia

De manhã bem cedo com maré baixa é perfeita para pegar um sol, descansando nas cadeiras que as barracas disponibilizam. O melhor horário para curtir esta praia é entre 9h e 15h, período que o sol permanece.

Provar os petiscos a base de frutos do mar, vendidos nas barracas.

Curtir uma adrenalina, saltando da Tiroleza que fica próxima ao Farol e cai direto nas águas da Praia.

Se você não tiver coragem suficiente para pular da Tiroleza, pode dar uma volta de esqui aquático ou de banana boat. Na beira da praia existe uma barraca que aluga estes tipos de serviços.

Para os que praticam surf, a Primeira Praia é o point deste esporte em Morro de São Paulo, mais especificamente na Pedra do Moleque onde se aclomeram os surfistas locais a espera das ondas que na maioria das vezes são pequenas.

PRAIA DO PORTO DE CIMA.

Praia do Porto de Cima caraceristicas rochosas constituem ecossistemas muito ricos, pois conjugam uma série de factores favoráveis ao desenvolvimento de uma grande diversidade de seres que favorecem o desenvolvimento da vida. Praia do Porto de Cima caraceristicas rochosas constituem ecossistemas muito ricos, pois conjugam uma série de factores favoráveis ao desenvolvimento de uma grande diversidade de seres que favorecem o desenvolvimento da vida. 

Praia do Porto de Cima Morro de São Paulo.

Chamada pelo nome Porto de Cima, esta praia com 700 metros de extensão e águas transparentes não é tão freqüentada e movimentada como as outras praias da ilha. Ideal para quem gosta de praia sossegada, procura paz, e quer fugir um pouco da badalação.

A grande quantidade de recifes formam uma piscina natural, perfeita para refrescar-se e até mesmo mergulhar com máscara. Na maré alta a opção é o deck do restaurante que fica localizado em frente a praia.

Já na maré baixa a faixa de areia permite que os banhistas deitem e desfrutem da beleza da praia. Não possui grande infra-estrutura, apenas dois restaurantes e ao todo quatro pousadas. O único barulho é do mar, pois não existem nem vendedores ambulantes que possam pertubar sua paz.

O acesso é fácil e pode ser feito de duas formas: com maré baixa, a opção é caminhar pelo cais. O tempo estimado da caminhada é em média 15 minutos ou ainda pela Rua Porto de Cima, que fica sentido noroeste da Fonte Grande.

Entrando nesta rua você sairá numa trilha e logo chegará à praia. A distância da parte central de Morro de São Paulo, da Vila, até a praia do Porto de Cima é de aproximadamente 750 metros. Da praia do Porto de Cima até a Primeira Praia são 1000 metros.

Para alguns moradores, a Praia do Porto de Cima é um lugar que ainda está por ser descoberto pelos turistas e por estar localizada no caminho que leva para  o povoado da Gamboa a maioria apenas passa pela praia.

Uma dica: passe o dia nesta praia e acompanhe o pôr-do-sol. Com certeza você não irá esquecer mais o visual, pois as pessoas quando a descobrem, sempre retornam.

História da Praia do Porto de Cima

A exemplo do que foi citado nos links das histórias das outras praias de Morro de São Paulo é notória a inexistência de documentos e registros que comprovem ou apenas contem o passado destas localidades. E para falar um pouco da trajetória da Praia do Porto de Cima a nossa fonte inspiradora não poderia deixar de ser os relatos dos antigos habitantes, que na maioria das vezes não são tão precisos quando se referem a datas, mas ricos em fatos e personagens instigantes.

O professor de História e autor do livro “A Sombra da Guerra”, que fala sobre os reflexos da Segunda Guerra Mundial em Morro de São Paulo, Augusto César M. Moutinho, 38 anos, acredita que o critério para balizar as praias de Morro não foi utilizada pelos nativos. “Este critério muda em função de acordo com a própria interferência do homem naquele meio, os nativos não utilizavam estes marcos, as delimitações das praias e sim os marcos dos riachos”, fundamenta. Tendo ou não sido referência para aqueles que colonizaram e deram início ao desenvolvimento deste lugar, cada praia desta ilha têm sua importância histórica e o valor cultural do Porto de Cima teve início há séculos, ainda na época da colonização lusitana. Contam os nativos, um destes chamado Domingos dos Santos Ramos, 67 anos, e conhecido na ilha como Seu Chiquinho, que no local antigamente havia uma área onde as baleias eram destroçadas. O objetivo era pegar o óleo da baleia e usar para construção da Fortaleza. Seu Chiquinho lembra que há alguns anos quando caminhava por aqueles lados ainda podia-se encontrar vestígios desta teoria, pois havia muitos ossos de baleia enterrados na areia.

De acordo com relatos dos nativos a praia sempre manteve este nome, “Porto de Cima”, atribuído pelo fato de ser uma enseada e onde as embarcações que pernoitavam no local ficavam protegidas. Porém, há alguns que discordam e alegam que a praia já teve, pelo menos por um certo período, outra denominação. Há boatos de uma lenda que o Porto de Cima já chegou a se chamar “Praia do Jeque”, devido ali ter morrido um jeque, cujos restos mortais foram deixados por muito tempo no lugar.

Um dos primeiros proprietários de terras no Porto de Cima foi Hamilton, um conhecido gaúcho, que já faleceu e foi amigo de muitos moradores de Morro de São Paulo. Uma de suas amigas foi a da ex-diretora de Cultura e Turismo da Secretaria Especial de MSP, Lena Wagner. Segundo Lena, eles acharam várias coisas enterradas como peças antigas de barcos e objetos remanescentes da época da colonização dos portugueses. Estas terras atualmente pertencem a outras pessoas, pois Hamilton loteou a área e repassou adiante.  Alguns acabaram adquirindo por terem interesse em fixar residência ou mesmo abrirem empreendimentos como pousadas.  

A Praia hoje tem somente quatro pousadas e a primeira a ter a iniciativa de abrir uma no local foi a empresária alemã, Marga Bendel Buer. Ela mora no Porto de Cima há 28 anos e foi a  primeira a adquirir terras nesta área e conta que quando chegou com seu marido, Helmut, não havia nenhum morador. Após construírem a residência, como tantos outros que vieram morar em Morro de São Paulo, resolveram transformar a casa onde moravam em investimento turístico e aos poucos foram construindo a pousada. Em 1987, a pousada passou a funcionar e hoje tem uma excelente infra-estrutura com piscina e pode-se dizer que é uma ótima opção de hospedagem nesta área de Morro de São Paulo, onde você verá uma maravilhosa vista geral da ilha.

Características da Praia do Porto de Cima

Basta olhar de cima, do local de onde se chega a praia pela trilha, para apaixonar-se  pela  praia do Porto de Cima, com as suas águas tranquilas e cristalinas. A praia tem uma pequena faixa de areia e muitas pedras. Na maré alta não tem como caminhar pela beira. O mar invade totalmente a areia e a única opção neste caso é ficar no deck do restaurante que fica na beira da praia. Já quando a maré está baixa o visitante pode aproveitar o espaço da areia e curtir o sossego da praia. A sombra formada pela vegetação rasteira que fica na beira permite que o banhista se deite para dar uma relaxada ou até mesmo para ler um livro, como é comum ver.

A praia começa logo depois do cais (local desembarque de Morro) e termina no Iate Clube, onde inicia a próxima praia, a Ponta da Pedra.  No total tem uma extensão de 800 metros. Apresenta pouca infra-estrutura, com apenas dois restaurantes e localizadas próximas a praia e na trilha de acesso, ficam quatro pousadas. No caminho que leva a praia, existem duas, outra pousada está situada no alto do morro de onde você tem um visual incrível de toda a ilha de Morro de São Paulo e a outra pousada está bem próxima da praia, localizada no morro.

Lugar privilegiado, indicado para quem deseja desfrutar de sossego e ideal para levar a família e fazer um piquenique. Conforme o proprietário do Restaurante “El Sítio”, Luis Cunha, nos últimos três anos vêm aumentando o número de pessoas que visita a  Praia do Porto de Cima. O público em geral é formado por moradores sendo na sua maioria famílias e casais. O turista estrageiro também aprova a praia e de acordo com Luis isto se explica pelo fato de que as características predominates na praia, tranquilidade e natureza exuberante,se encaixem com a preferência do turista.

O horário do pôr-do-sol é bastante frequentado. Junto com o espetáculo do final do dia podem serem vistos, esporadicamente, golfinhos. Nos meses de julho a outubro, geralmente no final da tarde eles aparecem diariamente, completando o cenário que a natureza desenhou nesta praia que merece com toda certeza sua visita.

Mergulhando

A Praia do Porto de Cima com seu mar sem ondas e por ser uma praia que apresenta grande quantidade de corais, forma piscinas naturais onde você encontrará diversas espécies de peixes multicoloridos.

É uma excelente opção para a prática do mergulho livre. Não requer muita prática, basta você estar interessado em desfrutar da calmaria da água e se deslumbrar com a vida marinha.

Para o lado da Praia da Ponta da Pedra, existe um lugar pouco conhecido para mergulhar, próximo ao Iate Clube. Com apenas um snorkel e máscara você se divertirá, mas lembre-se de levar seu equipamento pois não há nenhum ponto de aluguel nesta praia.

Alimentação na Praia do Porto de Cima

Nesta praia não existem barracas, nem vendedores ambulantes, apenas dois restaurantes.  Um fica localizado logo na chegada da praia e outro um pouco mais adiante, situado na encosta.

Portanto, se você pensa em passar o dia na praia do Porto de Cima não terá problemas, pois os restaurantes funcionam dia e noite. O “El Sítio”, que fica no começo da praia foi inaugurado há três anos e conta com um cardápio variado, tendo como base a cozinha internacional.

O cheff e proprietário do restaurante, Luis Cunha define a cozinha como “alquimista”, por ter uma mistura de temperos, salienta Luis, que chama o local de “Porto Mágico” pelo fato de que quando as pessoas descobrem o local sentem-se encantadas. O valor dos pratos varia de R$ 16,00, o mais simples até R$ 60,00, o mais caro que é a moqueca de lagosta p/ 2 pessoas. O outro restaurante, “Bar e Cabanas do Bernie”, fica numa área da encosta do morro e trata-se também de uma das opções de hospedagem nesta praia. Para quem quiser petiscar esta praia não oferecerá mais opções, pois não existem vendedores ambulantes.

Para quem curte a tranquilidade é ideal, pois está longe da “muvuca” das outras praias da ilha.

Os recifes formam piscinas naturais, ótimas para mergulhar com snorkel

Perfeita para assistir o pôr  do sol

Não há muitas opções gastronômicas,  somente dois restaurante

Na maré alta não pode caminhar pela praia

Não tem o agito das outras praias

Dicas para curtir a Praia do Porto de Cima

É uma ótima pedida para descansar do movimento das outras praias

Perfeita para curtir o pôr do sol, no restaurante “El Sítio” e provar sua “cozinha alquimista”

Na maré baixa, deite-se embaixo da sombra formada pela vegetação e leia um livro. É ótimo para relaxar.

PRAIA DA PONTA DA PEDRA. 

Praia da Ponta da Pedra isolada e que apresenta uma baixa taxa de ocupação é garantia de sossego. Praia da Ponta da Pedra isolada e que apresenta uma baixa taxa de ocupação é garantia de sossego. 

Ponta da pedra de Morro de São Paulo.

A Praia da Ponta da Pedra está localizada entre as Praias do Porto de Cima e o povoado da Gamboa. O acesso poderá ser feito através da trilha que chega à Praia do Porto de Cima (seguindo o vilarejo até a Fonte Grande, dobrando à direita) ou pela beira da praia, saindo do cais de Morro de São Paulo, cujo tempo de caminhada será de aproximadamente 15 minutos com única possibilidade estando a maré baixa, a única maneira de chegar é fazendo uma caminhada descendo e subindo ladeira.   

È um lugar tranqüilo e discreto, com difícil acesso ideal para quem não quer saber de muita agitação e se refugiar. Essa praia é cercada por uma exuberante área verde e tem águas transparentes e calmas, que fazem do lugar um refúgio para quem procura contato direto com a natureza.

Existem pontos próximos das pedras onde se formam piscinas naturais, ótimos para se refrescar e até mesmo arriscar um mergulho com máscara. Algumas pessoas, entre estas a maioria estrangeiros, a escolheram para residir devido sua privacidade e tranquilidade.

Se você preferir ficar num lugar mais sossegado e longe do burburinho da ilha, poderá encontrar algumas destas casas para alugar, que ficam no meio da mata e de frente para o mar, ideais para curtir o visual e aproveitar as férias com muita paz.

Uma das principais atrações do local é um ancoradouro para pequenas embarcações, conhecido como Iate Clube, que esta fechado a dois anos, onde as pessoas que vêm para Morro de São Paulo com suas próprias embarcações costumam ancorar nesta área, alías, é um dos melhores pontos na ilha para atracar.

Nesta praia não há nenhuma barraca, somente o Iate Clube que no momento não está funcionando ao público, portanto, se você decidir conhecer a praia da Ponta da Pedra se previna levando água e algum lanche caso queira ficar algumas horas curtindo o visual da praia ou então a alternativa será andar até a Praia do Porto de Cima, onde há dois restaurantes.

 

História da Ponta da Pedra

A Praia Ponta da Pedra sempre manteve este nome e originalmente a área onde fica a praia pertencia a um senhor chamado Leonel, cujo apelido era “Goma”. Quem conta é Maria Madalena Santos, a Dadai, nativa de Morro de São Paulo, 61 anos. Ela não lembra exatamente o ano em que as terras foram adquiridas por este senhor, mas recorda que ainda era uma garotinha e seus avós eram amigos do “Seu Goma”. Após ele falecer, os filhos foram vendendo partes da terra e depois disso, Dadai lembra que outra pessoa chamada Roosefeldt comprou uma parte desta área e construiu uma casa. Atualmente existem cerca de cinco proprietários nesta área, sendo que destes a única brasileira se chama Valdice  Brito dos Santos, a Dice. Os outros donos de terras nesta praia são de origem alemã e inglesa. Nem todos residem no local, as casas estão alugadas para outras pessoas ou permanecem fechadas. Dice, esta antiga moradora da Ponta da Pedra, que fala que o local assim como tantos outras localidades de Morro de São Paulo, possui um lado místico e segundo ela um pouco “assustador”.

Nos tempos da escravidão, os negros eram enterrados ali. Após serem retirados do grande galpão, que ficava na entrada da ilha, eles eram levados para a Ponta da Pedra e enterrados na parte de trás do Iate Clube. Isto depois que não serviam mais para o trabalho ou ficavam doentes, então os senhores ou donos como eram chamados, os sacrificavam. Dice reforça esta história, contando que além de servir como cemitério de escravos, a Praia da Ponta da Pedra guarda um segredo. Existe uma pedra junto aos restos de construções antigas, onde dizem ter sido guardado um tesouro e há boatos de que o lugar é amaldiçoado devido este tesouro. “Eu já tive sonhos de que há um tesouro enterrado ali e quando vou no local sinto arrepios”, diz Dice. Ela morou cerca de 10 anos e hoje aluga a casa. Os antigos, baseados nos contos de seus antepassados, narram que a Ponta da Pedra devido sua localização, foi um ponto estratégico na época das invasões holandesas. Servia como ponto chave de observação para avistar as esquadras inimigas e quem chegava do mar para invadir a ilha. Na parte atrás do Iate Clube ainda hoje podem serem vistos restos de construções antigas onde, segundo os moradores, ficava uma quarita de proteção via mar.

Mitos ou lendas. Verdades ou não. Seja qual for a maneira que você quiser chamar esta história o certo é de que a Praia da Ponta da Pedra, assim como as outras praias de Morro de São Paulo, guarda lembranças e histórias preciosas, instigantes e reveladoras que mereciam estarem guardadas e preservadas a sete chaves. E se por um lado, estas antigas histórias são motivos de medo para alguns, para muitos moradores e turistas, a praia é acima de tudo um lugar belo e excelente para relaxar e curtir a natureza.

Caraterísticas da Ponta da Pedra

A Praia da Ponta da Pedra é uma praia com 800 metros de extensão, que fica situada após a Praia do Porto de Cima. O início da praia é no Iate Clube e termina no paredão de Argila, antes da Praia da Gamboa. A maior parte dos turistas apenas passam pela praia rumo a Praia da Gamboa, já que é caminho. A praia é mais frequentada por moradores. Este pequeno pedaço de paraíso de Morro de São Paulo é coberto com uma nativa mata atlântica e tem água cristalina. A faixa de areia é estreita e existem muitas pedras na beira do mar, onde formam-se pequenas piscinas naturais. Por este motivo, por existir poucos espaços entre as pedras, não foram construídas barracas na praia. Existe apenas o Iate Clube que fica localizado na área verde da praia e conta apenas com um pier. Outra curiosidade desta praia são as gamboas ( situadas entre o Iate Clube). Tratam-se de redes artesanais feitas com cipó e bambu e usadas para a pesca. Para quem gosta de mergulhar, existe um ponto de mergulho pouco divulgado em Morro de São Paulo que fica nesta praia, próximo ao Iate Clube. Perfeito para o mergulho livre, ou seja, somente com snorkel e nadadeiras.

De acordo com a moradora e ex-diretora cultural de Morro de São Paulo, Lena Wagner, que também é frequentadora antiga desta praia, a Ponta da Pedra é um dos pontos da ilha que foi mais preservado em relação à área verde. Ela atribui isto ao fato de que os proprietários das terras do local souberam cuidar muito bem da natureza e tiveram o cuidado de preservar a mata. Como exemplo deste cuidado e conscientização de meio ambiente e cidadania, está o fato de não haver nenhuma cerca em toda a área que envolve os terrenos. “Cada um respeita a área do outro sem haver a necessidade de colocarem cercas demarcando os terrenos”, ressalta Lena. Se a natureza foi generosa e está presente em cada cantinho desta praia, não podemos dizer o mesmo em relação a infra-estrutura, pois não existem barracas, restaurantes e nem pousadas. O restaurante mais próximo fica na Praia do Porto de Cima. Você encontrará na praia apenas o Iate, que está desativado e algumas casas residencias. Portanto, se sentir vontade de fazer uma refeição ou apenas um lanche terá que se dirigir as outras praias, do Porto de Cima ou da Gamboa.

O Iate Clube

O Iate Clube é um pequeno atracadouro, onde os barcos desembarcam. A área é abrigada das correntezas e ventos, a torna uma ótima opção para quem chega de barco, entrar na Ilha pelo local. Atualmente o Iate está desativado e tem apenas um pier. O restaurante que funcionava há alguns anos atrás, já não está mais aberto. O Iate foi construído por um morador estrangeiro (alemão) da ilha, chamado Thomas Erich Arthur Heuser. De acordo com Valdice  Brito dos Santos, Dice, sua ex-mulher, Thomas viajava com um veleiro e aportou na ilha. Gostou tanto do lugar e então comprou uma parte das terras na Ponta da Pedra e construiu o Iate Clube e uma casa.

Isto na década de 80. Alguns anos depois vendeu o Iate Clube para outro estrangeiro, um inglês, que faleceu logo depois de ter comprado e o Iate acabou ficando de herança para sua filha que hoje mora na Inglaterra e tem apenas uma pessoa que toma conta. O pier  foi reformado em novembro de 2007, sendo que as pessoas o usam para pescar, as crianças brincam, servindo de trampolim e é perfeita para descansar, desfrutar da praia e curtir a natureza com muito sossego.

É uma praia sossegada, boa para quem curte a tranqüilidade

A natureza é exuberante, com grande área verde preservada

Mar calmo com águas cristalinas.

É uma praia sem infra-estrutura

Não há fluxo de pessoas, portanto, para quem gosta de agito não é indicada

A faixa de areia é curta, na maré alta fica sem espaço na praia

Dicas para curtir a Ponta da Pedra

É uma praia tranquila, ideal para desfrutar da calmaria, apreciando a bela paisagem

Ficar no pier do Iate Clube, pegando uma corzinha

Fechar os olhos e ficar “de molho” dentro da água, só se refrescando.

PRAINHA DO FORTE.

 

Prainha do Forte nenhuma casa voce usufrui de toda a natureza, paz e descontraçao que com certeza todos necessitamos uma praia secreta no aconchego da Ilha. Prainha do Forte nenhuma casa voce usufrui de toda a natureza, paz e descontraçao que com certeza todos necessitamos uma praia secreta no aconchego da Ilha. 

inha do Forte de Morro de São Paulo.

A Prainha do Forte, como é chamada, surge quando a maré está baixa. Está localizada junto as ruínas da Fortaleza de Tapirandu, um dos monumentos históricos mais importantes de Morro de São Paulo. O acesso para a praia é através da vila, descendo a rampa e seguindo a muralha do Forte. Seguindo até o fim das ruínas, desponta a Prainha do Forte. É uma praia muito pequena, sem infraestrutura que não dispõe de bares, restaurantes ou pousadas.

Trata-se apenas de mais um recanto desta ilha com que a natureza nos presenteou. Tranqüilidade é o sinônimo para esta pequena praia. Indicada aos que buscam um ritmo mais sossegado, propício ao descanso e à reflexão.

A grande parte de seus visitantes é moradores que aproveitam a tranquilidade do lugar para pegar um bronzeado, às vezes até mesmo mais à vontade, já que esta praia é caracterizada pela privacidade.

Com maré baixa, pode-se também chegar até a Primeira Praia através das pedras que desembocam ali, porém, é aconselhável apenas para aqueles que sabem caminhar sobre pedras e mesmo assim, é preciso tomar precauções como usar chinelos ou sandálias apropriados.

O charme desse lugar é o próprio cenário, envolto nas ruínas do Forte. Local que guarda um passado glorioso, repleto de contos com personagens e lendas que marcaram época na ilha.

Além de muito ar puro você vai respirar muita história nesta prainha.

Características da Prainha do Forte

Suas águas são claras e calmas, ideais para relaxar dentro das piscinas naturais que se formam entre as pedras. A faixa de areia que forma-se na maré baixa, ocasião em que a praia aparece, é pequena.

É a praia onde fica um dos points de mergulho da ilha: os recifes do Forte.  Pode-se ver belíssimos cardumes de sardinha e a profundidade para se mergulhar em corrente chega até 12 metros..

Não possui nenhuma infraestrutura, pois fica dentro da área da Fortaleza de Tapirandu e portanto, trata-se de uma praia pequena e isolada do agito das outras praias de Morro de São Paulo. Uma boa dica para você desfrutar da paz da ilha num lugar mágico e com uma natureza preservada.

O entardecer é o horário que concentra um número maior de visitantes, devido o horário do pôr do sol, já que este ponto turístico é um dos mais belos em Morro para se apreciar o visual do final da tarde.

Quando surge, na maré baixa, as piscinas naturais que se formam são ideais para relaxar

Lugar mágico para visitar onde predomina o rico passado histórico da ilha.

Não tem infra-estrutura, pois é pequena

Só aparece na maré baixa faixa de areia que fica exposta é pequena

Dicas para curtir a Prainha do Forte

Um lugar tranquilo, que é um convite a um passeio no final da tarde para respirar ar puro e sentir a magia que emana do local

Assistir o pôr do sol nas ruínas

 

PRAIA DA GAMBOA. 

A Praia da Gamboa fica no encontro do rio com o mar é um espetáculo à parte ao nascer do sol ou quando ele se põe ou ainda em pleno meio-dia a força do oceano indo de encontro à correnteza do Rio é um espetaculo da natureza. A Praia da Gamboa fica no encontro do rio com o mar é um espetáculo à parte ao nascer do sol ou quando ele se põe ou ainda em pleno meio-dia a força do oceano indo de encontro à correnteza do Rio é um espetaculo da natureza. 

Praia da Gamboa em Morro de São Paulo.

A Praia da Gamboa tem areia fina, águas mansas e belíssimas paisagens. Na maré baixa o acesso pode ser através de uma agradável caminhada desde Morro de São Paulo, cuja distância, partindo do cais do Morro até o começo da praia da Gamboa é de 2.500 metros, levando em média o tempo de 40 minutos.

É uma ótima opção de caminhada e no percurso que leva à praia, você desfrutará de belas paisagens e lugares únicos como a grande parede de argila, que é considerada parada obrigatória. Nativos e turistas têm o hábito de espalhar a argila pelo corpo todo, e dizem que as propriedades naturais desta argila são ótimas para esfoliação da pele, tem pessoas que armazenam potes para levar para casa. Se preferir poderá também ir até a praia da Gamboa com os barcos que partem do Cais de Morro de São Paulo.

O valor da passagem é R$ 2,00 e o tempo do percurso 15 minutos. Por ser uma praia tranqüila, também é apropriada para a prática do mergulho.

Próximo à parte onde se localizam as barracas, fica um point de mergulho chamado de Paredão Real.

Durante o dia muitos barcos trazem turistas de Morro de São Paulo para passar o dia na praia. Geralmente estes barcos podem ser uma opção de carona para quem desejar retornar a Morro.

Em relação à infra-estrutura, a Praia da Gamboa tem muito para oferecer. Possui barracas e restaurantes na beira da praia. Você não terá com o que se preocupar se desejar passar o dia nesta praia e quem sabe esticar um pouco mais e pernoitar o povoado da Gamboa oferece boas opções de hospedagem. As barracas localizadas logo na chegada da praia oferecem petiscos, pratos de frutos do mar e outras delícias típicas. Entre as opções de lazer está o Clube de Velas, que conta também com o Restaurante Rosa dos Ventos e trata-se de um local que oferece diversos tipos de barcos para navegação e sob a orientação de profissionais. Saiba mais informações sobre o Clube de Velas no link Como Chegar de Embarcação Própria a MSP/Clube de Vela de Gamboa do Morro.

Com todas estas dicas você não pode deixar de conhecer a Praia da Gamboa. Para saber mais sobre a Gamboa confira também no link Povoados/Gamboa, onde você terá mais informações e ainda como ocorreu o surgimento desta comunidade.

Características da Praia da Gamboa

Apesar de ficar localizada próxima ao agito de Morro de São Paulo, a Praia da Gamboa é tranquila. Um lugal ideal para relaxar. A praia, com areia fina, é banhada por águas calmas que convidam a momentos de lazer em contato com a natureza. As águas da Gamboa formam o encontro  com o canal de taperoá, que faz acesso à cidade de Valença. Devido a este encontro, em alguns momentos do dia, a cor da da água costuma adquirir uma tonalidade mais escura.

Na caminhada desde Morro de São Paulo até a praia, você passará pela parede de argila. Esta argila, segundo afirmam os moradores, tem propriedade esfoliante sendo ótima para a pele.

Por este motivo, os turistas espalham a argila por todo o corpo e alguns permanecem assim durante horas. É nesta parte, na argila, que inicia a praia da Gamboa, se estendendo até a chamada “Boca do Rio”, que leva ao povoado do Galeão.

Da Argila até a ponte da Gamboa, a parte mais visitada, são 1.500 metros de praia. A extensão até a Boca do Rio fica em 2.700 metros. Em toda sua extensão, a praia recebe diferentes denominações: como a parte da Argila; da  “Praia Linda”, situada na área onde se concentram as barracas e a quadra de futebol; a praia do Toque, logo após a argila e por onde são descarregadas as mercadorias que chegam à Gamboa e ainda a parte situada após a ponte.

A parte que apresenta maior fluxo de turistas está na Praia Linda. Nesta área da praia se concentram as barracas de alimentação (confira o tópico de Alimentação na Praia da Gamboa) e um improvisado campo de futebol de areia, localizado na área atrás das barracas.

Ainda bem próximo a este “campinho” fica outro espaço destinado ao futebol, uma quadra, onde os moradores costumam disputar partidas e serve para a diversão das crianças quando não está tendo competições.

A ponte, situada na praia e próxima a parte central do povoado, é onde ficam atracadas as embarcações e por onde desembarcam as pessoas que vêm de barco para Gamboa. No local há uma pequena infra-estrutura com sala para espera e uma lanchonete. Nesta parte da praia também pode-se encontrar alguns restaurantes a beira mar.

Também localizado próximo ao cais da Gamboa, fica um estaleiro, onde o turista poderá ver algumas embarcações sendo construídas. A Praia da Gamboa apresenta boas condições para banho, predominando no mar o fundo de areia, tendo apenas numa parte, a que fica próxima a Praia Linda, arrecifes ao fundo.

O que na verdade, não chega a ser um incômodo aos banhistas. Se ao entardecer você estiver por esta praia não deixe de curtir o pôr do sol da Gamboa. Visto da beira da praia é uma excelente maneira de acabar o dia, curtindo um visual indescrítivel.

A Praia da Gamboa surgiu na época em que o turismo estava despontando em Morro de São Paulo e junto com o crescimento do povoado da Gamboa expandiu-se e foram aparecendo as primeiras construções, em sua maioria casas na beira da praia. Curiosidades e como surgiu a comunidade da Gamboa podem serem conferidas no link Povoados/História do povo da Gamboa.

Mergulhando na Praia da Gamboa

A Gamboa é uma excelente opção para mergulhar e o local propício para a prática do mergulho se chama Paredões da Gamboa, situado próximo ao Iate Clube.

A profundidade deste ponto de mergulho está entre de 3 a 12 metros e é freqüentado por todo tipo de mergulhador.

O melhor momento é quando a maré está alta e atinge seu ponto máximo. Nessa hora não existem correntes. Diferentemente dos demais pontos, você verá mais facilmente lagostas e polvos.

Cabe lembrar que não existem pontos de aluguel de equipamentos na Gamboa, portanto, você terá que alugar em Morro de São Paulo.

Alimentação na Praia da Gamboa

Quanto à gastronomia, na Praia da Gamboa você não precisa se preocupar, pois os restaurantes e barracas oferecem uma variada culinária, claro, onde a especialidade é a comida baiana com  diversos pratos de frutos do mar com peixe sempre fresco e saboroso, sem esquecer da famosa moqueca. Existem algumas barracas localizadas na beira da praia que são ótimas opções.  Se você quiser desfrutar das belezas naturais da Gamboa com conforto e com atendimento diferenciado, procure-as. Os atendentes que trabalham pisando diretamente na areia quente da praia, não medem esforços para agradar os turistas.

Se preferir conhecer os restaurantes, recomendamos dois: um fica próximo a ponte e chama-se “Nativas”, onde a tradicional moqueca baiana, com destaque para a de camarão, é para comer ajoelhado como dizem os baianos. O outro restaurante trata-se do Restaurante Rosa dos Ventos, que fica junto ao Clube de Velas no início da praia para quem vem desde Morro de São Paulo, onde são servidos deliciosos pratos e lanches. Uma dica é um prato chamado de “camarão samambaia a moda do chefe”, com camarões pistola empanados com coco ralado, molho especial e acompanhado de purês de banana, abóbora e aipim. Deu água na boca, não é ? Então já sabe, prove estas delícias em sua visita a Praia da Gamboa.

Para quem curte uma praia sossegada é uma excelente dica

Possui infra-estrutura completa

As águas são fundas e ótimas para banho

A gastronomia é diversificada

Em certos momentos a água fica um pouco mais escura do que as das praias de Morro de São Paulo, devido o encontro do canal de Taperoá com o mar.

Não tem o mesmo fluxo de turistas das outras praias

Para quem procura badalação, não é muito badalada e sim, mais freqüentada  por moradores

Com maré alta, a caminhada até o Morro torna-se inviável

Dicas para curtir a Praia da Gamboa

Excelente opção para fugir da badalação de Morro e desfrutar deste verdadeiro povoado de pescadores

Ótimo para relaxar, curtindo a brisa do mar , nas barracas da beira da praia e aproveitar para provar os pratos de fruto do mar

Na caminhada até a praia, parar no paredão de argila e espalhar pelo corpo todo: dizem que rejuvenesce!

Mergulhar no paredão real: um dos melhores points de mergulho da ilha.